O funcionário destacou que a decisão final sobre o levantamento das restrições compete ao Comitê de Operações Emergentes (COE), criado após o alerta mundial que surgiu com o surto da gripe nos Estados Unidos e no México.
Após os relatórios de organismos internacionais especializados que indicavam que a transmissão da doença não se dá de animal para humano, “é preciso revisar nossa posição”, defendeu Poveda.
Em 28 de abril, a Agência Equatoriana de Asseguração da Qualidade do Agro (Agrocalidad) anunciou a suspensão da importação de animais, material genético e subprodutos de origem suína dos países afetados pela gripe suína.
Poveda admitiu que a primeira resolução foi uma resposta “tipo reflexo” e imediata, mas ressaltou que “não foi um erro, porque no momento em que isto (a doença) se ativou, foi alarmante”. EFE