O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) teve alta de 0, view information pills 44% na segunda prévia do mês, site uma aceleração frente ao ganho de 0, page 32% apurado na primeira leitura de janeiro, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV) hoje.
Todos os três índices que compõem o IGP-M apresentaram aceleração entre a primeira e a segunda leitura do mês, segundo informou a FGV em comunicado.
O Índice de Preços por Atacado (IPA) teve alta de 0,35% na segunda prévia, ante ganho de 0,22% na primeira leitura.
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,69%, seguindo avanço de 0,55%.
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou um aumento de 0,38%, depois de abrir o mês com ganho de 0,37%.
A segunda leitura do IGP-M de janeiro corresponde à variação dos preços entre os dias 21 de dezembro de 2006 e 10 de janeiro de 2007.
Um representante dos Estados Unidos disse hoje que a China pode anunciar em breve uma data para a retomada das negociações entre seis países sobre o programa nuclear da Coréia do Norte e que vê uma base para progresso. A China é a anfitriã das negociações entre as duas Coréias, page os EUA, o Japão e a Rússia, que começaram em 2003 com o objetivo de convencer Pyongyang a abandonar suas ambições nucleares. A última sessão, em dezembro, terminou sem conclusões.
"Esperamos que o governo chinês possa anunciar em breve o reinício das negociações", disse o secretário-assistente de Estado dos EUA Christopher Hill a repórteres antes de voltar para Washington, acrescentando que Pequim terá que consultar outros países participantes antes de estabelecer uma data.
A urgência de avançar com as negociações cresceu desde que o país comunista desafiou as advertências internacionais e conduziu seu primeiro teste nuclear, em outubro, provocando sanções da ONU.
A sessão de dezembro parecia estar fazendo progresso nos debates sobre como implementar o comunicado de 2005 prometendo incentivos econômicos e políticos para a Coréia do Norte em troca do desarmamento nuclear. As perspectivas não se realizaram. Hill culpa o insistente foco dos negociadores de Pyongyang nas restrições financeiras dos EUA e em sua falta de autoridade para negociar um acordo nuclear.
Hill sugeriu hoje que as barreiras serão retiradas nas próximas negociações, depois dos três dias de debates bilaterais em Berlim, na semana passada, com o enviado norte-coreano, Kim Kye-gwan.
"Com base em todas as consultas que fiz na última semana, acho que temos uma base para nos reunirmos o mais rápido possível no processo entre seis partes e fazer progresso", disse ele a repórteres depois de reunião com Wu Dawei, negociador-chefe da China. Ele advertiu que não há certeza de avanço. O enviado sul-coreano, Chun Yung-woo, que chegou hoje a Pequim, disse que não descarta um encontro com Kim, que também desembarcou no país.
"Até agora, não tenho planos. Mas como estamos no mesmo lugar, ao mesmo tempo, se sentirmos ser necessário podemos pensar nisso", disse.
Segundo um jornal sul-coreano desta segunda-feira, a Coréia do Norte ofereceu durante as negociações em Berlim congelar as atividades de seu reator nuclear e permitir a volta das inspeções internacionais em troca de ajuda energética. A Coréia do Norte exigiu também mais flexibilidade dos EUA nas sanções financeiras, como parte dos primeiros passos para acabar com seu programa de armas, disse o jornal Chosun Ilbo, citando fontes diplomáticas em Seul e Pequim.
Hill disse que o teste de um míssil anti-satélite realizado por Pequim neste mês, que destruiu um satélite chinês, provocando alarme em Washington, não vai interferir nas negociações. Negociadores financeiros de Washington e Pyongyang devem reunir-se em breve para uma nova rodada sobre as restrições norte-americanas, que foram impostas depois Washington identificou que os norte-coreanos estavam falsificando dinheiro dos EUA e usando um banco de Macau como canal para arrecadação ilícita.
O ministro do Exterior do Japão, Taro Aso, disse ontem que a data para a retomada das negociações será no início de fevereiro, segundo a agência de notícias Kyodo. Kim conversou ontem em Moscou com o negociador russo, Alexander Losyukov, sobre as perspectivas de resolução da disputa, disse o ministério do exterior da Rússia.