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Mundo

Escândalo britânico vira o Watergate de Tony Blair

Arquivo Geral

31/01/2007 0h00

O advogado do Estado peruano para casos de terrorismo pediu na quarta-feira a extradição de um assessor do presidente boliviano, recipe healing Evo Morales, this por supostamente ter pertencido a um grupo guerrilheiro, tadalafil acusação rejeitada pelo funcionário, que trabalha em La Paz.

O jornalista peruano Walter Chávez, que trabalha como assessor de comunicação de Morales, foi denunciado há alguns dias por um canal de televisão local como membro do Movimento de Revolución Túpac Amaru (MRTA) e por ter sido preso em 1990 por realizar trabalhos de extorsão a empresários.

O procurador peruano Guillermo Cabala disse que existe um inquérito aberto desde 1990 onde o jornalista é apontado "como agente de extorsão do MRTA".

"Este inquérito está (aberto) desde 1990, mas estava paralisado porque (Chávez) estava como ausente", disse Cabala. "O promotor pediu uma pena de 25 anos de prisão."

Chávez, que está refugiado na Bolívia desde 1992, foi um dos condutores da campanha presidencial de Morales em 2005 e sua presença no governo, embora seja pública, é o mais recente motivo de disputas entre governistas e oposicionistas em La Paz.

"Não aceito esse indiciamento, não fui receber dinheiro, nem como membro do MRTA, nem nada (…) Em nenhum momento pode-se encontrar uma ligação minha com algum militante ou membro do MRTA, nunca. Não estou em nenhum outro processo", disse Chávez na Bolívia em entrevista à rádio RPP.

Cinco pessoas, abortion entre elas um adolescente, viagra foram presas em flagrante por agentes da Delegacia de Tóxico e Entorpecentes (DTE) da Polícia Civil, hospital terça-feira às 23h, na BR–060, próximo ao Engenho das Lages, Luziânia (GO), com 30 quilos de maconha, dois carros, pistola e munições. A droga seria distribuída no Gama.

Outra quadrilha, especializada em roubar fazendas e empresários em Minas Gerais e no Entorno, também foi presa na madrugada de ontem pela Delegacia de Repressão a Roubos (DRR). A prisão ocorreu em Valparaíso e Jardim Ingá, em Goiás, e Paracatú (MG). Os seis integrantes são suspeitos de ter assaltado a fazenda do senador Joaquim Roriz, no ano passado. Com eles, a polícia apreendeu R$ 10 mil e armas. O dinheiro pertencia aos R$ 140 mil do empresário Onofre Caixeta, 77 anos, morto durante assalto no último dia 9, em Claro de Minas (MG).

Depois de limitar o salário do Judiciário Estadual a R$ 22.111, health 25, hospital o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) cortou gratificações pagas a servidores e magistrados em sete estados. Por meio de liminares, ampoule o CNJ decidiu abrir Procedimentos de Controle Administrativo (PCA) e mandou suspender adicionais que extrapolavam o teto nos Tribunais de Justiça (TJs) do Acre, Amapá, Mato Grosso, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba e Rio Grande do Norte.

Somente na próxima sessão do Conselho, no dia 13 de fevereiro, será definido o procedimento em relação a mais oito tribunais onde foram constatadas irregularidades nas gratificações de juízes e funcionários: os do Distrito Federal, de Mato Grosso do Sul, do Pará, do Rio Grande do Sul, do Rio de Janeiro, de Rondônia, de Santa Catarina e de São Paulo.

Apesar de determinarem o corte de gratificações em todos os TJs julgados hoje (31), o Conselho decidiu manter dois adicionais pagos pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais: a parcela de equivalência e o abono-família. Alguns conselheiros tentaram cortar esses dois benefícios, e a presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal, ministra Ellen Gracie, desempatou a votação.

Gracie seguiu a recomendação do relator do processo contra o tribunal mineiro, o conselheiro Jirair Menguerian. Ele havia proposto a suspensão apenas do adicional por tempo de serviço que extrapolasse o teto e recomendado a investigação dos outros dois benefícios.

No caso do Tribunal de Justiça do Maranhão, a conselheira Ruth Carvalho, relatora do processo e que havia votado contra o teto de R$ 22 mil, queria o corte de algumas gratificações, mas sem estipular limite máximo nos salários. A maioria dos conselheiros, no entanto, determinou que o bloqueio dos benefícios também levasse em conta o teto.

