As autoridades egípcias determinaram o fechamento da primeira escola no país por temer a propagação entre os alunos da gripe A, informou hoje a imprensa local.
Os ministérios de Educação e Saúde tomaram a decisão de fechar um centro escolar situado na cidade mediterrânea de Alexandria, depois que foram detectados quatro casos da gripe A entre os alunos.
Desde que a doença foi detectada no país, três pessoas morreram e 1,053 mil pessoas foram infectadas pelo vírus.
O ministro da Saúde egípcio, Hatem el-Gabaly, insistiu perante o Parlamento egípcio que “a conscientização das pessoas sobre a necessidade de tomar as precauções necessárias para combater a pandemia contribuiu para reduzir o número de infectados”, segundo o jornal egípcio “Al-Ahram”.
Desde o surgimento do vírus, o Egito tomou medidas taxativas e polêmicas para evitar a expansão da doença, como o sacrifício do gado suíno e a imposição de restrições aos peregrinos muçulmanos que quiserem viajar este ano à cidade sagrada de Meca, na Arábia Saudita.