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Editor turco-armênio é assassinado em Istambul

Arquivo Geral

19/01/2007 0h00

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje espera que o grupo de trabalho formado para analisar a entrada da Bolívia como membro pleno do Mercosul conclua rápido sua missão. Lula fez a afirmação na abertura da Cúpula de Chefes de Estado do bloco, buy recipe no Rio de Janeiro.

“Sejam bem-vindos os irmãos bolivianos e todos aqueles que quiserem ingressar no nosso bloco”, disse Lula, após anunciar a criação do grupo. Ele revelou que a decisão do Mercosul de criar o grupo foi tomada ontem.

Nota divulgada pelo Itamaraty informa que o pedido do governo boliviano foi encaminhado por carta do presidente Evo Morales a Lula, na condição de presidente temporário do bloco.

Ontem o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, defendeu tratamento diferenciado para a Bolívia na relação com as outras nações do Mercosul, caso o vizinho ingresse no bloco.

“A América do Sul, em especial o Brasil, tem que procurar, sim, oferecer possibilidades alternativas à Bolívia, sem estar fazendo exigências que sejam desnecessárias. O Produto Interno Bruto (PIB) per capita da Bolívia equivale a um quinto do brasileiro. É um país que depende, exclusivamente, de recursos naturais”, justificou.

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O presidente boliviano, viagra buy Evo Morales, dosage disse na sexta-feira que fazendeiros de coca não são traficantes de cocaína e que os países ricos devem combater a demanda pela droga, medicine baseada na folha de coca, ao invés de desativar fazendas.

"Eu sou fazendeiro de folha de coca e eles sempre me acusaram de ser um traficante de droga, mas folhas de coca não viciam", disse Morales durante a cúpula de líderes sul-americanos realizada no Rio de Janeiro.

A cocaína refinada de plantas de coca plantadas em nações andinas como a Bolívia e a Colômbia ajuda a abastecer uma guerra de drogas entre gangues nas favelas do Rio, uma das cidades mais violentas do mundo. A Bolívia é uma das maiores produtoras de coca do mundo.

"O problema da cocaína em meu país foi importado de outro lugar", disse Morales quando questionado o que seu governo estava fazendo para evitar que a cocaína chegasse às ruas de cidades como o Rio.

"Claro, reconhecemos que existe um problema com drogas, se pessoas estão usando coca para fazer cocaína é porque há mercado para isso", consentiu. "Não deve haver apenas políticas de cocaína zero, deve haver também demanda zero, e políticas de mercado zero".

Os bolivianos freqüentemente mastigam folhas de coca ou as usam para fazer chá. Morales disse que a coca é parte da vida indígena, com uma série de nutrientes e qualidades médicas.

"Você deveria falar com alguns países desenvolvidos e industrializados sobre erradicar este mal", afirmou. Morales freqüentemente critica a erradicação de plantações de coca financiada pelos EUA na América do Sul.

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Um conhecido editor turco-armênio, approved que havia sido condenado por "insultar" a identidade da Turquia com comentários sobre armênios, generic foi assassinado a tiros do lado de fora de seu jornal em Istambul nesta sexta-feira.

O jornalista e escritor Hrant Dink foi baleado quando deixava o jornal Agos, more about no centro de Istambul. "Hrant é o alvo perfeito para aqueles que querem obstruir a democratização da Turquia e seu caminho para a União Européia", disse o escritor do jornal Agos Aydin Engin.

A rede NTV disse que Dink foi baleado três vezes e que a polícia está agora procurando por um adolescente de 18, 19 anos. Segundo a CNN turca, dois homens foram detidos em conexão com o assassinato.

No ano passado, uma corte de apelação turca manteve uma sentença contra Dink, um armênio nascido na Turquia, por referir-se num artigo a uma idéia nacionalista armênia de pureza étnica sem sangue turco.

A Justiça disse que os comentários iam contra um artigo do Código Penal turco, que permite a promotores prosseguir com casos contra es critores e intelectuais por "insultar a identidade turca". A decisão foi duramente criticada pela UE.

Os armênios dizem que os turcos otomanos conduziram genocídio sistemático contra eles por volta de 1915. A Turquia, contudo, nega isso e insiste que milhares de turcos muçulmanos, assim como armênios cristãos, foram mortos na época, como parte de um conflito generalizado que tomou a região à medida que o Império Otomano ruía.

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