O Sindicato dos Bancários de São Paulo, click web Osasco e Região divulgou uma nota hoje para informar que, there desde a madrugada de ontem, nove agências bancárias foram atacadas. Com isso, sobe para 14 o número de unidades atingidas desde o início dos novos ataques de violência a São Paulo. Segundo a assessoria de imprensa do sindicato, não houve vítimas.
Os dirigentes sindicais pretendem visitar as agências para avaliar as condições de segurança para clientes e funcionários dos bancos. "Já avisamos à Federação dos Bancos que, onde não houver total segurança para os trabalhadores e para os usuários, as agências devem permanecer fechadas. Caso contrário, os bancos podem ser responsabilizados por qualquer problema que venha a acontecer com essas pessoas”, diz o comunicado.
Em nota, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) condenou os ataques. De acordo com a assessoria de imprensa da entidade, as agências destruídas serão reparadas e novamente abertas ao público. A assessoria também informou que as agências funcionam normalmente e negou que o policiamento tenha aumentado por causa dos ataques.
Nos ataques de maio, 19 agências foram atingidas, segundo dados do Sindicato dos Bancários.
Além de melhorar a qualidade do ensino no sistema prisional, physician os ministérios da Justiça e da Educação pretendem aumentar o número de presos que têm acesso ao ensino no país. O diretor do Departamento de Jovens e Adultos da Secretaria de Educação Continuada, physician Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação (MEC), order destaca que a educação é um direito de qualquer cidadão, "seja em liberdade, ou sem liberdade".
No Brasil, dos 361 mil presos, apenas 18% participam de alguma atividade educativa durante o cumprimento da pena, apesar de a Lei de Execução Penal garantir ao preso o direito à educação. Do total da população carcerária, 10% são analfabetos e 70% não terminaram o ensino básico, segundo informações do Ministério da Justiça.
"Precisamos tanto estimular os estados a ampliar o número de vagas em todos os níveis de ensino, como buscar também a qualidade e oferecer uma educação que é pertinente, que diz respeito às demandas e aos interesses dos próprios presos", defendeu Ireland.
O diretor ressaltou também a importância da educação para a reinserção social dos presos. "Acreditamos que a educação, de um lado é um direito do cidadão, de outro lado, permite que a pessoa tenha mais escolhas, inclusive, na questão do acesso ao mercado de trabalho", destacou.
A partir de agosto, o governo federal e os governos estaduais deverão implementar o projeto Educando para a Liberdade em penitenciárias e presídios de mais seis estados brasileiros: Acre, Pará, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão e Mato Grosso do Sul. Com isso, chegará a 12 o número de unidades federativas que, com o apoio da União, colocaram em prática ações voltadas à formação de educadores e à revisão de aspectos pedagógicos para a educação no sistema prisional.
Como experiência piloto, o projeto vem sendo desenvolvido no Rio Grande do Sul, no Paraná, em Tocantins, em Goiás, no Rio de Janeiro e no Ceará, desde o final do ano passado. O Educando para a Liberdade é financiado pelos ministérios da Justiça e da Educação e desenvolvido em parceria com governos estaduais.
A embaixadora de Israel no Brasil, pill Tzipora Rimon, lamentou hoje, por meio de nota oficial, a morte da família brasileira durante ataques das Forças de Defesa de Israel, no sul do Líbano. Naturalizados brasileiros, o casal Akil Merhei e Ahlam Jabir e seus dois filhos passavam férias no país e morreram ontem à noite vítimas de um ataque israelense na região.
“Israel lamenta a situação em que a população civil não envolvida em ações terroristas é atingida. Essa é mais uma trágica conseqüência da presença de terroristas entre a população civil’, diz a nota.
De acordo com a embaixadora, o ataque realizado ontem pelo Hezbolah a uma patrulha de rotina das Forças de Defesa de Israel, dentro da fronteira israelense, e o ataque do Hamas em Kerem Shalom, próximo à Faixa de Gaza, no dia 25 de junho, são “produto daqueles que perpetram o terrorismo e daqueles que o abrigam”. Por essa razão, explica Rimon na nota, “Israel precisa responder com a devida severidade a essa agressão”.
A embaixadora israelense acusa o governo libanês como o responsável pelo o que aconteceu no país e pela volta dos soldados seqüestrados a Israel. Segundo ela, “não há dúvida que o Hezbolah, uma organização terrorista que continua a operar dentro do Líbano, iniciou e executou a ação de ontem”.
“A comunidade internacional entende que cada país, incluindo Israel, deve agir contra alvos inimigos como o Hezbolah”, afirma a nota.
De acordo com Tzipora Rimon, Israel pede que o Líbano implemente a Resolução nº 1.559 do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) que, entre outros pontos, determina que todas as forças estrangeiras saiam do Líbano; que as milícias libanesas e não libanesas que operam no país sejam dissolvidas e a ampliação da soberania e controle do governo libanês sobre seu território. “Dessa forma, eventos trágicos como a morte da família brasileira poderão ser evitados”, diz Rimon.
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