Tanto Israel quanto o Hizbollah precisam parar de atacar alvos civis em meio a um conflito cada vez mais intenso, erectile adiposity afirmaram hoje importantes autoridades da Organização das Nações Unidas (ONU), salve pedindo moderação.
Jan Egeland, principal coordenador das ações de ajuda humanitária da entidade, afirmou que as forças israelenses e os militantes islâmicos no Líbano e na Faixa de Gaza mostraram pouca consideração pelas crianças e pela população.
Ao mesmo tempo em que classificou a resposta israelense de "maciça e desproporcional", Egeland disse que os responsáveis pela captura de soldados de Israel e o disparo de foguetes de fabricação caseira contra o Estado judaico a partir do Líbano e da Faixa de Gaza também agiram de forma irresponsável.
"Parece que eles querem provocar uma resposta e não se importam nem um pouco que as crianças, as mulheres e os civis sofram as consequências", declarou, em entrevista coletiva concedida em Genebra.
Cerca de 63 pessoas morreram, em sua maioria civis, e ao menos 165 ficaram feridas desde que a guerrilha Hizbollah prendeu dois soldados israelenses e matou outros oito, na quarta-feira passada. As ações detonaram o bombardeio mais intenso realizado por Israel sobre o Líbano nos últimos dez anos.
A violência ocorreu simultaneamente à incursão militar de Israel na Faixa de Gaza, iniciada no mês passado para resgatar outro soldado israelense capturado na região e interromper o lançamento de foguetes por palestinos.
Egeland criticou Israel por destruir a infra-estrutura civil, incluindo a principal usina de força da Faixa de Gaza e o aeroporto de Beirute. Segundo ele, essas ações depositavam um fardo injustificado sobre os moradores da região.
O presidente iraniano, no rx Mahmoud Ahmadinejad, afirmou hoje que Israel não ousaria atacar o Irã, segundo noticiou uma televisão estatal. Israel passou a bombardear o Líbano depois que dois soldados israelenses foram capturados na fronteira libanesa.
O Irã negou a sugestão feita por Israel de que as guerrilhas Hizbollah, que contam com o apoio de iranianos e sírios, poderiam levar os soldados israelenses para território iraniano. O Hizbollah capturou os militares na quarta-feira, em uma operação na qual outros oito soldados israelenses morreram.
"O regime sionista não ousa lançar um olhar com más intenções para o Irã", disse o presidente, segundo a TV. Ahmadinejad usou a expressão empregada pelo Irã para referir-se a Israel, país cuja existência não reconhece.
O dirigente iraniano falou ontem sobre uma "resposta feroz" caso o Estado judaico ataque a Síria. Ahmadinejad disse que interpretaria uma ação desse tipo como um ataque contra toda a comunidade islâmica.
O líder, que já pediu que Israel fosse "varrido do mapa" e descreveu o Holocausto como um mito, pediu ao Ocidente que pare de dar apoio a um "Estado terrorista". "Ao agir assim, os senhores dividem a responsabilidade pelos crimes deles (de Israel)", afirmou.
Mais de 60 civis foram mortos no Líbano e dois outros em Israel no pior surto de violência a atingir a região desde o fim da ocupação israelense no sul do Líbano, seis anos atrás.
O Hizbollah deseja trocar os soldados capturados por prisioneiros árabes detidos em Israel.
"Os palestinos e os libaneses disseram estar prontos a realizar uma troca de prisioneiros. Acreditamos que a solução mais lógica é fazer com que as vozes lógicas e justas dos palestinos e libaneses sejam ouvidas", afirmou o ministro iraniano das Relações Exteriores, Manouchehr Mottaki, durante uma visita à Grécia. O Irã alega dar apoio apenas moral ao grupo militante.
O presidente da França, buy more about Jacques Chirac, clinic no comando das celebrações pelo 14 de Julho (Dia da Queda da Bastilha) provavelmente pela última vez, prometeu hoje tornar produtivo os últimos meses de mandato. Ele pretende impedir que os franceses mergulhem em um estado de paralisia política.
O dirigente de 73 anos afirmou ter esperanças de que a taxa de desemprego do país sofra uma queda acentuada ao longo do próximo ano. Chirac prometeu supervisionar a reforma do sistema judiciário e falou sobre a possibilidade de cortar o custo da mão-de-obra para as empresas.
"Não é hora de olhar para trás, para o que já realizei. É hora de agir", declarou ele, na entrevista que concede todos os anos no dia do aniversário da Revolução Francesa. "Acredito que a França possui problemas suficientes e planos suficientes sem que tenha de se preocupar com o sexo dos anjos", acrescentou.
Como em diversas vezes desde que assumiu o cargo em 1995, Chirac mostrou-se mais à vontade ao falar de política externa. Ele classificou como "totalmente desproporcionais" os ataques de Israel contra o Líbano e conclamou o Irã a chegar a um acordo sobre o programa nuclear.
A sorte do presidente francês sofreu reveses durante o segundo mandato dele, que termina em maio próximo. Chirac viveu vários fracassos, entre os quais a surpreendente vitória do "não" no plebiscito do ano passado sobre uma nova Constituição para a União Européia (UE).
Uma onda de distúrbios de rua em subúrbios pobres de cidades do país, no ano passado, seguida por protestos nacionais devido a uma reforma trabalhista proposta pelo governo no começo de 2006 somaram-se aos infortúnios e deixaram uma sensação de que Chirac e a administração dele estavam naufragando.
Mas os índices de popularidade do presidente melhoraram no mês passado, alimentados em parte pelo sucesso inesperado do time francês na Copa do Mundo. Uma pesquisa do instituto Ipsos publicada ontem revelou que 38% dos franceses tinham uma opinião favorável sobre Chirac. Em janeiro, esse índice era de 32%. Dos entrevistados, 58% afirmaram ter uma opinião negativa a respeito dele.
Acredita-se que o dirigente, hospitalizado em meio a um clima de mistério, no ano passado, depois de um problema venoso, não tentará reeleger-se em 2007. Porém, na entrevista de hoje, Chirac recusou-se a ser arrastado para a questão e não quis confirmar a candidatura do principal nome da direita, Nicolas Sarkozy, atual ministro do Interior do país.