O candidato à presidência da República, visit this site Geraldo Alckmin (PSDB/PFL), viagra buy endossou hoje (19) a política de corte de gastos públicos defendida por um de seus asessores, pills o ex-secretário paulista da Fazenda Yoshiaki Nakano. “O governo não pode gastar mais do que arrecada e isso é óbvio”, afirmou o candidato.
O programa de governo do tucano afirma que é possível cortar gastos públicos até zerar o déficit das contas públicas. No ano passado, segundo o Tesouro Nacional, o governo federal teve um rombo de R$ 68 bilhões, o que corresponde a cerca de 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB). O saldo negativo tem de ser coberto pelo governo com a rolagem da dívida pública.
“Nakano tem toda a razão e, pra nós, essa questão fiscal é uma questão central”, defendeu ele. Em entrevista à imprensa, na semana passada, o economista havia defendido o ajuste fiscal. Em seu programa de governo, Alckmin também promete aumentar o ajuste fiscal como forma de atingir o equilíbrio das contas públicas.
Alckmin considera que "o ideal é zerar o déficit o mais rápido possível". "Se vai fazer em 4 ou 5 anos, é uma questão a ser verificada”. Em seu programa, define como meta zerar o déficit no último ano do próximo mandato.
Apesar de defender a redução de gastos, o candidato afirmou que esse corte não implica em diminuição ou descontinuidade dos programas de assistência social da atual gestão. "Governar é escolher e você não precisa cortar na área social porque quando há uma melhoria de gestão dá para sobrar dinheiro para o social".
Alckmin conversou com jornalistas, após participar de uma entrevista ao jornal a Folha de São Paulo, no centro de São Paulo.
A prolongada disputa entre Guatemala e Venezuela por uma vaga temporária no Conselho de Segurança da ONU deve ter uma pausa de pelo menos cinco dias para que os países latino-americanos tentem resolver o impasse, see disseram diplomatas na quinta-feira.
Após três dias e 30 turnos de votação, a Guatemala continuava na quinta-feira liderando por uma margem de 20 a 30 votos. Mas nenhum dos dois países obtinha os 128 votos (dois terços dos 192 países da ONU) necessários. A Guatemala tem apoio explícito dos Estados Unidos, enquanto a Venezuela vê sua candidatura como uma batalha contra Washington e contra o embaixador norte-americano na ONU, John Bolton.
“O senhor Bolton não conseguiu nos manter fora da corrida”, disse o embaixador venezuelano na ONU, Francisco Arias Cárdenas. O presidente Hugo Chávez tenta criar uma aliança anti-americana com países da Ásia, da África e do Oriente Médio. Perder a vaga será um duro golpe nas ambições dele de ter uma maior influência internacional.
A votação paralisou a Assembléia Geral durante três dias nesta semana, mas vários diplomatas latino-americanos disseram que a disputa vai parar na sexta-feira para que a assembléia cuide de outros temas e também na segunda e terças-feiras por causa do feriado islâmico do Eid El Fitr.
O chanceler da Guatemala, Gert Rosenthal, disse que preferia um recesso maior e menos votações nesse “teatro do absurdo”, mas outros países, inclusive a Venezuela, discordaram. Rosenthal disse que, enquanto a Venezuela não desistir, a Guatemala também não tem opção senão continuar.
Bolton mostrou-se de acordo. “A coisa honrada a fazer seria o candidato que perdeu 28 das 29 votações se retirar. A Venezuela insiste em submeter todo mundo a tudo isso – votação após votação após votação”. A Guatemala nunca participou do Conselho de Segurança, cujas decisões sobre guerra e paz são obrigatórias para todos os países. A Venezuela já teve quatro mandatos no órgão.
O embaixador do Equador na ONU, Diego Cordovez, que comanda o grupo de 32 países latino-americanos e caribenhos, disse que não pretende convocar uma reunião formal, a não ser que haja sinais de que poderia haver acordo. A votação começou na segunda-feira. Na quarta, os 32 países latino-americanos e caribenhos se reuniram, mas sem chegar a um acordo nem definir um terceiro candidato, de consenso. O Conselho de Segurança tem 15 vagas. Cinco delas são permanentes e dão poder de veto a Estados Unidos, Rússia, China, França e Grã-Bretanha.
As outras dez, sem poder de veto, obedecem a um sistema de rodízios regionais, com mandatos de dois anos. África do Sul, Indonésia, Itália e Bélgica foram eleitos na segunda-feira para o período 2007/08. A vaga em disputa na América Latina atualmente é ocupada pela Argentina.