O Governo do Equador anunciou hoje uma investigação para determinar se o cadáver recolhido pelo Exército colombiano após a incursão no dia 1º de março em um acampamento das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), recipe pertence ao chefe guerrilheiro Julián Conrado, price como se afirma, information pills ou ao equatoriano Franklin Aisalia Molina.
A Chancelaria do Equador, por meio de um comunicado, anunciou que averiguará a denúncia dos pais de Aisalia Molina, que asseguram que o cadáver mostrado pela Colômbia corresponde a seu filho.
O cadáver foi apresentado junto ao do chefe das Farc “Raúl Reyes”, conhecido como Luis Édgar Devia, que morreu após a operação militar colombiana na zona equatoriana de Angostura.
A Chancelaria equatoriana precisa no texto oficial que ordenou seu Consulado em Bogotá que “entre em contato com as autoridades competentes colombianas, a fim de determinar com absoluta precisão a identidade do cadáver”.
Com essa investigação, acrescenta, se prevê “confirmar ou descartar a afirmação dos familiares do senhor Aisalia Molina” de que o corpo corresponde ao equatoriano.
A Chancelaria coordena a investigação com a procuradoria equatoriana que, por sua vez, entrou em contato com seu similar da Colômbia para agilizar as indagações.
Além disso, a Chancelaria equatoriana solicitou à Embaixada da Argentina em Bogotá, que representa os interesses do Equador na Colômbia, para que comunique dessa investigação ao Governo colombiano.
O comunicado informou ainda que a Embaixada da Argentina confirmou à Chancelaria em Quito, que entregou, essa tarde, ao Ministério colombiano de Relações Exteriores uma “nota oficial”, na qual informa sobre a denúncia e “solicita que se realizem as indagações respectivas”.
Os pais de Aisala Moreno prevêem viajar para Bogotá na próxima segunda-feira para reconhecer a identidade do cadáver e se realmente se trata do corpo de seu filho.