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Embaixador no Paraguai nega interesse brasileiro em nacionalizar Itaipu

Arquivo Geral

17/05/2007 0h00

O chefe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), cure there brigadeiro Jorge Kersul Filho, approved negou hoje a existência de pontos não cobertos por radares no espaço aéro brasileiro.

“Não existem pontos cegos no Brasil. Não é do conhecimento do Comando da Aeronáutica a existência de pontos cegos no território nacional”, disse, em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Apagão Aéreo.

O brigadeiro também declarou que o sinal de rádios clandestinas e aparelhos celulares têm interferido nas freqüências usadas pela aviação. “Estamos tendo problemas sérios com interferências nas nossas comunicações. Hoje, o principal deles é a interferência ilícita causada por rádios piratas”.

Segundo ele, apesar de o Comando da Aeronáutica recorrer à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), medidas liminares concedidas a essas rádios impedem que elas sejam fechadas.

“Quando uma freqüência dessas começa a atrapalhar, às vezes sem que a pessoa saiba que está interferindo e pondo em risco milhares de vida, tentamos atacar a origem, mas a fiscalização compete à Anatel”.

De acordo com Kersul Filho, muitas vezes, os celulares também constituem uma ameaça para o tráfego aéreo. “Celular também interfere, embora menos que as rádios. Ele ainda não chega a causar nenhum transtorno, porque a gente logo localiza as freqüências que estão atrapalhando. Se tivermos condições, mudamos nossas freqüências ou pedimos, para quem for de direito, que o faça”.


Dos 47 pedidos de mandado de prisão, web 45 já foram presas, viagra sale mas a PF não informa quais são as duas que faltam. A assessoria de imprensa diz apenas que “provavelmente” ainda não foram localizadas.

Destas, check 17 são ligados à construtora Gautama, sediada em Salvador – inclusive o dono da empresa -, um é empresário e os demais são ou já foram políticos e funcionários do serviço público: dois ligados ao governo federal, sete do Maranhão, dois do Mato Grosso, cinco da Bahia, cinco de Alagoas, três de Sergipe, um do Piauí, um do Distrito Federal e outro que é presidente do Banco Regional de Brasília (BRB) e consultor financeiro do Maranhão. Há também um servidor do Ministério do Planejamento que está à disposição da Câmara dos Deputados e outro da Caixa Econômica Federal.

A lista inclui dois prefeitos – Nilson Aparecido Leitão, de Sinop (MT), e Luiz Carlos Caetano, de Camaçari (BA) –, um ex-governador (José Reinaldo Tavares, do Maranhão), um deputado do Distrito Federal (Pedro Passos Junior/PMDB), um ex-deputado federal por Sergipe (José Ivam de Carvalho Paixão/PPS) e um assessor do gabinete do Ministério das Minas e Energia (Ivo Almeida Costa).

A Operação Navalha foi deflagrada m dez estados e no Distrito Federal, mobilizando cerca de 400 policiais federais. Por determinação da ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Eliana Calmon, todos os presos devem ser trazidos a Brasília. Calmon também determinou o bloqueio de contas e a indisponibilidade dos bens imóveis dos integrantes do esquema. A assessoria da PF informou que as investigações sobre a atuação do grupo começaram em novembro de 2006.

Segundo a PF, essa empresa operava uma organização criminosa infiltrada no governo federal e em governos estaduais e municipais. Os estados onde os mandados estão sendo cumpridos são Alagoas, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Sergipe, Pernambuco, Piauí, Maranhão, São Paulo, além do DF.

O objetivo do grupo era lucrar com a execução de obras públicas, organizada e estruturada para a prática de crimes como fraudes em licitações, corrupção passiva e ativa, tráfico de influência e lavagem de dinheiro.

