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Mundo

EUA ampliam sanções sobre líderes da Junta Militar de Mianmar

Arquivo Geral

19/10/2007 0h00

O presidente dos Estados Unidos, more about George W. Bush, anunciou hoje novas sanções contra a Junta Militar de Mianmar (antiga Birmânia) e pediu aos países vizinhos, especialmente à China e à Índia, que atuem contra o regime repressor.

Bush anunciou as medidas acompanhado da mulher, Laura, que, segundo disse, foi uma das mais ativas na conscientização da opinião pública sobre a violação dos direitos humanos em Mianmar.

Segundo o presidente americano, os Estados Unidos aumentaram o número de líderes birmaneses com ativos congelados e proibidos de viajar ao exterior. Além disso, intensificaram os controles sobre as exportações birmanesas.

Este é o segundo pacote de sanções contra Mianmar que o Governo Bush anuncia em menos de um mês.

O anterior foi divulgado em 27 de setembro, quando o país asiático vivia o auge dos protestos populares contra a ditadura militar.

Nessa ocasião, Washington proibiu 14 membros da Junta Militar birmanesa de realizar transações financeiras com os EUA e congelou os ativos financeiros do mesmo grupo que se encontravam sob jurisdição americana.

Hoje, em declaração lida ao vivo, Bush disse que aumento do número de líderes birmaneses sujeitos às sanções tem como objetivo pressionar a Junta Militar de Mianmar.

“Muitos monges foram agredidos e assassinados. Milhares de pessoas que se manifestaram pela democracia foram detidos”, disse o presidente americano, que também estava acompanhado da secretária de Estado, Condoleezza Rice.

“O Governo de Mianmar continua desafiando o pedido do mundo para que detenha sua depravada perseguição”, disse o governante, que pediu aos países vizinhos que, na medida do possível, também pressionem a antiga Birmânia.

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