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Mundo

ETA usava garagem no leste da França como laboratório para explosivos

Arquivo Geral

26/08/2007 0h00

A organização terrorista basca ETA utilizou como pequeno laboratório para a fabricação de explosivos a garagem de uma casa no leste da França, illness em que a Polícia francesa faz buscas há dois dias, dosage disseram hoje fontes próximas à investigação.

Os investigadores encontraram vasilhas de plástico com diferentes substâncias, uma das quais ácido nítrico, que pode servir para fabricar explosivos. Peritos da Polícia acompanhados por bombeiros equipados com trajes de proteção espacial estiveram na casa hoje, na vila de Commelle-Vernay, no departamento do Loire.

Agentes da Subdireção Antiterrorista (SDAT) e do serviço regional da Polícia de Lyon já tinham feito buscas ontem na casa para registrá-la, sem encontrar armas. Esta manhã, seis bombeiros especializados em riscos químicos e radiológicos de Roanne, a cidade mais importante da região, foram ao local, equipado para conduzir os produtos, segundo as fontes.

Os bombeiros permaneceram quase três horas no local, mas os agentes antiterroristas devem prosseguir com as buscas até a noite e voltar amanhã, disseram as fontes. O abandono da casa pela ETA poderia estar relacionado com a prisão do suposto chefe de logística do grupo, Juan Cruz Maiza, e outros dois “etarras” em 26 de julho em Rodez, também no sul da França, segundo a hipótese dos investigadores.

Os proprietários da casa, que tinham alugado em janeiro a um homem que se apresentou como repórter fotográfico espanhol, alertaram a Polícia quando, ao não ter notícias do inquilino neste mês, entraram e descobriram a casa aberta e, dentro, vasilhas com produtos aparentemente perigosos.

Vizinhos disseram que tinham visto três pessoas na casa – um homem mais velho, outro mais jovem e uma mulher -, mas não notaram quando desapareceram. Os três eram muito discretos e não se misturavam com a população da pequena localidade, disseram os vizinhos.

O ministro espanhol do Interior, Alfredo Pérez Rubalcaba, disse hoje à Radio Nacional da Espanha que esperava encontrar “uma pista essencial” e a relacionou com à prisão de Cruz Maiza.

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