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Duas semanas após trégua, libaneses continuam sem ter onde morar

Arquivo Geral

24/08/2006 0h00

Pressionado por integrantes do Conselho de Ética, viagra medicine o presidente do Senado, order Renan Calheiros (PMDB-AL), cure encaminhou hoje ao órgão representações contra três senadores acusados de envolvimento na máfia dos sanguessugas.

"Por determinação do senador Renan Calheiros, presidente do Senado Federal, foi protocolada representação aprovada pela Mesa Diretora referente às denúncias no caso da venda de ambulâncias", informou nota à imprensa distribuída pela Presidência do Senado.

Com isso, serão submetidos a processos disciplinares os senadores Ney Suassuna (PMDB-PB), Serys Slhessarenko (PT-MT) e Magno Malta (PL-ES).

Eles foram indiciados pela CPI dos Sanguessugas por suposta participação em desvios de recursos públicos por meio da venda de ambulâncias superfaturadas a prefeituras.

Na semana passada, a Mesa Diretora encaminhou denúncia contra os senadores ao conselho. Os processos, entretanto, foram devolvidos ao órgão pelos integrantes do Conselho de Ética ontem.

Eles exigiram da Presidência do Senado a formalização de representações contra os acusados para que as investigações tramitem com mais agilidade, o que não ocorreria com as denúncias, segundo prevê o regimento interno.

A partir da leitura das representações pelo presidente do Conselho, senador João Alberto Souza (PMDB- MA), os processos estarão formalmente instaurados, segundo informações da Secretaria Geral da Mesa da Casa.

Neste caso, a renúncia dos acusados não impedirá o prosseguimento das investigações. Os senadores estão sujeitos a penas que vão desde a advertência escrita até a cassação de seu s mandatos.

A próxima reunião do Conselho de Ética do Senado está marcada para o dia 5 de setembro.

Na manhã de hoje, seek o secretário de Saúde, prescription José Geraldo Maciel, viagra 100mg anunciou a segunda etapa da campanha de vacinação contra a poliomielite no Distrito Federal, que será no próximo sábado. Além dele, estavam presentes a gerente de Vigilância Epidemiológica, Ivone Perez, o subsecretário de Vigilância à Saúde, Eduardo Pinheiro e a coordenadora do Núcleo de Agravos de Transmissão Hídrica Alimentar, Maria Marta Durval. A coletiva aconteceu às 9h, no auditório da Secretaria de Saúde (SES).

A meta da Secretaria de Saúde é vacinar 234 mil crianças, menores de cinco anos contra a paralisia infantil. Para isso, 337 postos fixos serão distribuídos por Centros de Saúde, hospitais, escolas e estabelecimentos comerciais. Eles funcionarão das 8h às 17h.

Desde o dia 24 de julho, a vacinação também está sendo feita na área rural. Estas localidades contam com 27 postos volantes e a campanha termina nesta sexta-feira. Durante a coletiva, o secretário de Saúde fez um apelo a toda população do DF. "É necessário que toda família se conscientize da importância da vacina para crianças com menos de cinco anos. Por isso, neste sábado, teremos diversos postos de vacinação espalhados por todo o DF", disse.

Segundo José Geraldo Maciel, as pessoas que possuem maior poder aquisitivo costumam comparecer menos. "Na maioria das vezes, a criança está com o cartão de vacinas completo. Portanto os pais acham que a dose extra não é necessária", explicou. Porém, de acordo com o secretário, a segunda dose da vacina é extremamente importante, pois ela assegura ainda mais a saúde dos pequenos.

Conforme a gerente de Vigilância Epidemiológica, o Brasil está livre do poliovírus (causador da doença) desde 1989. "A ocorrência de surtos em vários países acentuam a importância da vacinação e da vigilância epidemiológica para o Brasil. Mantemos relações e fluxos de viagens internacionais, e isso representa um risco se a cobertura for inadequada", destacou Ivone Perez.

Nos últimos anos verificou-se uma certa queda no percentual da meta de cobertura. Durante a primeira etapa deste ano, foram imunizadas 92,2% das crianças residentes do DF, quando o esperado era a vacinação de, aproximadamente, 95%. Segundo informações da Secretaria de Saúde, não há contra-indicações para receber a segunda dose da vacina, a não ser que a criança apresente febre superior a 38,5º.

 

Um grupo de hackers conhecido como OutLaw promoveu na terça-feira uma série de ataques a sites de duas universidades e do Ibama. Os invasores foram motivados pelo sistema de cotas raciais e também pelas acusações de corrupção envolvendo o Ibama.