Confira os nomes:

– Ivo Almeida Costa: chefe de gabinete do Ministério das Minas e Energia
– Sérgio Luiz Pompeu de Sá: assessor do Ministério de Minas e Energia
– José Reinaldo Tavares: ex-governador do Maranhão
– Geraldo Magela Fernandes Rocha: ex-assessor do ex-govenador José Reinaldo Tavares
– Nilson Aparecido Leitão: prefeito de Sinop/MT
– Luiz Carlos Caetano: prefeito de Camaçari/BA
– Flávio José Pin: superintendente de Produtos de Repasse da Caixa Econômica Federal em Brasília
– Pedro Passos Júnior: deputado distrital
– Ernani Soares Gomes Filho: servidor do Ministério do Planejamento à disposição da Câmara dos Deputados
– José Ivam de Carvalho Paixão: ex-deputado federal pelo PPS-SE
– Roberto Figueiredo Guimarães: consultor financeiro do Maranhão e atual presidente do Banco Regional de Brasília (BRB)
– João Alves Neto: filho do ex-governador de Sergipe João Alves Filho
– Francisco de Paula Lima Júnior: sobrinho do atual governador do Maranhão
– Alexandre de Maia Lago: sobrinho do atual governador do Maranhão
– Flávio Conceição de Oliveira Neto: ex-chefe da Casa Civil do governo João Alves Filho e atual conselheiro do Tribunal de Contas Estadual
– Zuleido Soares Veras: empresário, dono da Gautama
– Rodolpho de Albuquerque Soares de Veras: empresário e filho de Zuleido
– Maria de Fátima Palmeira: diretora comercial da Gautama
– Flávio Henrique Abdelnur Candelot: empregado da Gautama
– Humberto Dias de Oliveira: empregado da Gautama
– Abelardo Sampaio Lopes Filho: engenheiro e diretor da Gautama
– Bolivar Ribeiro Saback: lobista da Gautama
– Rosevaldo Pereira Melo: lobista da Gautama
– Tereza Freire Lima: funcionária da Gautama
– Florencio Brito Vieira: empregado da Gautama
– Gil Jacó Carvalho Santos: diretor financeiro da Gautama
– Jorge E. Dos S. Barreto: engenheiro da Gautama
– Vicente Vasconcelos Coni: diretor da Gautama no Maranhão
– Dimas Soares de Veras: irmão de Zuleido e empregado da Gautama
– Henrique Garcia de Araújo: administra uma fazenda do Grupo Gautama
– Ricardo Magalhães da Silva: empregado da Gautama
– João Manoel Soares Barros: empregado da Gautama
– José Edson Vasconcelos Fontenelle: eEmpresário
– Jair Pessine: ex-secretário municipal de Sinop/MT
– Zaqueu de Oliveira Filho: servidor do município de Camaçari/BA
– Jorge Targa Juni: presidente da Companhia Energética do Piauí
– Iran César de Araújo Filho: secretário de Obras de Camaçari/BA
– Edílio Pereira Neto: assessor de Iran César de Araújo Filho
– Everaldo José de Siqueira Alves: subsecretário de Iran César de Araújo Filho
– Adeilson Teixeira Bezerra: secretário de Infra-Estrutura de Alagoas
– Denisson de Luna Tenório: subsecretário de Infra-Estrutura de Alagoas
– José Vieira Crispim: diretor de Obras da Secretaria de Infra-Estrutura de Alagoas
– Eneas de Alencastro Neto: representante do governo de Alagoas em Brasília
– Marcio Fidelson Menezes Gomes: secretário de Infra-Estrutura de Alagoas
– Ney Barros Bello: secretário de Infra-Estrutura do Maranhão
– Sebastião José Pinheiro Franco: fiscal de Obras do Maranhão
– José de Ribamar Ribeiro Hortegal: servidor da Secretaria de Infra-Estrutura do Maranhão


Em depoimento hoje à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Apagão Aéreo, cheap o chefe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), brigadeiro Jorge Kersul Filho,  disse que a situação ideal para o setor seria da duplicidade do sistema. Ou seja, o controle tanto por parte civil como militar. 

“Creio que não há prejuízo nenhum em duplicar o sistema. Mas, se o fizermos, temos de estar preparados para dobrar os gastos. Se o país tem dinheiro para gastar, isso seria a perfeição, porque, em uma situação especial, um supriria o outro. Esta é uma decisão governamental”.

