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Esfinge de Gizé não corre risco, segundo chefe do conselho antigüidades

Arquivo Geral

18/11/2007 0h00

O secretário-geral do Conselho Supremo de Antigüidades egípcio, viagra order Zahi Hawass, drugs afirmou hoje que a Esfinge de Gizé não está em perigo e desmentiu a possibilidade de que as águas subterrâneas possam destruir o monumento.

Em entrevista coletiva por ocasião da comemoração dos cem anos de fundação do Instituto Arqueológico Alemão no Cairo, Hawass reconheceu que há um problema de infiltração no monumento, mas dizer que a esfinge pode cair “é uma insensatez”.

Hawass lembrou que o monumento está fincado sobre quatro metros de rocha, que dão um caráter quase indestrutível à construção. Segundo ele, os egípcios levaram em consideração os problemas de infiltração na época em que ergueram a esfinge.

Ele fez críticas aos que afirmam que a Esfinge de Gizé será destruída, sem citar o nome de Bassam el-Shammaa, que criou um site com fotos que afirmam que as águas podem fazer o monumento desaparecer a médio prazo.

O secretário-geral anunciou uma nova campanha governista para recuperar – pelo menos temporariamente – algumas das peças mais emblemáticas da arqueologia egípcia que estão em museus estrangeiros, como a pedra Rosetta e o busto de Nefertiti.

O governo do Cairo pediu ao Museu Egípcio de Berlim o busto de Nefertiti para exibi-lo durante três meses. No entanto, os interlocutores alemães se comprometeram a formar um comitê para estudar o assunto.

Até agora, as peças solicitadas a outros museus foram negadas ou as instituições solicitaram informações sobre os procedimentos de segurança para a proteção das obras.

Segundo Hawass, as peças “que pertencem ao Egito” estão sendo pedidas para exibição temporária no novo museu que será inaugurado em 2012.

O novo museu “contará com os melhores sistemas de tecnologia e segurança”, garantiu.

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