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Desde a reunificação, 1 milhão deixou a Alemanha Oriental

Por Arquivo Geral 29/09/2006 12h00

Nos últimos anos, sildenafil more about pentes de frequência, tadalafil moléculas dançantes elilases foram termos que frequentaram o noticiário para explicar os temas complicados do Prêmio Nobel da área científica, que abrem a temporada do Nobel na semana que vem.

Os primeiro prêmio a ser anunciado será o de Medicina, seguido pelo de Física e de Química, todos com conceitos difíceis que exigem explicações complexas para o grande público, que entende com bem mais facilidade os Prêmios Nobel de Literatura e da Paz.
Este ano, a jornalista especializada em ciência Ulrika Bjorksten está entre os que terão de descrever para o grande público o que motivou o prêmio, equivalente a US$ 1,37 milhão por categoria.

"Metáforas podem ser boas ou ruins, é preciso tomar muito cuidado. Se não se tomar cuidado, as pessoas vão gastar sua energia tentando entender a metáfora e não o que você está tentando explicar", afirmou ela.  Bjorksten, que terá pela primeira vez a missão de escrever sobre os prêmios de Física e Química em nome da Academia Real de Ciências da Suécia, estava calma com a tarefa.

"É uma oportunidade … de mostrar que a ciência é um processo, que as idéias não caem do céu e que há muito trabalho por trás delas", disse a jornalista. Os pentes de frequ ência fizeram parte do Nobel de Física de 2005, dividido pelos norte-americanos Roy Glauber e John Hall e pelo alemão Theodor Haensch, por seu trabalho na área da óptica, em que esses pentes são usados para medições extremamente precisas.

Moléculas dançantes foi o termo usado pela academia para explicar o trabalho dos vencedores do Nobel de Química de 2005, o francês Yves Chauvin e os norte-americanos Robert Grubbs e Richard Schrock, sobre a metátase, em que as moléculas trocam de parceiros para criar novas moléculas. Os lilases apareceram no Nobel de Medicina de 2004, para Rich ard Axel e Linda Buck, pelo trabalho sobre o olfato.

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Pode ser discutível se os prêmios aumentam ou não o interesse geral pela medicina, pela física ou pela química, mas para os cientistas o Nobel ainda é a premiação de mais prestígio do mundo. As ciências econômicas também serão contemp ladas no dia 9 de outubro.

O de economia foi o único Nobel a ser acrescentado aos determinados pelo testamento de Alfred Nobel, datado de 1895, e é financiado pelo Banco Central da Suécia. O Nobel de Literatura será anunciado na primeira ou na segunda quinta-feira de outubro, e o nome do ganhador do Nobel da Paz será divulgado no dia 13 de outubro em Oslo.

O rastro poderoso que deixam atrás de si os enormes superjumbos A380 da Airbus vai obrigar os outros aviões a esperar mais tempo para decolar ou aterrissar logo em seguida, website mostrou um estudo.

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Os aero portos movimentados que receberem o A380 a partir do ano que vem vão ter de se desdobrar para manter os aviões menores longe das quatro turbinas do superjumbo, recipe que ao decolar geram um empuxo equivalente ao de 3.500 carros. O avião de dois andares é 15 metros mais largo, buy more about 4 metros mais alto, 2 met ros mais longo e 118 toneladas mais pesado que o atual jumbo 747 da Boeing, que reina há quatro décadas como o maior avião do mundo.

"Depois de três anos de estudos exaustivos, o Airbus A380 Wake Vortex Steering Group entregou suas conclusões e está em posição de recomendar orientações mais específicas", afirmou a Airbus em relatório publicado na sua página da Internet. "Nas decolagens, uma aeronave "pesada" que partir depois do A380 terá de esperar dois minutos, e as de tamanho "médio" e "leve" terão de esperar três minutos", informou o relatório.

O intervalo padrão depois da decolagem de um 747 é de dois minutos. "Na aproximação, o espaço para a aeronave que vem depois é maior se comparado com as regras de intervalo para as aeronaves que estão em serviço atualmente", afirmou a Airbus.

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O objetivo do estudo foi fundamentar as recomendações que serão feitas pela Organização Internacional de Aviação Civil sobre a operação do novo superjumbo.
A Airbus disse que, quando o A380 começar a voar, a experiência operacional pode levar à redução dos intervalos de segurança exigidos.
Quase 1 milhão de pessoas abandonaram a região que compunha a Alemanha Oriental desde a reunificação do país, see em 1990, mudando-se para o lado ocidental em busca de condições melhores de vida. No ano passado, um total de 49 mil pessoas deixou os cinco Estados do leste da Alemanha, segundo dados do Escritório Federal de Estatísticas, elevando o total líquido de pessoas que foram embora do lado oriental para cerca de 950 mil desde a reunificação.

Os números foram divulgados às véspera s do 16º aniversário da reunificação do país, comemorado em 3 de outubro, e não incluem Berlim porque é difícil mensurar a movimentação entre o lado ocidental e oriental da cidade. Um total de 13,3 milhões de pessoas, ou 16% de toda a população alemã, mora hoje nos cinco Estados do leste ex-comunista. Na época da reunificação, a proporção era de quase 20%.

A eleição de Angela Merkel no ano passado, por ser a primeira chanceler a ter crescido na área ex-comunista, aumentou as esperanças no leste de um empenho maior do governo federal para melhorar a regiã o, cujos salários são 23% menores que no lado ocidental.

Mas o ministro do Transporte, Wolfgang Tiefensee, que é o responsável pelos chamados "Estados novos" no governo de Merkel, disse esta semana que o leste do país ainda é afetado por vários problemas estruturais.

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A taxa de desemprego no leste da Alemanha é de 17,2%, enquanto no oeste do país é de apenas 8,9%. A fuga da força de trabalho jovem e qualificada piora as perspectivas do lado leste, que faz fronteira com a Polônia e a República Tcheca.

Recentemente, surgiram sinais de que partidos de extrema direita estão se aproveitando dos problemas econômicos e do clima de descrença para ganhar terreno no lado ex-comunista.

O NPD, partido que o governo já comparou aos nazistas, conquistou este mês cadeiras na Câmara estadual de Mecklenburg-Vorpommern. Os partidos de ultradireita têm representantes eleitos em três dos cinco Estados ex-comunistas. Há quem tema que isso afaste turistas e investidores do leste, agravando ainda mais os problemas econômicos da região.

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