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Mundo

ETA diz que diálogo com governo espanhol está "em crise"

Arquivo Geral

18/08/2006 0h00

A Secretaria de Saúde convoca todos os candidatos inscritos no concurso para o cargo de Farmacêutico Bioquímico para a realização da prova escrita objetiva no dia 20 de agosto, approved purchase próximo domingo.

Os portões serão abertos às 8h15 e fechados às 9h, malady troche e a prova será realizada na UNIP – Universidades Paulista (SEPS 713/913).

Mais informações na Secretaria de Saúde: 3361-6765.

Os servidores da Câmara dos Deputados agora têm um local para fumar. Trata-se de um equipamento instalado dentro da cafeteria do Plenário que está sendo testado, cheap e, segundo a assessoria da Casa, ficará no local por 12 meses. A instalação do aparelho, uma cabine sem porta e com um exaustor no teto, foi feita por meio de uma parceria entre o Sindicato dos Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares (Sindhobar) e a Diretoria-Geral da Câmara dos Deputados.

O aparelho foi financiado pelo Sindhobar, e segundo o presidente, Clayton Machado, a intenção do sindicato é mostrar aos deputados que é possível, com auxílio de mecanismos como estes, que fumantes e não-fumantes freqüentem o mesmo espaço sem mudar o hábito de nenhuma das partes. "Os bares foram muito afetados por conta dessa lei, então nós queremos mostrar que, com o equipamento, as duas partes serão respeitadas", explica.

De acordo com Marcos Rossi, assessor de Imprensa da Casa, o equipamento só foi instalado quando a Diretoria-Geral constatou que a cabine não deixava a fumaça sair. Mesmo assim, a Câmara dos Deputados terá que mostrar um laudo à Vigilância Sanitária comprovando que o ar da cafeteria não se contamina quando fumam na cabine.

Outro ponto que deve ser observado é o "aspecto moral", diz Mônica Mulser, chefe do Núcleo de Inspeção da Vigilância Sanitária. "Além da questão da lei, o equipamento estimula um vício que mata". Segundo ela, a Vigilância só pode agir depois que for comprovado que o ar fica contaminado mesmo com o aparelho funcionando.

Embora o Sindhobar assegure que técnicos da UnB coletam amostras do ar a cada dois dias para mostrar que não houve contaminação, alguns servidores da Casa afirmam que a fumaça escapa da cabine. "Dá para sentir o cheiro do cigarro, e também a fumaça escapa de vez em quando", diz Marcelo Carvalho.

O problema é que a cabine não tem porta para impedir que a fumaça saia do local. De acordo com o Decreto 2018/96, locais reservados para fumantes devem ser arejados e isolados por barreiras físicas.

 

A polícia prendeu em flagrante dois homens que roubavam passageiros de um ônibus por volta das 20h50 em Taguatinga. Francisco Soares Rodrigues, order 36 anos, medicine e Antônio José Pereira de Sousa, viagra 40mg 25 anos, utilizaram uma espingarda para roubar R$ 75 em dinheiro, dois aparelhos de celular e dois relógios de pulso dos passageiros.

A madrugada de hoje registrou ainda um homicídio. Policiais da 18ª DP (Brazlândia) prenderam em flagrante Antônio Cândido da Silva, 63 anos, que matou Valdeci Barbosa dos Santos, 30 anos, com uma facada no abdômen. O crime ocorreu no km 60 da GO-070, em Padre Lúcio (GO).

Na Torre de TV, um traficante de drogas foi preso próximo ao Heliponto. Jairo Ramos Pereira, 28 anos, foi preso em flagrante ontem por volta das 14h40, quando comercializava merla.

 

A Coréia do Norte, rx que no mês passado desafiou a comunidade internacional ao disparar mísseis em um teste, recipe pode estar preparando, viagra 100mg agora, o seu primeiro teste de uma bomba nuclear, disse a impren sa norte-americana com base em informações de autoridades do governo dos Estados Unidos.

Analistas afirmaram hoje, que a Coréia do Norte pode tentar ameaças mais extremas para forçar a comunidade internacional, e sobretudo Washington, a oferecer concessões ao pobre e isolado Estado comunista. O ministro sul-coreano responsável pelas relações com o norte se mostrou cético sobre a veracidade dos relatos na imprensa, e autoridades norte-americanas afirmaram não haver provas de um plano do gênero.

