A economia espanhola moderou sua queda no terceiro trimestre, período no qual retrocedeu 0,3% em relação ao segundo, quando o PIB desceu 1,1%.
O descenso anualizado foi de 4%, quando no trimestre anterior tinha se situado em 4,2%, segundo os dados avançados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
O INE disse que entre julho e setembro a economia moderou sua contração devido a uma contribuição menos negativa da demanda nacional e à contribuição positiva do setor exterior.
No entanto, a recessão segue instalada na economia espanhola, que acumula cinco trimestres consecutivos de quedas, dado que deverá ser confirmado no próximo dia 18 quando se conheçam os números definitivas e detalhados da evolução do Produto Interno Bruto (PIB).
Os dados divulgados hoje pelo INE se aproximam aos avançados no último dia 29 de outubro pelo Banco da Espanha, que previu uma queda intertrimestral de 0,4% e um descenso de 4,1% anual.
O Banco da Espanha também precisou que no terceiro trimestre deste ano o descenso foi o menos pronunciado desde o início da crise.
O organismo regulador atribuiu “parte” desta moderação da queda às medidas de estímulo decretadas pelo Governo liderado por José Luis Rodríguez Zapatero.
A economia espanhola cresceu pela última vez em termos trimestrais entre janeiro e março de 2008 e no segundo trimestre do ano parou, para começar a cair nos períodos sucessivos.