O secretário-geral do Conselho Supremo de Antigüidades egípcio, viagra order Zahi Hawass, drugs afirmou hoje que a Esfinge de Gizé não está em perigo e desmentiu a possibilidade de que as águas subterrâneas possam destruir o monumento.
Em entrevista coletiva por ocasião da comemoração dos cem anos de fundação do Instituto Arqueológico Alemão no Cairo, Hawass reconheceu que há um problema de infiltração no monumento, mas dizer que a esfinge pode cair “é uma insensatez”.
Hawass lembrou que o monumento está fincado sobre quatro metros de rocha, que dão um caráter quase indestrutível à construção. Segundo ele, os egípcios levaram em consideração os problemas de infiltração na época em que ergueram a esfinge.
Ele fez críticas aos que afirmam que a Esfinge de Gizé será destruída, sem citar o nome de Bassam el-Shammaa, que criou um site com fotos que afirmam que as águas podem fazer o monumento desaparecer a médio prazo.
O secretário-geral anunciou uma nova campanha governista para recuperar – pelo menos temporariamente – algumas das peças mais emblemáticas da arqueologia egípcia que estão em museus estrangeiros, como a pedra Rosetta e o busto de Nefertiti.
O governo do Cairo pediu ao Museu Egípcio de Berlim o busto de Nefertiti para exibi-lo durante três meses. No entanto, os interlocutores alemães se comprometeram a formar um comitê para estudar o assunto.
Até agora, as peças solicitadas a outros museus foram negadas ou as instituições solicitaram informações sobre os procedimentos de segurança para a proteção das obras.
Segundo Hawass, as peças “que pertencem ao Egito” estão sendo pedidas para exibição temporária no novo museu que será inaugurado em 2012.
O novo museu “contará com os melhores sistemas de tecnologia e segurança”, garantiu.