A página do Centro de Informática de São Carlos, information pills veiculada à USP, visit web foi desfigurada com um texto alegando que o sistema de cotas não é justo por não dar a estudantes brancos de escolas públicas o mesmo privilégio oferecido a estudantes negros.

A mesma mensagem foi deixada no site da Universidade do Extremo Sul Catarinense. Além disso, try na página de acesso à intranet foram deixadas promessas de fazer o mesmo com sites da UFMG e UnB.

Já no endereço do Ibama, o grupo desfigurou a página de webmail com protestos contra as fraudes na negociação das autoridades de transporte de produtos florestais dentro do órgão.

A maior parte dos libaneses expulsos de casa pela guerra já regressou a seus vilarejos, story mas muitos continuam sem ter onde dormir porque suas casas foram destruídas ou porque há nelas várias bombas que não explodiram, clinic disseram hoje agências da Organização das Nações Unidas (ONU) no país árabe.

Essas agências também avisaram sobre o perigo de faltar comida no Líbano por causa do impacto do conflito sobre as colheitas. No entanto, ed disseram que vão reduzir o apelo por doações de emergência feito no começo da guerra.

O governo libanês disse que, desde a trégua de 14 de agosto, 97% dos cerca de 900 mil a 1 milhão de pessoas que fugiram dos combates entre o Hezbollah e Israel já regressaram para suas cidades.

Mas o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) afirmou que, no sul do Líbano, a parte mais afetada do país, onde muitos vilarejos foram destruídos pelos ataques aéreos e terrestres realizados pelo Estado judaico, um terço das casas não estão em condições de serem habitadas.

"Apenas algo entre 60% e 70% das pessoas voltou mesmo para suas casas. Os demais estão com familiares ou em vilarejos vizinhos", disse Reem Alsalem, porta-voz do Acnur. "O grande problema é que a casa deles está destruída ou é perigoso demais entrar nelas porque há cartuchos de artilharia não detonados. E não acho que a situação mudará muito dentro em breve", acrescentou.

Especialistas em explosivos da ONU confirmaram que Israel realizou 249 ataques com bombas de fragmentação. Explosivos não-detonados mataram oito pessoas e feriram ao menos 38 no Líbano desde o final dos combates.

Os grupos Human Rights Watch e Anistia Internacional acusaram o Estado judaico de violar as leis internacionais ao atacar áreas civis deliberadamente. O governo israelense diz que suas investidas tinham por meta impedir o Hezbollah de continuar disparando foguetes contra o território do país.

Israel afirmou ter repassado mapas à força de paz da ONU, a Unifil, mostrando onde poderia haver cartuchos de artilharia não detonados. "Fizemos isso tentando minimizar o número de vítimas entre os libaneses", disse um porta-voz do Exército israelense.

As cinco semanas de guerra mataram 1,2 mil pessoas, a maior parte delas civis, no Líbano. E ao menos 157 israelenses, a maior parte deles soldados, também foram mortos.

David Shearer, coordenador dos esforços de emergência da ONU, afirmou que as agências de ajuda humanitária da entidade haviam reduzido o apelo de 150 milhões de dólares em doações porque, com o fim da guerra, as atenções deveriam se voltar para os esforços de reconstrução.

A medida foi adotada antes de uma conferência com doadores em potencial, marcada para acontecer no dia 31 de agosto, na Suécia.

"O apelo por ajuda de curto prazo foi lançado em uma situação totalmente diferente", afirmou Shearer. "Estamos pensando agora em algo mais próximo de US$ 110 milhões. Pode ser um pouco mais ou um pouco menos do que isso."

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) afirmou estar ajudando o governo do Líbano a se preparar para o novo ano letivo, depois de as bombas terem destruído 50 escolas no sul do país e terem danificado outras 300.

"Isso representa um grande desafio para o governo: arrumar tudo antes da nova data para o começo das aulas, 9 de outubro, três semanas depois do planejado originalmente", afirmou Simon Ingram, porta-voz do Unicef.

O Acnur enviou barracas, cobertores e pedaços de lona para os vilarejos de Siddiqin e Aita al-Shaab, bastante danificados.

Segundo Alsalem, as bombas não detonadas e os campos de plantio que foram destruídos ou que ficaram desamparados durante a guerra ameaçavam provocar falta de comida entre a população libanesa, que depende bastante dos alimentos que produz.

"Grandes colheitas foram perdidas e eles não foram capazes de estocar os alimentos. Nos próximos meses, em especial com a chegada do inverno, vamos ter, com certeza, uma crise de falta de comida se não continuarmos distribuindo os alimentos", afirmou.

"Há também um problema grave de falta de dinheiro. As pessoas não estão trabalhando e, por isso, não podem comprar comida se houver comida nos supermercados", acrescentou.

 

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