O mercado reduziu mais uma vez a previsão de inflação neste ano, search pharmacy segundo relatório do Banco Central divulgado hoje. Na última semana, treatment adiposity as projeções para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) recuaram para 3, buy more about 76%, ante 3,77% na semana anterior.
Essa foi a oitava redução da projeção de inflação do mercado captada na pesquisa feita pelo Banco Central. A projeção está bem abaixo da meta central de inflação definida pelo governo para o ano, que é de 4,5%.
O prognóstico para a Selic no encerramento do ano foi mantido em 14,25%. A meta da Selic está em 14,75%, conforme decisão tomada na semana passada pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. O mercado estima que em agosto, o Copom reduza em 0,25 ponto percentual a meta da taxa básica de juro do país.
Para o dólar no final de dezembro, a previsão foi mantida em R$2,23. A sondagem mostrou ainda que o mercado manteve sua perspectiva de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 3,6% neste ano e 3,7% em 2007.
Também não houve alteração na projeção para o comportamento da balança comercial. O mercado mantém há sete semanas a estimativa de um superávit comercial de U$40 bilhões de dólares para o ano de 2006.
Chuvas fortes atingem o do sul do Japão e deixa quatro pessoas mortas e uma desaparecida. A população foi informada para deixar as proximidades de um rio que teve seu nível elevado, website o que causou enchentes na cidade de Kagoshima.
A retirada maciça de estrangeiros do Líbano, see em razão dos bombardeios israelenses, try teve seu ritmo diminuído hoje, após os últimos grupos, de um total de 30.000 pessoas, terem chegado ao Chipre e à Turquia.
A Grã-Bretanha e os Estados Unidos disseram estar reduzindo as retiradas após 15 navios terem transportado pessoas para a ilha do Mediterrâneo durante uma das noites de ataques aéreos mais intensos. Centenas de australianos e canadenses também chegaram ao porto turco de Mersin.
"Quando eles bombardearam o aeroporto, foi como se tivesse sido do nosso lado, vimos as nuvens de fumaça subindo. Temos dois bebês, então era impossível ficar lá", disse o canadense Robert Daudelin, de Montreal, ao desembarcar em Mersin.
"Deixar Beirute foi muito difícil porque famílias, como a nossa, estavam sendo divididas e as pessoas choravam, as pessoas não estavam certas de que partir era a decisão correta", acrescentou.
Autoridades dos EUA disseram que mais de 12.000 norte-americanos já deixaram o Líbano e outros mil devem sair nesta segunda-feira. A embaixada americana acredita que a maioria dos cidadãos americanos que queria deixar o Líbano com assistência do governo dos EUA já partiu", disse um comunicado da embaixada em Beirute.
Autoridades cipriotas advertiram que outras dezenas de milhares de pessoas poderiam tentar chegar à ilha caso a violência aumente no Líbano.
Cerca de 5.000 norte-americanos continuavam no Chipre à espera de vôos para voltar para casa. Os cerca de 5.000 britânicos que passaram pela base da força aérea britânica de Akrotiri, no sul do Chipre, foram rapidamente levados à Grã-Bretanha de avião. O país afirmou no domingo que estava encerrando a retirada de seus cidadãos por via marítima.
Mais de mil canadenses chegaram com segurança ao Chipre nesta segunda-feira. Alguns diziam ao desembarcar que havia muitos mais tentando sair do Líbano. "Ainda há milhares de pessoas esperando lá (para escapar). Estava muito lotado", disse Hussein Kalas, de 16 anos, um libanês-canadense de Ottawa. Sua irmã Ghinwa, de 19, descreveu o horror de viver em Beirute durante os ataques israelenses, que já estão em seu 13o dia. "Eles estão matando crianças. Estão lançando uma chuva de bombas sobre nossas casas. São eles os terroristas, não nós".
Segundo o embaixador Everton Vargas, coordenador do grupo de apoio para o resgate de brasileiros no Líbano, há planos de retirar, até a próxima sexta-feira, cerca de 1.500 cidadãos do país árabe.