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Mundo

Especialista diz que álcool pode não ter influenciado acidente de Diana

Arquivo Geral

12/11/2007 0h00

O especialista em acidentes John Searle disse hoje que as provas de que o motorista do Mercedes no qual a princesa Diana morreu estava alcoolizado não são “necessariamente relevantes” para explicar a causa do acidente.

Searle, page contratado pelo milionário Mohamed al-Fayed, viagra dosage pai de Dodi al-Fayed – que morreu no mesmo acidente que vitimou Lady Di -, deu tal declaração perante o júri encarregado da investigação judicial sobre a tragédia ocorrida em Paris no dia 31 de agosto de 1997.

Segundo o especialista, beber uma quantidade igual à atribuída ao motorista francês Henri Paul, mesmo sendo o dobro do limite de álcool permitido legalmente para dirigir no Reino Unido, ocasiona apenas um “pequeno risco” de acidente.

Apesar de admitir que o motorista tenha consumido álcool, Searle disse que se as chances de acidente tivessem aumentado, a probabilidade de este acontecer seria de “uma em mil”.

Henri Paul também morreu quando o Mercedes que levava Diana e Dodi, perseguido por vários paparazzi, bateu em uma pilastra de um túnel em Paris, há mais de dez anos. O guarda-costas de Lady Di, Trevor Rees-Jones, foi o único que sobreviveu ao acidente.

Exames médicos confirmaram que Paul ingeriu mais do que o dobro da quantidade de álcool permitida para dirigir no Reino Unido, segundo o júri que investiga o caso.

No entanto, o pai de Dodi – que crê na existência de uma conspiração para provocar a morte de Diana e de seu filho – acha que o motorista não estava bêbado no momento do ocorrido e que os resultados dos exames feitos em Paul podem ter sido alterados.

Por outro lado, os advogados de Mohamed al-Fayed solicitaram a revisão da decisão do juiz encarregado do caso, Scott Baker, emitida na semana passada, de que as transcrições dos interrogatórios feitos pela Polícia aos paparazzi – que agora se negam a testemunhar – podem ser usadas como provas.

O juiz também confirmou na terça-feira passada a recusa das autoridades francesas a obrigar os “paparazzi” a prestarem depoimento na investigação judicial sobre o acidente.

A maior parte dos fotógrafos parou de cooperar com as investigações depois que Stéphane Darmon, o condutor da moto na qual estava o fotógrafo Romuald Rat na noite em que a princesa morreu, foi submetido a um novo interrogatório exaustivo e supostamente agressivo em Londres, no último mês de outubro.

O advogado Michael Mansfield, que representa Fayed, alega que, caso estes fotógrafos não sejam forçados a testemunhar, outras testemunhas francesas – incluindo especialistas que possivelmente serão elementos-chave nas investigações – podem se negar a depor.

Antes desta investigação judicial, houve outras duas, uma francesa e outra a cargo da Polícia Metropolitana de Londres, que chegaram a conclusões idênticas: no momento do choque, Paul dirigia em alta velocidade e sob efeito de álcool, provocando o acidente que causou as mortesaram 702,4 milh

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