O brigadeiro destacou que a transferência integral do controle aéreo para civis – hoje é feito somente por militares – seria um processo bastante demorado.

“Na minha opinião, não há como desmilitarizar apenas um setor. Por isso, creio que demoraríamos bastante, uma vez que, antes de separarmos, precisaríamos ter um outro sistema funcionando”.

Questionado se a desmilitarização contribuiria para a melhoria dos serviços, Kersul Filho foi evasivo. “Como cidadão e usuário do transporte aéreo, para mim não faz diferença nenhuma se quem está controlando o vôo é militar ou civil. Eu quero é um bom serviço”, limitou-se a responder.


O ministro de Minas e Energia, clinic Silas Rondeau, recipe determinou o afastamento do diretor-presidente da Companhia Energética do Piauí (Cepisa), Jorge Targa Juni, empresa vinculada à Eletrobrás, e do servidor Ivo Almeida Costa, assessor especial (DAS – Direção e Assessoramento Superior) do ministério. Os dois foram presos hoje pela Operação Navalha, da Polícia Federal.

Segundo nota da assessoria do ministério, Silas Rondeau determinou à Eletrobrás “a imediata convocação” do Conselho de Administração da Cepisa, com o objetivo de providenciar o desligamento de Targa Juni, e a indicação de um dos diretores para responder interinamente pelo cargo.

O ministro determinou, ainda, a instalação de auditoria, a ser conduzida pela Eletrobrás, em relação ao processo licitatório Nº 49/2006, da Cepisa, bem como a instauração de sindicância para a “devida apuração dos fatos” levantados pela PF, que teriam resultado em fraude em concorrências públicas. De acordo com a assessoria do MME, as medidas deverão ser adotadas no prazo máximo de 24 horas.

Já Ivo Almeida Costa foi exonerado do cargo como medida preventiva “até a total apuração dos fatos”.

A Polícia Federal cumpriu 43 mandados de prisão decretados pela ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Eliana Calmon, para prender uma quadrilha que desviava recursos públicos em fraudes em licitações em dez estados e no Distrito Federal. De acordo com a PF, o Ministério de Minas e Energia teve recursos desviados pela organização criminosa, como outros órgãos federais, estaduais e municipais. 



O Tribunal de Justiça fluminense decidiu por unanimidade, search hoje, viagra manter presos em Catanduvas, no Paraná, 12 acusados de chefiar facções criminosas no estado do Rio de Janeiro. Na última semana, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) havia permitido o retorno dos detentos, mas deixou claro que a decisão final caberia à Justiça fluminense.

Os 12 acusados cumpriam pena no presídio de segurança máxima de Bangu 1, no Rio, mas foram transferidos para Catanduvas no início de janeiro, por determinação judicial válida por quatro meses. No final de abril, o Ministério Público entrou com pedido à Justiça do Rio para que eles permanecessem no Paraná, o que foi negado. Mas dias depois foi feito novo pedido, desta vez aceito.  

Na última sexta-feira, o Superior Tribunal de Justiça resolveu suspender essa última decisão da Justiça fluminense e, com isso, permitir o retorno dos presos. Entre eles estão Márcio dos Santos Nepomuceno (Marcinho V.P.), Elias Pereira da Silva (Elias Maluco), Isaías da Costa (Isaías do Borel) e Robson da Silva (Robinho Pinga). 

Eles haviam sido transferidos por suspeita de envolvimento com ataques a policiais e alvos civis, no final do ano passado, no Rio de Janeiro. O pedido de permanência dos presos foi feito pelo governo do estado, que considera a medida essencial para garantir a ordem pública no Rio de Janeiro.


 


 


Segundo informações do gabinete do conselheiro, cheapest ele já deixou o hospital onde passou por exames, e deve seguir ainda hoje para Brasília onde ficará detido à disposição da Justiça.

