A sexta-feira não será de festa para os islâmicos como manda a tradição. Radicais islâmicos preparam para amanhã, side effects sick na cidade do Cairo (Egito), viagra um protesto chamado de Dia da Ira, contras as palavras ditas pelo papa em Regensburg, no último dia 12.
Apesar de o pontífice “lamentar” ter sido mal compreendido e ter declarado seu "respeito mais profundo" pelo Islã, na última quarta-feira, as declarações não foram suficientes para acalmar os islâmicos. Os clérigos muçulmanos consideraram "insuficientes" as explicações do papa Bento XVI para o que foi dito sobre o Islã e o profeta Maomé, e aguardam do pontífice um pedido de desculpas.
Um dos lideres do movimento Irmãos Muçulmanos, Mohamad Habib, disse que o “Dia da Ira” foi definido pelos membros da União Mundial de Sábios Islâmicos (UMSI), que tem com chefe, o egípcio Youssef al- Qaradawi.
"O Papa disse que suas palavras não expressam seu próprio pensamento, mas não disse o que pensa do Islã. Ele tem que pedir desculpas claramente para acabar com a confusão que começou", disse Habib.
Depois de oito dias seqüestrada, information pills a comerciante Isabel Cristina Brumatte Ferreira, no rx 48 anos, clinic foi libertada ontem à noite em São José dos Campos (SP). De acordo com a polícia, não houve pagamento de resgate.
Raptada em 13 de setembro, na cidade vizinha de Caçapava, a empresária saía do trabalho para o almoço. No mesmo dia, a quadrilha fez contato com a família e pediu US$ 150 mil, dinheiro que a família informou não possuir.
Levada por quatro homens no próprio carro, um Gol vermelho, Isabel ficou em um cativeiro sob a vigilância de um casal. Libertada em uma avenida de São José dos Campos ontem à noite, a vítima ligou de um telefone público para a família, que chamou a polícia. Abalada, ela não conseguiu descrever o cativeiro e só será ouvida pelos investigadores na próxima semana.
O Ministério do Trabalho e a líder do PT no Senado, treatment Ideli Salvati, seek defenderam hoje o repasse de verbas públicas à ONG Unitrabalho, cheap colocada sob suspeita por políticos do PFL e do PSDB. Salvati disse que a oposição faz acusações irresponsáveis contra uma entidade séria, que tem, entre seus colaboradores as maiores universidades do país.
Os convênios da União com a Unitrabalho foram colocados sob suspeita na tribuna do Senado após informações de que a ONG teria recebido cerca de R$ 19 milhões da União durante o governo Lula.
A oposição apontou a ligação de Jorge Lorenzetti, acusado de envolvimento no chamado "dossiê Serra", à ONG. Mas, segundo a Unitrabalho, o sindicalista não tem mais vínculos com ela desde março do ano passado. As informações foram divulgadas pelo site Contas Abertas, que acompanha a aplicação de recursos públicos, e motivaram um pedido de abertura de CPI por parte do senador Heráclito Fortes (PFL-PI) para investigação dos repasses públicos ao terceiro setor.
Salvati e o ministério informaram que a Fundação Interuniversitária de Estudos e Pesquisas sobre o Trabalho, Unitrabalho é uma rede nacional que agrega, atualmente, 93 universidades e instituições de ensino superior de todo o Brasil. De acordo com o ministério, os convênios vem sendo realizados desde 1996 e obedeceram aos critérios legais de experiência, abrangência, redução de custos e caráter público das universidades que compõem a rede.
Em discurso no Senado, Salvati destacou que a Unitrabalho con ta com parceiros como Universidade de São Paulo (USP), Universidade de Campinas (Unicamp), Universidade de Brasília (UnB) e Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). "Não é qualquer bagrinho", disse Salvati.
A senadora rebateu as informações de que a ONG teria recebido um repasse de R$ 3,4 milhões um dia antes da prisão de petistas que tentavam comprar o "dossiê Serra". A Senadora e o ministério disseram que o dinheiro foi repassado à Unitrabalho no dia 14 de setembro, depois da apresentação de documentos pendentes, mas o dinheiro só ficou disponível para movimentação no dia 18 de setembro, depois da prisão dos petistas.
