Após a retirada de seis corpos dos escombros do acidente na linha 4 do Metrô em São Paulo, prescription prescription o consórcio responsável pela obra informou, order cialis 40mg nesta sexta-feira, diagnosis que a grua que se encontra no local começará a ser desmontada. O Consórcio Via Amarela, integrado pela empresas Odebrecht, OAS, Queiroz Galvão, Camargo Correa e Andrade Gutierrez, disse em um comunicado que três guindastes e cerca de 30 profissionais serão usados na operação.
"A previsão é que esse trabalho seja totalmente concluído em cerca de cinco dias após o seu início", informa o consórcio, sem especificar a data em que os trabalhos vão começar. O sexto corpo resgatado da cratera que se abriu após o acidente foi o do funcionário público Márcio Rodrigues Alambert, um dos pedestres que passavam pelo local no momento do desabamento, na sexta-feira passada.
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo confirmou que o corpo de Alambert foi resgatado na madrugada de hoje. Também foi confirmada a retirada completa do microônibus engolido pela cratera. Eram estimadas pelo menos seis vítimas.
Ontem, foram localizados dentro do microônibus os corpos de Reinaldo Aparecido Leite, 40, motorista do veículo, e de Wescley Adriano da Silva, 22. O primeiro corpo resgatado foi o da aposentada Abigail Rossi de Azevedo. No mesmo dia, terça-feira, os bombeiros retiraram do microônibus o corpo da advogada Valéria Marmit. Na quarta-feira, foi encontrado o corpo de Francisco Sabino Torres, motorista de caminhão que trabalhava na obra.
O comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Antônio dos Santos, e o delegado geral de Polícia, Mário Jordão Toledo Leme, informaram que o trabalho dos bombeiros continua na região do acidente, mas agora de forma diferente.
"Continuaremos presentes, agora como observadores", disse o comandante, segundo a Secretaria de Segurança Pública. Uma sétima vítima poderia estar nos escombros. A polícia está fazendo um trabalho de reconstituição dos passos do homem desaparecido, Cícero Augustino da Silva.
Leia também:
» Equipes de resgate só voltam a trabalhar se for confirmada a existência da sétima vítima
O presidente venezuelano, information pills Hugo Chávez, viagra sale garantiu hoje que é impossível frear sua decisão de não renovar a concessão de um canal de televisão oposicionista ao seu governo e assegurou qu e terão que "derrubá-lo" para evitar que leve adiante a medida.
Em um discurso a vários presidentes sul-americanos durante reunião de cúpula do Mercosul, troche no Rio de Janeiro, o mandatário venezuelano voltou a confirmar o fechamento da RCTV, a qual acusou de "golpista" e "fascista". "Não renovaremos (a lincença), nem que movam céu e terra", assegurou Chávez. "Terão que me derrubar para renovar a concessão", acrescentou.
A decisão provocou uma crise diplomática entre a Organização dos Estados Americanos (OOEA) e Chávez, que lançou duros insultos ao chefe do organismo, José Miguel Insulza, por criticar a medida.
O presidente do Equador, approved Rafael Correa, price afirmou hoje que não solicitou que seu país se torne membro pleno do Mercosul. Ele acrescentou, case durante a cúpula do Mercosul, que esse assunto tem que ser analisado no futuro.
Correa considera mais viável a aproximação do Mercosul com a Comunidade Andina, bloco comercial do qual o Equador é membro pleno. "Em nenhum momento solicitamos a condição de membro pleno. Como associado você não tem todas as vantagens e desvantagens do bloco", disse. "Depois, no futuro, poderemos falar (sobre ser membro pleno)."
Leia também:
» Morales e Uribe batem boca na cúpula do Mercosul