Conceição tomou posse como conselheiro do TC-SE no final do ano passado. Segundo seu gabinete, ele passou por uma angioplastia há poucas semanas, após ter enfartado. Em Sergipe, a PF também prendeu o filho do ex-governador João Alves Filho, o empresário João Alves Neto, e o ex-secretário estadual de saúde (gestão Albano Franco) e ex-deputado federal Ivan Paixão.

Segundo a PF, a organização criminosa desbaratada na Operação Navalha atuava em dez estados e no Distrito Federal, desviando recursos públicos por meio de fraudes em licitações.


A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigará o setor aéreo no Senado Federal começará os trabalhos com a análise de documentos de investigações já em andamento na Polícia Federal (PF), ask no Tribunal de Contas de União (TCU), na Controladoria Geral da União (CGU) e na própria CPI da Câmara dos Deputados. 

A afirmação foi feita hoje pelo relator da comissão, senador Demóstenes Torres (DEM-GO). Segundo ele, por causa de uma eventual demora no envio das informações, os parlamentares devem tomar depoimentos de pessoas que porventura estejam relacionadas com a crise no setor aéreo.

Para ajudar na avaliação desse material, a CPI deve contar com o apoio de um procurador da República e de auditores do Senado.

De acordo com o presidente da comissão, senador Tião Viana, os trabalhos vão se ater ao foco para o qual a CPI foi criada. “Não vamos começar as investigações na Infraero e terminar no Ministério da Agricultura. Estamos centrados em fazer uma apuração o mais correta possível, sem querer achar culpados e sem querer transformar culpados em inocentes”.

Os dois se reuniram hoje com autoridades da PF, TCU e CGU para solicitar o envio dos documentos relacionados às investigações. Eles também tiveram um encontro com o presidente da CPI na Câmara dos Deputados, Marcelo Castro (PMDB-PI), e o com o relator, deputado Marco Maia (PT-RS).

Apesar de uma possível troca de informações, Demóstenes admitiu a possibilidade de que possam ocorrer “divergências ocasionais” entre as investigações conduzidas pelas duas Casas. “Acho que não seria um escândalo, é uma divergência ocasional de um ponto ou outro. Pode ser que o Senado e a Câmara, pela autonomia que têm, pela diversidade da composição e até por questões políticas, venham a definir os trabalhos de forma diferente”, ponderou. “Mas isso não é bom. Seria bom, uma vez que o fato é o mesmo, que concluíssemos da outra forma”.

O presidente da CPI na Câmara defendeu o trabalho conjunto das duas investigações justamente pelo o foco ser o mesmo. “A disposição dos presidentes e relatores na Câmara e no Senado é trabalharmos conjuntamente para produzir um trabalho sério, objetivo e profundo”.


O embaixador do Brasil no Paraguai, page Valter Pecly Moreira, story desmentiu hoje o boato de que o governo brasileiro estaria interessado em nacionalizar a Hidrelétrica de Itaipu.

“De maneira nenhuma. Não tem o menor fundamento. Nao sei de onde surgiu, drugs mas de qualquer modo é um boa oportunidade para desmentir cabalmente”, declarou o embaixador em entrevista à Agência Brasil.

As especulações começaram com o anúncio da visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Paraguai, domingo e segunda-feira, para encontros oficias e participação em um seminário sobre biocombustíveis.

O presidente brasileiro e o paraguaio, Nicanor Duarte, inaugurarão, na tarde de segunda-feira, duas novas turbinas de Itaipu, em Foz do Iguaçu. Atualmente, a Itaipu Binacional possui uma dívida de US$ 16 bilhões com a Eletrobrás e com o Tesouro Nacional, que dever ser paga até 2023.

A hidrelétrica de Itaipu produz 92 milhões de megawatts/hora. O Brasil usa 95% da energia produzida por Itaipu. Os 5% restantes consumidos pelo Paraguai abastecem 90% do país.

De 1984, quando a primeira geradora de Itaipu começou a operar, até abril de 1991 foram instaladas 18 turbinas. O projeto de Itaipu prevê a instalação de 20 turbinas, o que ocorrerá na próxima semana com a inauguração de duas novas máquinas.

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