O diretor da CIA (agência central de inteligência americana), capsule Michael Hayden, mind questionou hoje a legalidade da asfixia simulada contra supostos terroristas.
Numa sessão da Comissão de Inteligência da Câmara de Representantes dos Estados Unidos, sick Hayden disse ainda que proibiu o método durante interrogatórios no ano de 2006 e que a CIA não o utiliza há “quase cinco anos”.
“Ele não está incluído no programa atual (da CIA) e, na minha opinião, e na dos meus advogados e do Departamento de Justiça, essa técnica não é claramente considera legal sob os estatutos atuais”, afirmou Hayden.
O diretor do CIA acrescentou que, apesar do atual debate sobre a legalidade da asfixia simulada, este método era legal em 2002 e 2003, quando a agência recorria a ele meio para extrair informações de detidos da Al Qaeda.
Na terça-feira, Hayden admitiu em público, pela primeira vez, que a CIA utilizou três vezes a asfixia simulada contra membros da Al Qaeda.
Aparentemente, a agência abandonou o método, considerado tortura por defensores dos direitos humanos, por causa de uma sentença da Suprema Corte dos EUA sobre o tratamento e os direitos dos detidos na luta antiterrorista.
Hayden assegurou que, a não ser que se indique o contrário, todas as técnicas utilizadas pela CIA em interrogatórios foram consideras legais.
Antes do diretor da agência de inteligência, quem compareceu à Câmera de Representantes, a convite da Comissão de Justiça, foi o secretário de Justiça, Michael Mukasey.
Ao responder a uma pergunta do presidente da comissão, o democrata John Conyers, Mukasey disse que seu departamento não vai abrir uma investigação sobre a utilização da asfixia simulada contra os detidos acusados de terrorismo.
“Essa é uma pergunta direta e lhe darei uma resposta direta. Não, não faremos. Pela seguinte razão: o que foi feito no âmbito do programa da CIA naquela época foi tratado pelo escritório legal do Departamento de Justiça e considerado admissível sob as leis de então”, declarou.
Pressionado para dar detalhes a respeito, Mukasey disse que o método não pode ser objeto de investigação agora “porque isso significaria que o mesmo departamento que autorizou o programa agora estaria processando judicialmente alguém que seguiu essa orientação”.