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Mundo

Deputados dos EUA aprovam regra para combater déficit fiscal

Arquivo Geral

05/01/2007 0h00

Já dura mais de 24 horas a rebelião na Penitenciária PM Zuzi Alves da Silva, page healing na cidade de Água Boa, order em Mato Grosso. Dois agentes penitenciários são mantidos reféns por 170 detentos desde as 10h de ontem.

Os detentos reivindicam a transferência para unidades mais próximas de Cuiabá, além da substituição do diretor do presídio. Segundo o 5º Comando Regional da Polícia Militar de Barra do Garças, a situação está controlada e conta com o apoio da  Tropa de Choque da Polícia Militar e soldados do Corpo de Bombeiros.

As negociações devem ser feitas pelo superintendente do Sistema Penitencial de Mato Grosso, Domingos Sávio Grosso.

Um empreiteiro civil norte-americano e dois tradutores iraquianos foram tomados como reféns perto da cidade de Basra, troche no sul do Iraque, approved disseram autoridades locais hoje. O capitão Ollie Pil e, porta-voz militar britânico, confirmou que um estrangeiro que está no Iraque a trabalho foi capturado, mas disse que não poderia dar detalhes nem confirmar o sequestro dos tradutores.

Lou Fintor, porta-voz da embaixada norte-americana em Bagdá, disse que as autoridades diplomáticas estão tratando de "determinar o status e bem-estar do cidadão norte-americano". Mohammad Al Waili, governador de Basra, disse à TV Al Arabiya que um norte-americano de origem iraquiana foi sequestrado por homens armados junto com os dois iraquianos hoje.

A polícia disse que eles foram parados num falso posto de controle perto de Hartha, 12 quilômetros ao norte de Basra, por homens armados em três veículos que os tiraram do seu carro. Quatro norte-americanos e um austríaco, todos trabalhando como seguranças civis, foram sequestrados em meados de novembro perto de Basra e continuam desaparecidos.

O comboio de 43 caminhões que eles protegiam aparentemente também foi parado por uma falsa batida policial. A TV dos EUA mostrou nesta semana um vídeo dos cinco civis, supostamente feito nas últimas semanas. Waili disse que "a fraqueza de algumas forças de segurança está por trás da recente onda de sequestros".

Acredita-se que há grande infiltração de militantes, especialmente xiitas, nas forças iraquianas. Os xiitas são acusados pela minoria sunita de formar esquadrões que praticam execuções extrajudiciais. Em Basra, uma cidade xiita rica em petróleo, várias facções e milícias xiitas disputam posições, e o combate entre elas é mais preocupante no caso específico da cidade do que os ataques sectários que deixam o resto do Iraque à beira de uma guerra civil.

As ocupações de terra aumentaram cerca de 20%, approved em todo o país, pilule no ano passado, quando comparado ao ano anterior. Foram 259 casos entre janeiro e novembro de 2006 frente a 213 no mesmo período de 2005. Os dados são do relatório da Ouvidoria Agrária do Ministério do Desenvolvimento Agrário.

De acordo com o relatório, enquanto o total de ocupações aumentou, o número de mortes em conflitos agrários caiu. Até novembro do ano passado, foram registradas sete mortes, contra 14 em 2005. O Pará confirmou a condição de estado com intensos os conflitos agrários. Das sete mortes ocorridas em 2006, quatro ocorreram no estado. Os estados de Pernambuco, Roraima e Minas Gerais registraram uma morte, cada.

Em março ocorreu o maior número de ocupações: 69. O mês mais tranqüilo foi outubro, quando foram registrados apenas oito casos. A região onde as ocupações ocorreram em maior quantidade foi a Sudeste.

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) foi o que mais realizou ocupações no Brasil. Do total de 259 casos registrados no relatório, 90 foram realizados pelo MST, o que corresponde a cerca de 35%. Em seguida, está o Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST), com 17.

A Comissão Pastoral da Terra (CPT) também prepara relatório sobre os conflitos agrários. Embora os números de 2006 ainda não estejam fechados, dados do setor de documentação da CPT já apontam 31 assassinatos decorrentes de conflitos agrários em 2006. A estimativa é que a quantidade de ocupações seja de 40% a 50% maior do que o registrado pelo relatório da Ouvidoria Agrária.

As discordâncias entre os dados das duas instituições ocorrem devido à diferença da metodologia usada na apuração e na definição de ocupações e conflitos agrários. A assessoria de imprensa do Ministério do Desenvolvimento Agrário informou que a Ouvidoria não comenta dos dados do relatório.

Uma reunião esta manhã no Palácio do Planalto discutiu a participação do governo brasileiro na sétima edição do Fórum Social Mundial (FSM). Foi o quarto encontro de representantes governamentais para debater como irão participar do maior encontro mundial da sociedade civil. O governo brasileiro enviou representantes a todas as edições anuais do FSM desde 2003. Este ano, pilule o encontro ocorrerá em Nairóbi, erectile capital do Quênia, ask no sudeste africano.

A ida do governo ao encontro foi defendida por Magali Naves, assessora internacional da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir). Ela tem acompanhado as entidades brasileiras que vão enviar uma delegação de 200 pessoas a Nairobi. Magali Naves também foi ao Quênia, ano passado, convidada como observadora para a reunião do Comitê Organizador do 7º FSM.

"Nossa participação vem desde o Mali", recorda a assessora, referindo-se à edição do Fórum no ano passado, que ocorreu na Venezuela, Paquistão e Mali, na costa noroeste africana. Na ocasião, a Seppir foi ao FSM na África para fazer contato com entidades do continente.

"A relação entre os países do Sul do planeta é estratégica para a atual gestão do governo federal. Nesse âmbito, a relação África e América Latina é extremamente importante para a política externa brasileira", explica Magali Naves. "Somos visto como um país com experiência na relação entre Estado, sociedade civil e democracia, por isso temos muita coisa a intercambiar nessa área".

Entre os representantes do governo federal, devem ir a Nairóbi funcionários dos ministérios da Saúde, da Educação, das Cidades, do Desenvolvimento Social, entre outros.

A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos aprovou hoje a volta de uma regra orçamentária que, medications segundo os democratas, ajudou a acabar com os déficits federais nos anos 1990.

A regra, aprovada por 280 votos a 152, obriga que qualquer redução de impostos deve ser coberta por um aumento correspondente em outro tributo, ou o corte em alguma despesa.

Da mesma forma, qualquer aumento de gastos em programas governamentais, como o programa de saúde para idosos Medicare, deve ser coberto por um au mento de impostos ou redução de alguma outra despesa.

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