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Mundo

Estados Unidos e Irã quebram o gelo com reunião em Bagdá sobre segurança do Iraque

Arquivo Geral

28/05/2007 0h00

O líder do PSDB no Senador, generic rx Arthur Virgílio (AM), decease defendeu hoje que o presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL), seja ouvido antes de ser condenado. “A democracia exige direito de defesa amplo e a liderança de um partido como o PSDB me impõe a responsabilidade de ouvir com sobriedade”, afirmou Virgílio.

Renan Calheiros foi acusado pela revista de ter contas particulares e campanhas eleitorais pagas por Cláudio Gontijo, da construtora Mendes Júnior. “As denúncias são desagradáveis e se confirmadas seriam gravíssimas. É preciso que no discurso ele [o presidente do Senado] também aborde esse ponto com clareza.”

Está previsto para hoje, às 15h30, um pronunciamento de Renan Calheiros no plenário do Senado. Questionado sobre a permanência do alagoano à frente da presidência, Arthur Virgílio disse esperar que ele consiga se explicar bem e contornar a situação. “Se uma mera denúncia significasse que alguém tivesse que renunciar ao cargo ou renunciar a presidência do Congresso, aí eu trocaria logo de profissão, passaria a escrever denúncias.”

Ao comentar a situação do governador de Alagoas, Teotônio Vilela Filho (PSDB), que está sendo investigado pela Polícia Federal por suposto envolvimento no esquema desmontado pela Operação Navalha, o líder do PSDB disse que o nome do governador “foi citado de maneira muito superficial nisso tudo”. “Teotônio Vilela é uma figura que merece a confiança do partido”.

Na semana passada, o governador de Alagoas determinou a realização de uma auditoria pela Controladoria-Geral do Estado em todos os processos que envolvam a construtora Gautama, na qual o dono e funcionários são acusados de desviar recursos de obras públicas em vários estados.



 


Uma conversa registrada pela caixa-preta do jato Legacy, sale que colidiu com o Boeing da Gol em setembro de 2006, salve mostra insegurança dos pilotos em relação aos equipamentos da aeronave. A conversa, approved obtida pela rádio Jovem Pan, mostra os pilotos Jan Paladino e Joseph Lepore em discussão.

Em um dos trechos da conversa, um dos pilotos afirma: “Mas eu não sei qual deles!”. Em seguida, o outro piloto diz: “você teria que provavelmente ler o manual para ver qual configuração seria”, e o outro responde: “eu estou com medo de ler alguma coisa agora!”. Logo depois, um deles afirma: “não faça nada, apenas desligue, tudo bem?”.

Nas conversas, não é possível distinguir se o equipamento do qual eles falam seria o transponder, que estaria desligado no momento da colisão, de acordo com as investigações sobre o acidente. O equipamento é responsável por enviar alertas aos pilotos em caso de possibilidade de colisão com outras aeronaves.

Na sexta-feira, os dois pilotos foram denunciados culposamente pelo acidente que resultou na morte 154 pessoas, no dia 29 de setembro do ano passado. Segundo o procurador Thiago Lemos de Andrade, que fez a denúncia, os pilotos não tinham consciência do risco, mas estavam errados porque deveriam estar em outra altitude. O procurador afirmou que o transponder do jato Legacy teve desligamento acidental.


Os Estados Unidos e o Irã realizaram hoje sua primeira reunião direta desde 1980, story quando romperam relações diplomáticas, view e ambos consideraram que a reunião – exclusivamente sobre o Iraque – foi positiva, web apesar das divergências.

Essa posição foi manifestada pelos chefes das delegações americana e iraniana manifestaram na reunião, papel de seus embaixadores em Bagdá Ryan Crocker (dos Estados Unidos) e Hassan Kazem (do Irã), após manter três sessões de conversas que duraram cerca de quatro horas.

Por enquanto, podem ser considerados pelo menos dois resultados tangíveis: uma nova reunião nas mesmas condições – segundo Crocker, por sugestão do Irã – e a formação de uma comissão trilateral de segurança que ajude o Iraque a reforçar seus órgãos de defesa, disse o diplomata iraniano.

Isso não impediu que o embaixador dos Estados Unidos voltasse a recriminar o Irã devido a seu apoio a diversos grupos rebeldes no país, e que o diplomata iraniano respondesse que as forças americanas treinaram de forma insuficiente a nova Polícia e o Exército iraquianos.

Crocker, em sua breve entrevista coletiva, ressaltou que não foram alcançados grandes avanços, mas disse que a reunião foi “positiva”, apesar de “os iranianos não terem respondido a grande parte das questões relacionadas ao encontro”.

O diplomata americano afirmou em que “não houve outras discussões senão a segurança no Iraque”, e negou que tenham discutido o polêmico programa nuclear iraniano ou outros temas.

Além disso, a reunião não abordou uma hipotética retirada das tropas dos Estados Unidos do Iraque, que invadiram o país árabe em março de 2003 e que já sofreram mais de 3.400 baixas.

Kazem disse que os assuntos foram abordados “de maneira muito franca e clara”, e em um ambiente positivo.

Além disso, afirmou que as duas partes “concordaram em adotar uma postura comum de apoio ao Governo iraquiano”, e que, “nestas atuais circunstâncias, temos um idêntico ponto de vista no que diz respeito ao problema de segurança (no Iraque)”.

O diplomata iraniano antecipou que “a reunião de hoje é o primeiro passo de uma série de negociações entre os dois países, especialmente depois que o Governo iraquiano pediu que continuem, e temos uma tendência positiva a respeito”.

O dialogo entre os EUA e o Irã coincidiu hoje com uma onda de ataques no Iraque, que deixou 36 mortos e 88 feridos, além da descoberta de doze cadáveres em Bagdá, informaram fontes policiais.

O atentado mais violento – cometido com um carro-bomba em um mercado da praça de Al-Sheikh, no centro da capital – matou 24 pessoas e feriu outras 68.

A explosão causou danos materiais na mesquita Sheik Abdul Qadir al-Jilani, uma das mais frequentadas pelos árabes sunitas do Iraque, e destruiu 16 carros particulares e seis motos que estavam estacionadas no local.

Uma hora depois deste ataque, quatro civis morreram e outros dez ficaram feridos devido à explosão de uma bomba perto do restaurante Al-Ghadir, na zona de Bab al-Moazzam, também em Bagdá.

Além disso, uma pessoa morreu e outras três ficaram feridas devido à explosão de um carro-bomba que estava estacionado no bairro de Karrada, afirmaram as fontes.

Os policiais iraquianos não escaparam da violência que castigou hoje a capital. Três deles morreram e outros sete ficaram feridos em uma emboscada colocada por um grupo de homens armados em um bairro do centro de Bagdá.

Na província de Salah ad-Din, ao norte da capital, supostos insurgentes mataram quatro guarda-costas de Hamad Saleh al-Hassan, chefe do “Conselho de Salvação” da província, formado por vários clãs para lutar contra os rebeldes na zona.

Além disso, a Polícia encontrou 12 cadáveres de pessoas assassinadas a tiros na zona industrial de Awiriy, no sul de Bagdá. Os corpos, todos de identidade desconhecida, tinham as mãos e os pés amarrados e os olhos vendados.

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