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ElBaradei renova apelo por um mundo sem armas nucleares

Arquivo Geral

09/01/2007 0h00

O presidente russo, prostate cialis 40mg Vladimir Putin, store disse na terça-feira que a Rússia, drugs segunda maior exportadora de petróleo do mundo, pode reduzir seu fornecimento, indicando sua determinação em obrigar Belarus a ceder numa disputa comercial que interrompeu o fluxo no maior oleoduto que vai para a Europa.

O impacto da paralisação de dois dias do oleoduto de Druzhba já atingia o Leste Europeu e a Europa Central, e Putin deu ordens ao governo russo de discutir possíveis cortes na produção por empresas russas de petróleo.

A União Européia condenou a dimensão que a disputa comercial entre Rússia e Belarus assumiu. O oleoduto de Druzhba, que passa pelo território bielo-russo, escoa cerca de dois quintos das exportações russas de petróleo.

As esperanças de uma solução rápida para o impasse diminuíram depois das declarações de Putin. Estavam programadas negociações com uma delegação russa em Moscou para o fim da tarde.

A UE pediu aos dois países que acabem com a disputa, que cortou o suprimento de petróleo para a Polônia e para a Alemanha na noite de domingo, e que já afeta a Eslováquia, a Hungria e a República Tcheca. "Não é aceitável para fornecedores ou países de trânsito tomar medidas sem fazer consultas. É claro que isso é motivo de preocupação", disse o presidente da Comissão Européia, José Manuel Barroso, em Berlim.

A chanceler alemã, Angela Merkel, apoiou Barroso. "Isso abala a confiança e dificulta a construção de um relacionamento de cooperação baseado na confiança", disse ela. A Alemanha importa 20% de seu petr óleo pelo oleoduto.

Na segunda-feira, a Rússia disse que foi obrigada a fechar o oleoduto porque Belarus estava desviando petróleo, para garantir o pagamento de uma tarifa de trânsito imposta pelos bielo-russos na semana passada.

Antes, a Rússia havia imposto à Belarus um imposto de importação para amenizar as supostas perdas de até US$ 4 bilhões, pelo fato de os bielo-russos estarem refinando o óleo livre de impostos, violando o acordo entre os dois países.

No ano passado, uma discordância entre a Rússia e a Ucrânia prejudicou a distribuição de gás natural na Europa. Especialistas dizem que Rússia e Belarus têm de chegar a um acordo logo para não sofrer graves prejuízos econômicos. Mas o preço futuro do petróleo ainda estava em queda, por causa do inverno quente dos Estados Unidos.

"A estrutura de exportação da Rússia não tem rotas alternativas para os volumes fornecidos à Europa via Druzhba, e portanto será necessário chegar a um acordo que seja mutuamente aceitável", disse Steven Dashevsky, analista da Aton, em Moscou.

A Lukoil, maior petrolífera russa, disse esperar que não seja necessário fazer os cortes. O ministro da Energia da Rússia, Viktor Khristenko, disse que os fatos relacionados às exportações a Belarus contituem um fator de "força maior".

As TVs de alta definição estão se tornando as grandes estrelas do Consumer Electronic Show (CES) deste ano. Alguns modelos chamam a atenção pela qualidade da imagem, information pills somada ao tamanho (cada vez maiores) e espessura (cada vez mais finas) do aparelho.

Segundo o UOL, cheapest a Sony chamou a atenção com um protótipo que exibe imagens com contraste de cores de mais de um milhão para um. A TV, que usa tecnologia OLED, é mais fina que outros aparelhos e exibe imagens mais nítidas que as telas de plasma.

Com a definição das imagens cada vez mais altas, as fabricantes se preocupam também em mostrar filmadoras que gravam em uma qualidade compatível com as TVs. A Sony e a Panasonic colocam em exposição as câmeras HDR (Sony) e HDC (Panasonic). Os modelos foram desenvolvidos em conjunto pelas duas empresas e são capazes de gravar imagens em alta definição.

O chefe da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), viagra Mohammed ElBaradei, treatment renovou na terça-feira o apelo por um mundo sem armas nucleares, afirmando que as bombas atômicas e os mísseis que nove países possuem são suficientes para "acabar com a vida da forma como a conhecemos".

Em um discurso em uma conferência na Argélia, o Nobel da Paz acrescentou que sua agência possui apenas uma "autoridade desigual" para conter a proliferação de armas nucleares entre as nações que prometeram respeitar seu papel fiscalizatório.

O ideal seria criar um novo sistema internacional de segurança que rejeitasse as armas nucleares e enfatizasse as negociações sobre o combate à pobreza, afirmou ele. "Devemos sempre lembrar que a meta do Tratado de Não-Proliferação Nuclear (NPT) é um mundo sem armas nucleares", disse ele na conferência sobre os usos pacíficos da energia nuclear na África, um continente que não possui armas atômicas, já que a África do Sul abriu mão de seu arsenal há mais de uma década.

"Temos nove países que possuem armas nucleares, existem 27 mil ogivas. Ainda temos mais de 30 países que são membros de alianças que utilizam armas nucleares para sua segurança", disse ElBaradei.

Ele não mencionou os países pelo nome. Sabe-se que Estados Unidos, Rússia, China, França, Grã-Bretanha, Índia, Paquistão e Coréia do Norte possuem armamento nuclear. O suposto nono país é Israel, que não confirma nem desmente a existência de um arsenal.

"Testemunhamos uma preocupação cada vez maior em relação à proliferação das armas nucleares e com o perigo crescente do uso intencional e acidental de armas nucleares, que podem acabar com a vida da forma como a conhecemos", disse ElBaradei. "A AIEA tem um papel crucial. Mas o alcance da autoridade da agência ainda é desigual de país para país".

Ele explicou que são poucos os países que adotaram o Protocolo Adicional ao NPT, que permite inspeções mais invasivas de instalações nucleares por parte da AIEA. O Irã, que foi submetido a sanções do Conselho de Segurança da ONU por não abrir mão do enriquecimento de urânio, é um dos países que deixara m de implementar o Protocolo Adicional. Mas os iranianos negam que estejam produzindo armas nucleares.

A Coréia do Norte recebeu críticas do mundo inteiro pelo teste com armas nucleares que realizou em outubro, mas depois concordou em retomar as negociações para o desarmamento. O egípcio ElBara dei e a AIEA ganharam o Nobel da Paz em 2005.

 

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