O diretor da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), pharmacy approved Mohamed ElBaradei, disse hoje que uma equipe de inspetores do órgão partirá de Viena no próximo domingo em direção à Coréia do Norte, devendo chegar a Pyongyang na próxima terça-feira.
“Tenho o prazer de comunicar-lhes que a equipe chefiada por (Olli) Heinonen (subdiretor para Salvaguardas da AIEA) partirá daqui no domingo e chegará a Pyongyang na terça-feira”, disse ElBaradei à imprensa.
“Deveremos estar em condições de iniciar um longo e complexo processo de trabalho com a Coréia do Norte para o alcance de um consenso quanto às formas do fechamento da instalação de Yangbong”, acrescentou.
“Acho que o processo está avançando na direção correta”, destacou o diretor-geral da AIEA, prêmio Nobel da Paz em 2005.
Hoje, ao voltar de Pyongyang, o enviado dos Estados Unidos para as negociações sobre o programa nuclear norte-coreano, Christopher Hill, disse que a Coréia do Norte expressou sua disposição em desligar “imediatamente” o reator nuclear de Yongbyon como parte do compromisso de desnuclearização.
O negociador americano reafirmou a vontade de Pyongyang de aplicar “de forma completa” o acordo de 13 de fevereiro alcançado entre Estados Unidos, China, Japão, Rússia e as duas Coréias, no qual o país comunista se comprometeu a fechar suas instalações nucleares em troca de ajudas internacionais em forma de energia.
O envio da equipe da AIEA é a resposta de ElBaradei a uma carta datada de 16 de junho que lhe foi enviada pelo diretor-geral do Departamento de Energia Atômica da Coréia do Norte, Ri Je Son.
Na carta, Ri pede que uma delegação da AIEA visite Pyongyang para discutir as formas como a AIEA vai verificar e vigiar o fechamento da usina nuclear de Yangbyon.
A Coréia do Norte enviou esse convite após o desbloqueio do dinheiro que tinha congelado em um banco de Macau.
Os atrasos atingiram quase 30% dos vôos programados para partir até às 15 horas nos principais aeroportos do país. Os passageiros que mais sofreram com os atrasos foram os que embarcaram no Aeroporto Internacional Tancredo Neves, story em Confins, this web em Minas Gerais. De 43 vôos previstos, 28 tiveram atraso, ou seja, 65,1%, e quatro foram cancelados (9,3%).
No Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, em Brasília, o percentual de atrasos chegou a 57,8%. De 76 previstos, 44 vôos tiveram atraso e um foi cancelado. No aeroporto de Recife, 55,5% dos vôos atrasaram (20 vôos, de um total de 36) e houve seis cancelamentos (16,6%).
Em Salvador, dos 62 vôos previstos, 33 (53,2%) tiveram atraso e 10 foram cancelados (16,1%). Fortaleza registrou 52,9% de atraso. De 34 vôos programados, 18 partiram com atraso e cinco foram cancelados (14,7%).
Guarulhos, em São Paulo, teve 20,5% (28, de 136 previstos) de atraso e Congonhas, também em São Paulo, 9,4% (15, de 159 programados). No aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, 36 vôos atrasaram, de um total de 99, o equivalente a 36,3%. Onze foram cancelados (11,1%).
No levantamento anterior divulgado pela Infraero, referente aos vôos programados para partir entre zero hora e meio-dia, a média nacional de atrasos era de 23,2%.
Uma menina de 13 anos teve os dois pés amputados em um acidente em uma atração de um parque de Louisville (Kentucky, website like this EUA), store informou hoje Carolyn McLean, click porta-voz do parque de atrações Six Flags Kentucky Kingdom.
Segundo ela, os fatos aconteceram nesta quinta-feira e a menina, cuja identidade não foi revelada por se tratar de uma menor, permanece no Hospital Universitário da cidade.
Segundo declararam as testemunhas a diferentes meios de comunicação locais, um cabo arrebentou enquanto a menina estava montada na atração chamada “Torre do Poder” do Super-Homem, cortando seus pés.
Eles foram recolhidos pelo pessoal do parque de atrações, que os enviaram ao hospital, informou a porta-voz do Six Flags.
A atração, segundo a site do parque, consiste em uma plataforma com mais de 54 metros de altura onde os usuários, presos por barras e cintos de segurança, ficam suspensos para depois experimentar uma queda livre a mais de 86 km/h, parando a apenas seis metros do chão.
Após o acidente, o brinquedo foi interditado indefinidamente.
As autoridades policiais continuam hoje a investigação das causas do fato, enquanto o resto do parque de atrações funciona com normalidade.
O embaixador da Colômbia em Brasília, visit Mario Galofre, questionou nesta sexta-feira os números sobre refugiados de seu país no Brasil apresentados esta semana pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) e advertiu sobre a existência de pessoas interessadas em tirar vantagem da situação.
“Acho que os dados apresentados pelo Acnur surpreendem o próprio Acnur, porque eles mesmos, ao citar os números, esclarecem que não sabem exatamente se são refugiados ou não”, disse Galofre.
No Brasil, o Comitê Nacional para os Refugiados (Conare) informou na quarta-feira que 450 colombianos em território brasileiro são reconhecidos como refugiados, mas o Acnur divulgou na Suíça que o número poderia ser de 17 mil, sem entrar em detalhes.
“Os indígenas que vivem na região cruzam a fronteira de um lado para outro, mas não sabemos em que condições”, comentou Galofre, que pediu mais exatidão por parte do organismo internacional ao divulgar os números.
“O Acnur é uma instituição séria, mas percebo a imensa dificuldade que enfrenta, reconhecida por eles mesmos, de saber quantos refugiados há na realidade, porque são números muito distantes”, apontou.
O representante da diplomacia colombiana acrescentou: “com todo o respeito pelo Acnur e pelos organismos internacionais, eu confio mais nos casos concretos divulgados pelo Governo brasileiro e, sob este ponto de vista, me afasto das estimativas do Acnur”.
No entanto, a situação “preocupa o Governo colombiano, que não quer que o conflito se reflita nos países vizinhos”, destacou Galofre.
O diplomata disse ainda que “é inegável que um refugiado ou um deslocado para outro país é uma pessoa em estado de desgraça que precisa de ação humanitária”.
“Mas há muitos que se aproveitam da situação do conflito interno para dizer que são deslocados. Há outros cidadãos que não são colombianos e fingem ser para aproveitar as ajudas da comunidade internacional”, afirmou.
“A embaixada quer fazer acordos com o Governo brasileiro para que o atendimento humanitário das instituições internacionais parta do reconhecimento de que realmente se trata de deslocados e para que estas organizações lhes dêem uma atenção adequada, não acolhendo subversivos que cometeram crimes atrozes”, citou.
O Acnur considera que o conflito interno colombiano, que dura mais de 40 anos, levou 250 mil cidadãos do país andino a pedir asilo ou refúgio em outras nações. Além disso, o deslocamento interno entre 2003 e 2006 foi de quase 800 mil pessoas.