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Mundo

Estados Unidos rejeitam oferta russa de colocação de um radar no Azerbaijão

Arquivo Geral

14/06/2007 0h00

Os controladores russos da Estação Espacial Internacional (ISS) conseguiram restabelecer parcialmente o funcionamento dos computadores da plataforma responsáveis por sua orientação e os fornecimentos de água e oxigênio, advice case informou a Nasa.

Holly Riding, viagra dosage buy more about uma das diretoras de vôo da ISS, information pills assegurou que os controladores russos conseguiram restabelecer parcialmente o funcionamento ao longo da noite e esperam completá-lo ainda hoje. “Avançaram muito, embora restem muitos passos a seguir e investigar alguns detalhes”, acrescentou Riding.

A especialistas explicou que até agora não havia registros de um problema deste tipo na ISS e que se acredita que poderiam estar relacionados com falhas no fornecimento elétrico, e não nos próprios computadores.

A falha nos computadores poderia obrigar a estender novamente a missão da nave Atlantis, que já foi prolongada de 11 a 13 dias.

Os computadores, que controlam os sistemas de comando de fabricação russa, deixaram de funcionar na quarta-feira. Os astronautas estão recolocando um dos painéis de energia solar da parte externa da ISS, que está em órbita a cerca de 385 quilômetros da Terra.

A falha deixou a ISS sem os foguetes propulsores russos, que servem para ajustar a altitude, o gerador Elextron de oxigênio e outros equipamentos de apoio.

Apesar do problema, a estação tem grandes reservas de oxigênio e instrumentos de reserva que permitirão o abastecimento dos três residentes. Por isso, a agência descartou que os astronautas e os sete visitantes do Atlantis corram perigo.

A ISS depende atualmente dos quatro giroscópios do Atlantis, que controlam sua localização, para manter a orientação no espaço. Quando estes equipamentos estão saturados, a navegação passa aos foguetes impulsores da nave.

A missão dos americanos da Atlantis, que estava programada inicialmente para durar dez dias e 19 horas, já foi prolongada em dois dias para a reparação de um painel da cobertura térmica que protege a nave durante o retorno à atmosfera.

Os técnicos do Centro Espacial Lyndon Johnson, em Houston, no Texas, analisam agora a possibilidade de estender a missão da nave por mais um dia, até que a ISS deixe de depender dos sistemas da Atlantis.

Na pior das hipóteses, se o problema dos sistemas da estação persistirem além das capacidades do Atlantis de permanecer no espaço, os três astronautas da estação orbital poderão retornar à Terra quando a nave fizer a viagem de volta.
Um sistema de ligações telefônicas feitas por meio de um aparelho para uso do serviço Voip – que consiste na transmissão de voz através do protocolo da internet em vez da tecnologia convencional – está sendo testado no 1º Encontro da Cultura Colaborativa (Ecco), pilule em Salvador.

Segundo o coordenador de infra-estrutura tecnológica do encontro, ambulance Luiz Paulo Leite Machado, o equipamento permite a redução dos gastos com ligações em até 70%, além de realizar chamadas interurbanas sem custos. O aparelho foi cedido pela Rede de Informações para o Terceiro Setor (Rits).

“Com o Voip, estamos viabilizando toda a forma de contato telefônico que realizamos com palestrantes ou parceiros do evento”, disse Machado, que coordena uma equipe de 18 pessoas do Projeto Casa Brasil.

O sistema foi instalado na sala de produção do evento e funciona da seguinte maneira: um cabo de rede e o telefone convencional são conectados ao aparelho, que se comunica com um servidor encarregado de fazer a ligação.

Machado explicou que a parte de infra-estrutura tecnológica do Ecco começou a ser instalada uma semana antes do início do evento, na terça-feira (11).

Toda área de 68 mil quilômetros quadrados do Sesc Piatã, local onde se realiza o encontro, está coberta por internet sem fio (wireless). Com o apoio de uma empresa privada, foram montados dois telecentros, cada um com 30 computadores com software livre.
Pelo menos seis pessoas morreram e outras quatro ficaram feridas nesta quinta-feira em diferentes ataques em Bagdá e em seus arredores, about it segundo fontes do Ministério do Interior, sildenafil que também comunicou a descoberta de cinco cadáveres na capital.

