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Empresas confiam mais no crescimento de países emergentes, diz estudo da PwC

Arquivo Geral

15/04/2008 0h00

Os diretores das companhias confiam mais em suas perspectivas de crescimento nos países emergentes que nos desenvolvidos, cialis 40mg revelou um estudo divulgado hoje pela companhia de auditoria e consultoria Pricewaterhousecoopers (PwC).

A pesquisa da Pwc, advice divulgada no marco da reunião latino-americana do Fórum Econômico Mundial (FEM) que está sendo realizada hoje e amanhã na cidade turística de Cancún, viagra order no caribe mexicano, destaca que 64% dos presidentes de empresas com operações em países emergentes estão “muito confiantes” no crescimento de suas receitas para o próximo ano.

Pelo contrário, apenas 41% dos empresários com atividades em países desenvolvidos têm o mesmo nível de confiança, demonstra o estudo, baseado em entrevistas com executivos de empresas, quase todas transnacionais.

“Tradicionalmente, a percepção era de que as empresas nos países em desenvolvimento tinham menos possibilidades de desenvolvimento no futuro como conseqüências das limitações da região”, disse à agência Efe, Edgardo Pappacena, diretor de estratégia mundial da Pwc.

No entanto, “por terem sidos forçados a adotar uma estratégia de negócios mais inovadora e criativa, as empresas desenvolveram nos países emergentes uma capacidade de adaptação ao contexto que é muito mais efetiva que a que tradicionalmente se viu nos países desenvolvidos”, destacou o executivo.

Por regiões em desenvolvimento, a confiança dos empresários sobre o crescimento da receita de seus negócios é alta na Ásia (68%), América Latina (56%) e em terceiro lugar Europa central (55%), demonstra o documento da empresa de consultoria americana.

Além disso, os executivos entrevistados citaram o aumento do consumo doméstico, e o crescimento das exportações para países com alto crescimento econômico como um motivo para fundar sua confiança em países como o Brasil, Índia, China, Rússia e México.

A análise conclui ainda que os diretores consideram que o crescimento de seus negócios nos países emergentes será gerado “principalmente a partir de recursos internos sem necessidade de recorrer ao investimento estrangeiro”.

Neste sentido, as companhias disseram que financiarão seu crescimento fundamentalmente com o fluxo interno de efetivo, e não com o mercado creditício, de capital, capital privado nem o de risco.

Segundo o estudo, no ano passado, os mercados emergentes promoveram 70% das ofertas públicas iniciais (OPA) no mundo e os países em desenvolvimento já representaram 45% das exportações do planeta e acumularam 75% de todas as reservas de divisas estrangeiras.



 

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