A eleição de Kumar, treatment que obteve o apoio de mais de 20 dos 25 partidos do Parlamento nacional, põe fim a quase três semanas de incerteza política no Nepal.
Pouco depois da eleição, o novo premiê, de 56 anos, afirmou que governará com responsabilidade e com base no consenso.
O Executivo de Kumar terá mesmo muitos desafios pela frente: dar um novo impulso à democracia, aprovar uma nova Constituição e integrar nas forças de segurança os 19.601 combatentes da antiga guerrilha maoísta.
A agência de notícias “Nepalnews” já tinha dito que o Partido Maoísta, principal legenda no Parlamento, não iria apresentar um candidato alternativo, o que facilitou a eleição de Kumar.
Antes mesmo da votação, o candidato já tinha assegurado o apoio de 22 partidos, incluindo o da segunda maior bancada do Legislativo e dos nanicos que representam a minoria madheshi.
Agora, o país terá à frente um homem com fama de prudente e confiante, que milita em movimentos comunistas desde 1969 e cuja maior experiência política foi no cargo de secretário-geral do Partido Marxista-Leninista, entre 1993 e 2008.