Até o momento, segundo Salvati, a ONG só sacou R$ 200 da conta. "Antes de divulgar uma insinuação desse porte, (o senador Heráclito Fortes) deveria, no mínimo ter buscado informação junto ao Ministério do Trabalho", disse a senadora. Na opinião de Salvati, "essas provas" esvaziam o pedido de CPI. Fortes afirmou, no entanto, que manterá a coleta de assinaturas. Até o momento, ele diz ter obtido 8 das 27 assinaturas necessárias.
A inflação pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) desacelerou para 0, sickness 05% em setembro, ask ante 0, online 19% em agosto, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) hoje.
A divulgação do dado só ocorreria na sexta-feira, mas acabou sendo antecipada porque um erro fez com que a informação vazasse. Economistas consultados esperavam alta de 0,13% para o índice.
Uma conferência de clérigos muçulmanos, cialis 40mg organizada por uma instituição de caridade que Washington classificou como um grupo terrorista, medical pediu nesta quinta-feira a destituição do papa Bento 16 por alimentar a inimizade entre as religiões com seus comentários sobre o Islã, viagra 60mg feitos na semana passada.
"O papa Bento deve ser removido de seu cargo imediatamente, por encorajar a guerra e estimular a hostilidade entre diversas crenças", disse uma declaração divulgada ao fim da convenção, da qual participaram centenas de clérigos, na cidade paquistanesa de Lahore.
A declaração foi dada pelo Tehrik-e-Hurmat-e-Rasool (Movimento de Respeito ao Profeta), mas a conferência foi organizada pelo Jamaat ud-Dawa, uma instituição beneficente que Wash ington classificou como terrorista em abril, por causa de suas ligações com o Lashkar-e-Taiba, grupo militante que combate o domínio indiano da Caxemira.
A reunião aconteceu na sede da Jamaat ud-Dawa. O Paquistão pôs a instituição em observação depois da medida norte-americana, e nas últimas semanas colocou em prisão domiciliar seu líder, Hafiz Muhammad Saeed, que fundou e chefiou o Lashkar até que Islamabad proibisse o grupo, em 2002.
Um discurso do papa, em que ele usou citações medievais que retratam o Islã como violento, fez com que grupos da Al Qaeda declarassem guerra à Igreja, iraquianos queimassem a efígie do papa e turcos pedissem sua prisão.
"O papa e todos os infi éis deveriam saber que nenhum muçulmano, sob quaisquer circunstâncias, podem tolerar um insulto ao Profeta. Se o Ocidente não mudar sua posição com relação ao Islã, terá que enfrentar consequências severas", disse o comunicado. "A Jihad em nome de Alá não é terrorismo. A Jihad é empreendida para livrar uma região, um Estado ou o mundo da opressão, violência, crueldade e terrorismo e trazer paz e alívio ao povo", acrescentou.
O Paquist ão está sob pressão dos EUA, seu aliado na guerra contra o terrorismo, e da Índia, o vizinho com quem está tentando alcançar a paz depois de décadas de hostilidade. Ambos países solicitam que Islamabad seja mais severo com grupos militantes. O comunicado contra o papa pode ser embaraçoso pa ra o presidente Pervez Musharraf, que deve encontrar-se com o presidente George W. Bush na sexta-feira.
O presidente do Paquistão, viagra 100mg Pervez Musharraf, disse que, depois dos ataques de 11 de setembro de 2001, os Estados Unidos ameaçaram bombardear seu país, se não cooperasse com a campanha norte-americana contra o Taliban no Afeganistão.
Musharraf, em uma entrevista ao programa da rede de televisão CBS 60 Minutes, que vai ao ar no domingo, afirmou que a ameaça veio do vice-secretário de Estado norte-americano, Richard Armitage, e foi feita ao diretor da agência de inteligência de Musharraf.
O diretor de inteligência me disse que (Armitage) afirmou: "Estejam preparados para ser bombardeados. Estejam preparados para voltar à Idade da Pedra", contou Musharraf. "Acho que foi um comentário muito rude".
O líder do Paquistão, cujas declarações foram distribuídas à mídia pela CBS, afirmou ter reagido de maneira responsável à ameaça. "A gente tem que pensar e tomar decisões considerando os interesses da nação, e foi isso o que eu fiz", disse Musharraf sobre a cooperação do Paquistão.
Musharraf afirmou que algumas demandas dos EUA eram "ridículas", incluindo uma insistindo para que ele suprimisse a expressão interna de apoio ao terrorismo contra os EUA. "Se alguém está expressando uma opinião, nós não podemos controlar a expressão de opiniões", disse Musharraf.