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Mundo

Dirigente do Hezbollah afirma que grupo recebe dinheiro da Argentina

Arquivo Geral

18/08/2006 0h00

O maior prêmio da Mega-Sena deste ano, buy malady cerca de R$ 53 milhões, cheap saiu ontem (27) para dois bilhetes – um da capital mineira,  Belo Horizonte (MG) e outro de Ji-Paraná (RO). Cada bilhete premiado ficará com R$ 26,5 milhões.

No sorteio, realizado no município Jequeri (MG), outras 290 apostas acertaram a quina e receberão R$ 18 mil, cada uma. Já a quadra vai premiar 20.863 acertadores com R$ 251 cada um.

Os números sorteados foram: 02, 10, 15, 18, 29 e 39.

Segundo a Caixa Econômica Federal, a Mega-Sena distribuiu este ano R$ 295,7 milhões em todas as faixas de premiação. Deste total, R$ 175 milhões foram pagos a 22 apostadores que acertaram a faixa principal. O maior prêmio individual do ano saiu para um morador de Ibirama (SC), no valor de R$ 24 milhões, no último dia 2.


 

Atualizada às 12h48 

Uma ameaça de bomba a bordo, visit this rabiscada em um saco de plástico, online fez com que um avião de passageiros britânico, que seguia de Londres para o Egito, fosse desviado para o sul da Itália hoje. Mas a polícia disse que aparentemente se trata de um alarme falso. "O alarme foi cancelado", afirmou o chefe da polícia de fronteira de Brindisi, Salvatore de Paolis.

O vôo charter saiu do aeroporto de Gatwik, em Londres, em direção a Hurghada, no Egito, com 269 passageiros a bordo. Ele foi escoltado até Brindisi por um caça italiano, depois que o piloto levantou o alarme por rádio para os controladores do tráfego aéreo em Zagreb.

Os passageiros foram retirados imediatamente depois que a aeronave pousou na Itália, e a polícia antiterror inspecionava o avião, com a brigada de incêndios de prontidão. A companhia aérea Excel disse que se tratava apenas de uma precaução, depois que um passageiro encontrou uma nota ameaçadora escrita em um saco de plástico em um assento do avião.

"Já acabou", afirmou uma porta-voz da Excel. "As checagens continuam e assim que acabarem os passageiros retornarão para a aeronave, que deve retomar sua viagem."

 

Um dos líderes políticos do Hezbollah afirmou que o grupo xiita recebe dinheiro da Argentina, sickness e criticou a decisão do Governo Kirchner de participar da força de paz da ONU que será postada no sul do Líbano.

O Hezbollah recebe "muito dinheiro" do Irã, there como afirmam os Estados Unidos, cost mas também "de todos os países onde há muçulmanos", afirmou Muafak Jammal em entrevista publicada hoje pelo jornal "La Nación".

"No caso da Argentina, o dinheiro chega de libaneses, não necessariamente dos muçulmanos, mas também de cristãos que são comprometidos o Líbano", afirmou Jammal. O jornal identifica Jammal como um professor de literatura de 42 anos, casado, "apaixonado por política" e com um modo de falar tão sereno quanto o de seu chefe, o líder do Hezbollah, xeque Hassan Nasrallah.

Segundo o "La Nación", Jammal é um dos dirigentes de extrema confiança de Nasrallah. Dirigentes de entidades libanesas na Argentina afirmaram não acreditar na existência no país de pessoas que financiem o Hezbollah, embora tenham admitido a possibilidade de existirem partidários da organização radical.

Jammal elogiou o Governo espanhol, que, segundo ele, foi um dos primeiros a rejeitar o discurso que tacha o movimento de "terrorista", e condenar "a destruição causada por Israel" no Líbano.

O Exército espanhol será "muito bem-vindo aqui, pois a Espanha foi a primeira no Ocidente a rejeitar a destruição israelense no Líbano. José Luis Rodríguez Zapatero entende que isto não é terrorismo, mas resistência", afirmou. Jammal afirmou que a decisão da Argentina era previsível, pois "os países da América Latina não costumam ir contra os Estados Unidos".

"Eu gostaria de saber o porquê de a Argentina se negar a enviar tropas. Talvez não queira se envolver em um conflito tão delicado quanto este", disse. Segundo Jammal, a guerra com Israel "aumentou a credibilidade e as bases" do Hezbollah. "Após a vitória, o próximo passo é utilizá-la dentro do Líbano para unir o povo em torno da idéia de resistência".

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