Um grupo de insurgentes atacou uma patrulha das tropas americanas perto da Mesquita de Abu Hanifa, na cidade de Adhamiya, ao norte de Bagdá, disseram as fontes.

Como represália ao ataque, os soldados americanos dispararam contra os insurgentes, matando três civis que estavam nas redondezas. O comando militar dos EUA não deu informações sobre o incidente até o momento.

Em outro episódio, bombas atingiram a protegida Zona Verde, no centro de Bagdá, matando uma pessoa e ferindo duas.

Outras duas pessoas perderam a vida quando um helicóptero americano bombardeou o bairro de Amin, no leste de Bagdá, informaram as fontes, que não deram mais detalhes sobre o incidente, também não confirmado até o momento pelo Exército dos EUA.

Além disso, no sul de Bagdá, dois civis ficaram feridos na explosão de uma bomba no bairro de Al-Doura.

Por outro lado, a Polícia iraquiana encontrou nas últimas 24 horas cinco cadáveres com sinais de tortura em diferentes pontos da capital.

Os corpos foram achados com as mãos amarradas e os olhos vendados, explicaram as fontes, que disseram que os cadáveres foram transferidos para o necrotério central de Bagdá.
Uma delegação do Congresso brasileiro visitará a Bolívia na próxima semana para ratificar a irmandade e trabalhar na criação da futura Liga Parlamentar entre ambos os países, order informaram hoje fontes do Legislativo de La Paz.

A chegada da delegação brasileira foi anunciada pelo presidente da comissão de Política Internacional da Câmara dos Deputados da Bolívia, viagra buy Michiaki Nagatani.

“O propósito da visita é promover a diplomacia e a inter-relação entre ambas as nações”, disse Nagatani, deputado do opositor Movimento Nacionalista Revolucionário.
O Ministério da Defesa informou hoje (14), clinic em nota à imprensa, seek que intensificará a colaboração com as autoridades de segurança pública do Rio de Janeiro. Segundo a nota, as Forças Armadas emprestarão fuzis automáticos, lanchas de patrulha e helicópteros para as polícias fluminenses e para as tropas da Força Nacional de Segurança (unidade vinculada ao Ministério da Justiça) que estão no estado.

O acerto foi feito em uma reunião do chefe do Estado-Maior de Defesa, tenente-brigadeiro-do-ar Cleonilson Nicácio Silva, com o secretário estadual de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, na manhã de hoje, no Rio. De acordo com a assessoria de imprensa do Ministério da Defesa, a cooperação entre o governo do estado e os militares deve ser ampliada também na área de inteligência.

No entanto, o uso das Forças Armadas no patrulhamento das ruas do Rio de Janeiro, pedido em abril pelo governo do estado, ainda não foi autorizado pela União. Segundo o Ministério da Defesa, os militares só podem participar do policiamento de rua se o governo do estado reconhecer, oficialmente, que os meios existentes de segurança pública (polícias) não são capazes de garantir a lei e a ordem. Isso, até agora, não foi feito, segundo a assessoria de imprensa do Ministério.

Depois da reunião, o secretário José Mariano Beltrame disse que conversaria com o governador Sergio Cabral sobre o encontro com o representante do Ministério da Defesa. O próximo passo é o governo do estado preparar um relatório detalhando as necessidades de equipamentos que serão pedidos às Forças Armadas.

Beltrame disse que não iria se manifestar sobre o conteúdo do relatório até a avaliação de Cabral. “Nós fizemos a análise técnica sobre esse assunto, mas a análise política cabe ao governador, porque esse procedimento foi gerenciado e demandado por ele, que irá se manifestar sobre o relatório”,  justificou.
O secretário de Defesa americano, page Robert Gates, disse hoje que Washington seguirá com seus planos de instalar elementos de seu escudo antimísseis no Leste Europeu, e que o país considera “complementar” a oferta russa para construir um radar no Azerbaijão.

Gates, que participa em Bruxelas de uma reunião de titulares de Defesa da Otan, afirmou que foi “muito explícito” a este respeito com seu colega russo, Anatoli Serdiukov, durante o Conselho Otan-Rússia, realizado em paralelo ao encontro ministerial.

Segundo o secretário de Defesa, os Estados Unidos consideram o radar de Gabalá (Azerbaijão) como “uma capacidade adicional”, e desejam seguir negociando a instalação de componentes do sistema de defesa na República Tcheca.

