A ETA se responsabilizou pelos atentados em comunicado publicado em sua edição digital pelo jornal “Gara”, que a organização costuma utilizar para divulgar seus pronunciamentos.
O atentado que custou a vida do inspetor Eduardo Puelles, em 19 de junho passado, foi cometido pelos “etarras” na cidade de Bilbao, norte da Espanha, mediante a colocação de uma bomba no automóvel do agente da Polícia Nacional.
No outro atentado com vítimas fatais, ocorrido em 30 de julho na ilha de Palma de Mallorca, perderam a vida os guardas civis Carlos Sáenz de Tejada e Diego Salva após a explosão de seu carro patrulha no qual os terroristas haviam colocado uma bomba acionada à distância.
A ETA assumiu, além disso, a explosão de uma caminhonete-bomba contra um quartel da Guarda Civil na cidade de Burgos, centro da Espanha, em 29 de julho, que deixou 65 pessoas levemente feridas, e a provocada 19 dias antes perante a sede do Partido Socialista do País Basco (País Basco) na localidade de Durango. EFE