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Escândalo sexual do Congresso ofusca mensagem antiterror de Bush

Por Arquivo Geral 06/10/2006 12h00

Pesquisadores suíços descobriram na região central da Síria vestígios de um camelo gigante, ed approved de uma espécie até então desconhecida que viveu há 100 mil anos. "É uma grande descoberta, website like this healing uma revolução na ciência", sales this site disse Jean-Marie Le Tensorer, da Universidade da Basiléia.

"Não se sabia que o dromedário estava presente no Oriente Médio há mais de 10 mil anos. Dá para imaginar? Os ombros do camelo se erguiam a três metros de altura, e ele tinha cerca de quatro metros, tão grande quanto uma girafa ou um elefante. Ninguém sabia que essa espécie existiu".

Tensorer, que escava o desértico sítio arqueológico de Kowm desde 1999, disse que os primeiros ossos foram achados em 2003, mas só recentemente, com a descoberta de mais ossos de outras partes do mesmo animal, confirmou-se que se tratava de um camelo.

Um grupo de humanos aparentemente matou o camelo quando ele bebia água em uma fonte, informou Tensorer, acrescentando que foram achados restos humanos, também de 100 mil anos, em local próximo, antes rico em água.

Os ossos humanos foram levados para a Suíça, onde foram submetidos a uma análise antropológica. "O osso é de um homo sapiens, ou homem moderno, mas o dente é extremamente arcaico, semelhante ao do neanderthal. Não sabemos ainda exatamente o que é. Temos um homo sapiens muito velho ou um neanderthal?", disse Tensorer.

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"Esperamos descobrir mais ossos que ajudem a determinar que tipo de homem era". Os humanos vivem na atual Síria há cerca de 1,5 milhão de anos, e a área teve um papel importante na migração dos primeiros humanos para a Ásia e a Europa, segundo o pesquisador.

Kowm, um sítio onde também foram achadas armas de pedra e sílica, é um vale de 20 quilômetros de largura entre duas cadeias montanhosas onde antes havia várias fontes.
O local começou a ser pesquisado na década de 1960, e ali foi detectada ocupação humana de 1 milhão de anos atrás.

Kwom tem grande importância porque atraía humanos e animais migrantes, como antílopes. Foram descobertas camadas arqueológicas abrangendo centenas de milhares de anos, o que é raro em um sítio aberto, de acordo com Tensorer. "Era mais ou menos uma savana", disse ele. "Os camelos de então provavelmente comiam o que comem hoje".

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O curso de formação de sargento do Departamento de Ensino da Aeronáutica está com inscrições abertas, health somente até hoje. São 319 vagas que exigem dos candidatos nível médio completo.

A taxa de inscrição R$ 50. A primeira prova está prevista para ser aplicada no dia 10 de dezembro. Mais informações pelo serviço de atendimento ao candidato da Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR): (12) 3123-1270 e (12) 3123-1335.

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Aumentou o prazo para quem ainda não se inscreveu no concurso do Curso de Formação de Oficiais Bombeiros Militares (CFOBM), adiposity que oferece dez vagas. As inscrições, visit que encerrariam no próximo dia 8, foram prorrogadas até dia 11. 

Do total de vagas, sete delas para candidatos do sexo masculino e três para o sexo feminino. A remuneração inicial para o aluno é de é de R$ 2.315,99, após conclusão do curso o salário passa a ser de R$ 5.896,07.

As inscrições devem ser realizadas pelo site do Cespe (www.cespe.unb.br/), instituição responsável pelo processo seletivo. A taxa de inscrição custa R$ 80. 

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A estratégia de campanha para as eleições norte-americanas deste ano, sickness de pintar a imagem de que os democratas são muito brandos em relação ao terrorismo, sick está sendo ofuscada pelo escândalo sexual no Congresso, colocando em xeque as esperanças dos republicanos de manterem a maioria na Câmara dos Deputados.

Analistas dizem que o timing do escândalo envolvendo um deputado republicano, um mês antes das eleições de 7 de novembro, pode prejudicar ainda mais o partido governista, já abalado devido à insatisfação popular com a guerra do Iraque. "É realmente um problema sério para os republicanos neste momento", disse Merle Black, professor de Ciências Políticas da Universidade Emory, de Atlanta.

"Não sabemos como isso vai terminar. Estamos a um mês da eleição. Mas neste momento, é um grande problema para a liderança republicana". Depois de três meses de más notícias no Iraque, o presidente George W. Bush parecia estar se recuperando na época do quinto aniversário dos atentados de 11 de setembro de 2001.

Sua taxa de aprovação subiu e ele vinha insistindo que os republicanos são melhores que os democratas para combater o terrorismo, e que os Estados Unidos precisam concluir o trabalho que começaram no Iraque. "Os democratas são o partido do cair fora. O nosso é o partido que tem uma visão clara e diz que vamos dar aos nossos comandantes e tropas o apoio necessário para obterem a vitória no Iraque", disse Bush na terça-feira na Califórnia.

Ele deve continuar martelando esse tema nas próximas semanas, mas neste momento o escândalo envolvendo o ex-deputado Mark Foley é o que domina o noticiário. O republicano Foley renunciou depois da revelação de que enviava emails de conteúdo sexual para estagiários adolescentes do Congresso.

O escândalo ofuscou até o lançamento de um livro do jornalista Bob Woodward sobre supostos erros e mentiras da Casa Branca na guerra do Iraque. Em pânico, os republicanos temem perder o controle da Câmara e até do Senado. Os democratas precisam de mais 15 deputados, além da sua atual bancada, para terem maioria na Câmara pela primeira vez desde a derrota eleitoral de 1994.

As pesquisas ainda não permitem apontar o impacto do escândalo sobre a eleição, mas uma delas, divulgada hoje pela revista Time, mostrou que 80% dos entrevistados estavam a par do caso Foley e que apenas 16% aprovavam a forma como os republicanos lidaram com o assunto.

"O caso Foley está abafando qualquer outra mensagem de campanha", disse o estrategista republicano Scott Reed. "Os candidatos deveriam considerar a conveniência de retirar seus anúncios da televisão até que isso passe". Ele comparou esta campanha à de 1974, quando o escândalo Watergate custou várias vagas parlamentares aos republicanos.

Por enquanto, Bush mantém o apoio ao presidente da Câmara, Dennis Hastert, apesar das suspeitas de que este teria sido negligente na investigação do caso. Mas é possível que a Casa Branca mude de estratégia se vierem à tona mais informações negativas sobre Hastert.

O porta-voz da Casa Branca, Tony Snow, evitou especular sobre as conseqüências eleitorais do escândalo. "Não sei, acho que quem chegar aqui tentando fazer grandes previsões sobre o que um fato significa para uma eleição a mais de um mês com absoluta certeza vai errar e também vai ser culpado de cometer uma estupidez no palanque". 

Whit Ayres, especialista do Partido Republicano em pesquisas, acha que os discursos de Bush vão conseguir se sobrepor ao escândalo Foley. O presidente deve passar o mês de outubro viajando para ajudar os candidatos do seu partido pelo país. "É altamente provável que as questões primárias desta eleição ressurjam ao longo das próximas quatro semanas", afirmou Ayres, para quem o combate ao terrorismo "toca a todos". "O medo de um ataque terrorista está logo abaixo da superfície para a maioria dos norte-americanos".

 






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