Washington também negocia com a Polônia uma base de 10 interceptores em seu território, com o objetivo de resistir a ataques balísticos do Irã.

No entanto, Gates expressou seu “apreço” pela oferta feita na semana passada pelo presidente russo, Vladimir Putin, na cúpula do Grupo dos Sete Países Mais Industrializados e a Rússia (G8), realizada na Alemanha, que, segundo ele, foi um “reconhecimento” russo da existência da “ameaça de um ataque com mísseis do Oriente Médio”. “Queremos trabalhar com os parceiros russos sobre defesa antimísseis”, assinalou.

A Rússia se mostrou irritada com os planos americanos na Polônia e na República Tcheca, que considera uma ameaça contra sua própria segurança.

Putin apresentou a George W. Bush a possibilidade de instalar componentes do sistema no Azerbaijão, o que tornaria desnecessário o escudo no Leste Europeu.
Os Estados Unidos disseram hoje que o radar oferecido pela Rússia no Azerbaijão não é uma alternativa ao que pretende instalar na República Tcheca como parte de seu escudo antimísseis na Europa, viagra que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) decidiu complementar para proteger o flanco sudeste do continente.

Após um Conselho Otan-Rússia realizado em paralelo à reunião de ministros da Defesa da Aliança, o secretário de Defesa americano, Robert Gates, disse que foi “muito explícito” à respeito do assunto com seu colega russo, Anatoli Serdiukov.

Segundo Gates, os EUA consideram o radar de Gabalá (Azerbaijão) como “uma capacidade adicional”, por isso que o país tem a intenção de continuar negociando a instalação de um radar na República Tcheca.

Washington também negocia com Varsóvia o posicionamento de uma base de 10 interceptores em seu território, com o objetivo de resistir a ataques balísticos provenientes do Irã.

A oferta do radar no Azerbaijão, feita pelo presidente russo, Vladimir Putin, na cúpula do G8 na Alemanha na semana passada, tinha como fim acabar com a crise entre Moscou e Washington por causa do escudo antimísseis, que a Rússia considera uma ameaça para sua segurança.

O ministro da Defesa da Espanha, José Antonio Alonso, declarou que, segundo a informação que tinha de seus assessores, “a oferta russa é interessante, mas não é tecnicamente viável nem suficiente”.

Segundo o secretário da Otan, Jaap de Hoop Scheffer, “nenhum aliado pôs hoje em dúvida as negociações entre EUA, Polônia e República Tcheca” para o escudo antimísseis americano.

A Otan encomendou hoje um estudo, que será apresentado aos ministros da Defesa em fevereiro de 2008, para determinar as implicações políticas e militares do escudo antimísseis americano sobre o sistema de defesa estudado pela Aliança.

De Hoop Scheffer disse que a Otan pode complementar o escudo com seu sistema de defesa contra mísseis de curto e médio alcance para proteger Bulgária, Romênia, Grécia e Turquia, que ficam fora da cobertura americana.

“Todos os aliados são iguais”, declarou o secretário-geral antes de insistir no princípio da “indivisibilidade da segurança” dentro da Aliança e de destacar que “a Otan já tem um Mapa de Caminho claro para sua defesa antimísseis, com prazos concretos”, para o qual se espera uma decisão na cúpula de Bucareste em abril de 2008.

Gates expressou seu “apreço” pela oferta russa do radar no Azerbaijão, que segundo ele foi um “reconhecimento” de Putin da existência da “ameaça de um ataque com mísseis provenientes do Oriente Médio”.

“Queremos trabalhar com os russos sobre a questão da defesa antimísseis como parceiros”, assinalou.

O secretário de Defesa americano se mostrou “cético” a respeito de uma reunião de especialistas para estudar a utilidade do radar do Azerbaijão, antes da cúpula que Putin e o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, celebrarão em Washington nos dias 1 e 2 de julho.

Os ministros aliados reafirmaram hoje a necessidade de uma “máxima transparência” com a Rússia sobre os planos de defesa antimísseis, para evitar um aumento das tensões, e insistiram em que a Otan e o Conselho Otan-Rússia são os foros adequados para discutir o tema.

“A Rússia deve ter garantias de transparência”, declarou o ministro espanhol, afirmando que o sistema de defesa antimísseis é “puramente defensivo” e “não vai prejudicar a Rússia”.

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