Em declarações à Agência Efe, a presidente do Sindicato das Enfermeiras, Adela Sastre, chamou a medida tomada pela direção da clínica de “discriminatória”.
“Nós nos sentimos como objetos decorativos. Na hora de trabalhar não temos liberdade de movimentos, nem podemos nos abaixar para atender os pacientes que estão em camas e macas”, denunciou.
A líder sindical disse ainda que serão promovidas manifestações nos próximos dias e levará o caso à justiça caso as normas com relação ao uniforme não sejam revistas pela direção do centro.
O gerente da clínica San Rafael, José Manuel Pascual, disse à Efe que desconhecia as mobilizações previstas pelo sindicato e reconheceu que todo funcionário da clínica é multado quando não obedece às normas da empresa.