O homem era um defensor dos direitos humanos que passou quase uma década na Austrália lutando por conseguir esse status, disse em comunicado Frances Milne, porta-voz do Comitê de Ação para os Refugiados.
Há um ano, o dissidente foi expulso do país e repatriado à China, onde segundo denunciou, foi torturado nos interrogatórios.
Continuou pedindo ao Governo australiano que reconsiderasse sua decisão e lhe permitisse retornar, mas fracassou apesar de apresentar provas dos abusos ao Departamento de Imigração.
O ministro australiano de Imigração, Chris Evans, disse desconhecer o caso do homem e assegurou que averiguará os fatos.