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Mundo

Empresa da norte-americana AES será nacionalizada na Venezuela

Arquivo Geral

11/01/2007 0h00

A secretária de Estado norte-americana, this web health Condoleezza Rice, sugeriu hoje que está acabando o prazo do governo do primeiro-ministro iraquiano, Nuri al-Maliki, para restaurar a segurança no Iraque, mas reafirmou sua confiança nele.

"Eu me reuni com o primeiro-ministro Maliki…vi a determinação dele. Acho que ele sabe que o prazo para o governo dele está, de certo modo, se esgotando, não apenas em termos do povo americano, mas em termos do povo iraquiano", disse Rice ao Comitê de Relações Exteriores do Senado em uma audiência em que ela falou sobre o plano do presidente George W. Bush de enviar mais 21.500 soldados ao Iraque.

Um líder rebelde afegão procurado pelos Estados Unidos afirmou ter ajudado Osama bin Laden e seu subordinado direto, order Ayman al-Zawahri, a fugir da caçada empreendida pelos norte-americanos há pouco mais de cinco anos.

Gulbuddin Hekmatyar, que foi primeiro-ministro do Afeganistão no início dos anos 1990, afirmou numa entrevista transmitida hoje pela TV Geo, privada, do Paquistão, que se encontrou com Bin Laden e Zawahri depois que combatentes leais a seu grupo, o Hizb-e-Islami, ajudaram os dois líderes da Al Qaeda a fugir da região de Tora Bora, no final de 2001.

"Depois do ataque norte-americano contra o Afeganistão, orientei minha gente a retirar nossos irmãos convidados e levá-los para locais mais seguros", disse Hekmatyar. "Mujahideen valentes e honestos do Hizb-e-Islami retiraram Osama bin Laden e Ayman al-Zawahri, junto com alguns companheiros, e os transferiram para um lugar mais seguro", disse ele. "Encontrei-me com eles lá".

O entrevistador, Saleem Safi, disse que a entrevista com Hekmatyar foi realizada há quase três anos, no Afeganistão. Embora a localização dos líderes da Al Qaeda nunca tenha sido descoberta depois dos ataques de 11 de setembro de 2001, forças dos EUA acreditam ter chegado perto de encurralar Bin Laden quando ele se e scondeu num complexo de cavernas na região montanhosa de Tora Bora, perto da fronteira com o Paquistão.

Estima-se que Bin Laden ainda esteja em algum ponto da fronteira entre o Paquistão e o Afeganistão. Zawahri estaria na mesma região, mas especialistas duvidam que os dois estejam juntos.

Também não se sabe onde Hekmatyar está, mas acredita-se que ele esteja escondido no leste do Afeganistão. O líder rebelde é acusado de boa parte da destruição de Cabul durante a guerra civil do Afeganistão, nos anos 1990. Ele disse que seu grupo não tinha ligações organizacionais com a Al Qaeda nem com o Taliban.

A Venezuela planeja nacionalizar todo o setor elétrico, sales incluindo a maior empresa de energia do país, buy Electricidad de Caracas, que pertence à norte-americana AES Corp, buscando expandir o controle do esta do sobre áreas estratégicas da economia, afirmou o novo ministro da Economia hoje.

Os comentários do ministro Rodrigo Cabezas durante uma entrevista para a televisão estatal também poderiam se estender à CMS Energy, baseada em Michigan, que possui e opera uma unidade geradora de ele tricidade na ilha venezuelana Margarita, chamada Seneca.

Fortalecido pela reeleição em dezembro, o presidente Hugo Chávez prometeu utilizar seu segundo mandato de seis anos para intensificar o avanço socialista, nacionalizando o que ele chamou de setores estratégicos da economia, que incluem as telecomunicações e a energia elétrica. Chávez também está buscando mais poder no Congresso e encerrar a autonomia do banco central.

A entrevista de Cabezas à televisão foi a primeira vez em que uma autoridade venezuelana expôs o fato da Electricidad de Caracas ser um alvo, após o presidente Chávez ter dito nesta semana, sem mencionar nomes, que o setor seria nacionalizado.

Perguntado duas vezes sobre se a Electricidad de Caracas, que opera na capital, seria incluída no avanço socialista, Cabezas disse que toda a indústria seria encampada. "Todo o setor de eletricidade está incluído porque é um elemento estratégico para o desenvolvimento da economia nacional", afirmou.

O preço das ações da Electricidad de Caracas e da sua matriz de Virgínia caíram nesta semana em razão do anúncio de Chávez na Venezuela. A CMS foi pouco mencionada pela mídia venezuelana, que se concentrou na empresa de Caracas, alvo principal do governo.

A CMS não estava disponível imediatame nte para responder questões sobre a fala do ministro. Chávez, no poder desde 1999, iniciou um novo mandato de seis anos ontem. O estado venezuelano já está bastante envolvido com o setor de energia, dominando a geração. A Electricidad é a maior companhia privada do setor, que també m inclui serviços de utilidade pública regionais.

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