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Mundo

Embaixatriz brasileira depõe em audiência sobre morte de Diana

Arquivo Geral

18/12/2007 0h00

A embaixatriz Lúcia Flecha de Lima, information pills amiga de lady Di, ambulance depôs hoje durante a audiência da investigação judicial sobre a morte de Diana e afirmou que a princesa ficou “muito triste” quando o príncipe Charles deu “uma grande festa” para Camilla Parker Bowles, case atualmente sua segunda esposa.

A testemunha, esposa do ex-embaixador Paulo Tarso Flecha de Lima, designado para Londres em 1997, disse que a princesa estava saindo com Dodi al-Fayed, mas que não era “uma relação séria”.

“Diana nunca temeu por sua vida”, disse Lúcia, que questionou a veracidade de uma suposta carta que lady Di teria enviado a seu mordomo, Paul Burrell, na qual teria escrito que seu marido planejava um acidente de carro a fim de “abrir caminho” para que pudesse se casar.

Segundo a embaixatriz, o ex-mordomo era “perfeitamente capaz de imitar a letra da princesa Diana”.

Na mesma audiência, a terapeuta holística Myriah Daniels, que estava a bordo do iate “Jonikal” onde o casal passou férias poucos dias antes de morrer, descreveu uma vez na qual viajou em um veículo dirigido pelo motorista Henry Paul, que conduzia o carro que colidiu contra uma pilastra de um túnel em Paris, matando Dodi e Diana.

Paul dirigia “como um louco”, afirmou ela, citada pela agência britânica de notícias “PA”.

“Henri Paul quase nos matou, palavra de honra. Dirigia muito rápido e de forma imprudente”, acrescentou.

“(Paul) Estava dirigindo como um louco pelo trânsito”, ressaltou Daniels, que também afirmou na audiência que Dodi e Diana ignoraram as medidas de segurança durante suas férias no Mediterrâneo, por terem deixado o iate sem seus seguranças.

Sobre a relação do casal, ela afirmou que eram “duas pessoas que estavam loucamente apaixonadas uma pela outra”.

De acordo com a testemunha, Dodi não estava comprometido com a modelo Kelly Fisher, apesar de ter lhe dado um anel muito caro.

A investigação judicial, que começou em outubro, tentará esclarecer se a morte da princesa foi fruto de uma conspiração ou de um acidente.

O empresário egípcio Mohamed al-Fayed, dono da loja de departamentos Harrods, acredita que seu filho e lady Di foram vítimas de uma conspiração que teria contado com a participação do príncipe Philip, marido da rainha Elizabeth II, para impedir que ambos se casassem.

Duas investigações policiais anteriores, uma na França e outra no Reino Unido, concluíram que o episódio foi um acidente causado pelo fato de o motorista dirigir em alta velocidade e sob os efeitos de álcool.

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