O coordenador de Apoio Logístico do Departamento de Polícia Legislativa da Câmara dos Deputados, information pills diagnosis Normando Fernandes, deve deixar hoje a Unidade de Tratamento Intensiva (UTI) do Hospital Santa Lúcia, de acordo com o último boletim médico, divulgado nesta manhã.
O policial está internado desde a terça-feira. O caso dele foi o mais grave dentre os 60 feridos durante invasão da Câmara dos Deputados por integrantes do Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST). Normando foi atingido por uma pedra na cabeça e teve afundamento craniano. O número de feridos foi divulgado pela assessoria de comunicação da Câmara e inclui funcionários, agentes de segurança e manifestantes.
Segundo o boletim, o policial está lúcido e com sinais vitais normais. Depois de receber alta, ele continuará em observação num apartamento do hospital, sob os cuidados de um neurocirurgião. "O paciente apresenta boa evolução clínica, lúcido e sem déficit motor, sinais vitais normais, padrões respiratório e hemodinâmico satisfatórios", diz o boletim.
O próximo boletim médico deve ser divulgado no início da tarde.
O plenário acaba de aprovar duas modificações feitas pelo Senado ao projeto de lei de conversão da Medida Provisória 283/06, approved aprovado pela Câmara no último dia 2. A MP atribui novas funções ao Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit); assegura a funcionários do Departamento Nacional de Obras contra as Secas (Dnocs) a continuidade do pagamento da complementação salarial instituída em 1988; prorroga contratos temporários de funcionários da Agência Nacional da Aviação Civil (Anac) e cria 173 cargos em comissão de direção e assessoramento superiores (DAS) em diversos órgãos federais.
O relator da MP, visit this deputado José Pimentel (PT-CE), stuff acolheu essas duas emendas do Senado, mas recomendou a rejeição de uma terceira. Segundo ele, a redação da emenda poderia abrir espaço para que os servidores da Polícia Federal fossem retirados do regime único do serviço público federal. Com aprovação do parecer de Pimentel, foi concluída a análise do projeto, que será enviado agora à sanção presidencial.
A Ordem do Dia foi encerrada em seguida, com o pedido do relator da MP 285/06, deputado Eunício Oliveira (PMDB-CE), de uma sessão para a elaboração de seu parecer. A MP viabiliza a renegociação de dívidas agrícolas, e sofreu várias alterações no Senado.
Os Estados Unidos não consideram os comentários feitos pelo presidente Mahmoud Ahmadinejad como uma resposta formal do Irã à oferta de incentivos e negociações, dosage feita por seis potências mundiais, para solucionar a questão nuclear, disse uma autoridade dos EUA.
Pedindo para não ser identificado, por se tratar de um assunto diplomático delicado, a autoridade também disse que os comentários feitos pelo presidente iraniano não deram sinais de que o Irã esteja preparado para suspender suas atividades de enriquecimento e reprocessamento de urânio – condição central para a oferta das potências.
Os EUA "evitam qualquer reação até que recebam a resposta formal, por meio de Solana", disse a autoridade, referindo-se ao chefe da política externa da União Européia (UE), Javier Solana – que apresentou hoje a oferta das potências ao Irã.
Questionado se o governo Bush encarava os comentários de Ahmadinejad, feitos hoje, como positivos, a autoridade respondeu: "Eles falaram algumas vezes agora em um interesse nas negociações, mas ainda não fizeram nenhum compromisso com as condições para negociar." "A bola ainda está no campo do Irã", acrescentou ele.
Ahmadinejad disse hoje que ameaças não funcionariam em nenhuma negociação para solucionar a disputa relativa ao programa nuclear iraniano, mas afirmou que o Irã estava pronto para esclarecer os mal-entendidos com o mundo.
Ele disse que o Irã não pretendia abandonar seus direitos "nucleares" – abreviação comum no Irã para enriquecimento de urânio –, mas alguns analistas dizem que o discurso refletiu uma disposição maior de Teerã para manter negociações sobre suas ambições atômicas.
Os Estados Unidos estão liderando uma manobra internacional para interromper o que eles dizem ser uma busca iraniana por armas nucleares. O Irã, que é o quarto maior exportador de petróleo do mundo, diz que seu programa nuclear objetiva apenas gerar energia pacífica para responder às demandas crescentes da população.