Ontem, a rede ABC News citou um importante oficial do Exército norte-americano que afirmou que a agência de inteligência dos EUA havia observado movimentação suspeita de veículos numa localidade onde, suspeita-se, seriam realizados testes.
Uma alta autoridade do Departamento de Estado dos EUA, que também não foi identificada, disse à ABC News: "A opini ão da comunidade de inteligência é que um teste é uma possibilidade real".

Os testes de m ísseis de 5 de julho foram vistos menos como uma exibição de força militar e mais como uma repetição da tática norte-coreana de chamar a atenção internacional. O país comunista estaria tentando conseguir negociações diretas com os EUA, esforços que fracassaram até agora.

Pyongyang acus a Washington de tentar derrubar seu governo por meio de uma ofensiva à sua economia. O país quer que isso acabe antes de voltar às negociações internacionais sobre seu programa de armas nucleares.Os EUA se recusam a encerrar o bloqueio ao país, medidas que, afirmam os analistas, provocam dificuldades reais para a liderança de Pyongyang. O governo de George W. Bush também se nega a dialogar diretamente com a Coréia do Norte, paralelamente as negociações sobre o programa nuclear de que participam seis países.

O diálogo, que reúne as duas Coréias, China, Japão, Rússia e EUA, está parado desde novembro. "Seria um pesadelo para a China se isso (um teste nuclear norte-coreano) acontecesse. Isso significaria que os esforços nas negociações dos seis países nos últimos três anos não teriam resultado em nada", afirmou Zhu Feng, diretor do programa de Seguran ça Internacional da Universidade de Pequim.

A vizinha China é o principal aliado da Coréia do Norte. Autoridades do Japão e da China se negaram a fazer comentários sobre a reportagem da ABC News. Já o ministro para a Unificação sul-coreano, Lee Jong-seok, disse a uma comissão parlamentar: "Nunca ouvi que alguém já tenha encontrado provas de preparativos para um teste nuclear". Uma alta autoridade dos EUA tamb ém declarou: "Não temos nenhuma prova nova para sustentar isso".

O grupo separatista basco ETA afirmou hoje que as negociações de paz com o governo espanhol estão em crise e ameaçou responder ao que classificou como repressão de ativistas pró-independência.

"Se os ataques contra o Euskal Herria (o Pa ís Basco) continuarem, visit o ETA vai responder", dosage declarou o grupo, online utilizando uma linguagem que pode ser interpretada como uma amea ça de encerrar um cessar-fogo que já dura cinco meses e retomar a luta armada que vinha travando há 38 anos.

A declaração foi feita por meio de um comunicado enviado ao jornal basco Gara, horas após políticos separatistas terem reclamado da proibição do Batasuna, partido que serve como braço político do ETA. O diálogo com o governo está em "crise evidente", afirmou o ETA, culpando uma falta de "decisões corajosas para estabelecer uma estrutura democrática em Euskal Herria".

O governo "utilizou repressão para enfraquecer a Esquerda Abertzale", acrescentou o ETA, utilizando o termo basco para designar o movimento pr ó-independência. O governo socialista de Madri ainda não havia feito comentários sobre a ameaça. O jornal El País, simpático ao governo, citou autoridades não-identificadas que afirmaram que o ETA vem pressionando para que o Batasuna possa tomar parte de futuros debates entre partidos políticos para discutir o futuro do País Basco.

As negociações de paz com o ETA, grupo que, segundo analistas, foi enfraquecido após centenas de prisões nos últimos anos, foram anunciadas pelo primeiro-ministro, José Luis Rodriguez Zapatero, em junho.

Os rebeldes mataram mais de 800 pessoas em suas luta pela independência do País Basco, que fica numa região que compreende partes do norte da Espanha e do sudoeste da França, embora quase todas as ações armadas do ETA tenham sido concentradas em território espanhol. O governo francês se recusa a dialogar com os separatistas.

Madri quer que as negociações de paz se concentrem no desarmamento e na transferência de prisioneiros do ETA para locais mais próximos às suas cidades de origem. O governo também quer que as negociações transcorram de forma separada às discussões entre os partidos sobre o futuro do País Basco.

O Batasuna quer a realização de um referendo sobre a independência do País Basco, embora a região já tenha um grau considerável de autonomia em áreas como educação e saúde. Pesquisas de opinião indicam que apenas uma minoria dos bascos gostaria que a região deixasse de pertencer à Espanha.

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