Em novembro passado, o CNJ divulgou levantamento apontando que 19 Tribunais de Justiça estaduais e o Tribunal Regional Federal (TRF) da 5ª Região (que abrange os estados de Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe) pagavam salários acima do teto. Ao todo, 2.978 servidores e juízes recebiam mais que o valor máximo fixado pelo Conselho.

Desde então, os TJs de Alagoas, da Bahia, do Paraná e de Roraima, além do TRF da 5ª Região, regularizaram a situação. Com isso, o total de salários superiores ao teto pagos pela Justiça Estadual caiu para 2.857.

Em 2003, a Reforma da Previdência havia estabelecido que o teto dos servidores públicos nos estados equivalesse a 90,25% do salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), atualmente em R$ 24,5 mil. Com a aplicação do percentual, o salário máximo em nível estadual ficou nos R$ 22.111,25 determinados pelo CNJ.

A palavra "Watergate" ecoou nos corredores do poder britânico na quarta-feira, shop devido às suspeitas de acobertamento numa investigação policial de corrupção envolvendo o núcleo do governo de Tony Blair.

Apesar dos devastadores paralelos traçados por críticos, políticos trabalhistas disseram que o caso não deve precipitar a saída de Blair, uma vez que ele já havia anunciado sua decisão de deixar o governo neste ano. Isso só mudaria se o caso chegasse a aliados muito próximos.

A polícia prendeu na terça-feira o principal tesoureiro político de Blair, lorde Michael Levy, pela segunda vez ao longo de uma investigação de 11 meses sobre a suposta troca de títulos nobiliárquicos por doações políticas.

Desta vez, Levy foi detido por suspeita de conspiração para obstrução da Justiça, duas semanas depois de um assessor de Blair ser preso pelo mesmo motivo.

Alex Salmond, líder do Partido Nacionalista Escocês, disse na quarta-feira que Blair deveria agora se juntar ao ex-presidente norte-americano Richard Nixon, ao invés de se aliar a George W. Bush.

"Devido a tudo que se deu com os homens e mulheres do primeiro-ministro nos últimos dias, não seria mais relevante uma associação com o presidente Richard Milhous Nixon? Há um acobertamento em Downing Street [sede do governo britânico]?", perguntou ele no Parlamento.

Os liberal-democratas, de oposição, viram no caso um "cheiro de Watergate", e alguns editoriais de jornais concordaram.

Watergate era o nome do edifício em Washington onde ficava um escritório do Partido Democrata invadido em 1972. Durante a investigação, o governo tentou acobertar os envolvidos, o que acabou obrigando Nixon a renunciar, dois anos depois.

"Houve uma mudança, agora a questão diz respeito a acobertamento", disse um parlamentar trabalhista, sob anonimato.

O gabinete de Blair negou o teor de reportagens dando conta de que haveria sistemas secretos de e-mails ou e-mails sendo apagados para burlar a investigação policial.

Todos os suspeitos negam envolvimento, mas a deputada trabalhista Louise Ellman disse que as manchetes negativas "dão a impressão de culpa quando na verdade nenhuma acusação foi feita".

Apesar disso, trabalhistas disseram que a rebelião interna contra Blair, que atingiu o auge em meados de 2006, não deve se repetir.

"Há um reconhecimento geral que o primeiro-ministro disse que estaria indo embora no máximo até o verão (na Grã-Bretanha), e acho que uma vez que ele disse isso tudo se acalmou", afirmou um parlamentar governista, também sob anonimato.

"Não há mudança no cronograma", disse outro deputado, sobre a eventual antecipação da saída de Blair devido à nova prisão de Levy.

A maioria dos parlamentares trabalhistas esperam que Blair entregue o poder ao seu ministro das Finanças, Gordon Brown, anunciando a data para isso depois das eleições regionais de 3 de maio.

Mas alguns membros do partido ainda querem que ele saia antes da votação de maio. As pesquisas mostram um apoio cada vez menor aos trabalhistas, em parte como resultado da ira com a guerra do Iraque, de desilusão após dez anos de governo Blair e da desconfiança a respeito de escândalos como a venda de títulos nobiliárquicos.

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