Os estoques das companhias representam o valor em dólares dos produtos nos armazéns dos fabricantes, atacadistas e no varejo, e sua relação com as vendas é um indicador importante da direção a curto prazo da atividade produtora.
O dado do mês de fevereiro superou em um décimo o esperado pelos analistas, que tinham previsto uma queda de 1,2%.
Em fevereiro, os estoques de veículos automotivos e autopeças registraram uma queda de 3%.
O Departamento de Comércio revisou o dado de janeiro, que passou de uma queda de 1,1% no relatório inicial a uma baixa de 1,3%, assim como em fevereiro.
Além disso, as vendas das empresas aumentaram 0,2% em fevereiro, após uma queda de 1,2% em janeiro.
Em comparação a fevereiro do ano anterior, os estoques das firmas são 3,5% mais baixos, enquanto as vendas diminuíram 13%, segundo o relatório do Governo.
Com esta nova queda, que é a sexta consecutiva dos estoques, este é o período mais longo desde a recessão de 2001, quando as reservas das companhias caíram durante 15 meses consecutivos, até abril de 2002.