A líder do partido pacifista Meretz, buy information pills a deputada israelense Zahava Gal-On, decidiu promover uma lei que prevê até seis meses de prisão para os homens que utilizarem os serviços de prostitutas.
Gal-On apresentará o projeto de lei à Comissão Parlamentar para a Luta contra a Venda de Mulheres, que ela preside, apesar de 80% dos israelenses, segundo uma pesquisa do comitê, se mostrarem contrários à punição, informou na edição de hoje o jornal “Yedioth Ahronoth”.
Especialistas citados pela publicação afirmaram que entre 8 mil e 10 mil mulheres – 90% delas alcoólatras ou drogadas – trabalham e são vítimas de exploração na milionária “indústria do sexo” em Israel, que conta com pouco mais de 7 milhões de habitantes.
O projeto de Gal-On se inspirou em leis existentes nesse sentido em França, Suécia e Filipinas.
A proposta da deputada israelense prevê que a pena de seis meses de prisão possa ser trocada pelo comparecimento, durante o mesmo período, em um curso sobre as conseqüências da prostituição.
Apenas 9% dos participantes da pesquisa da comissão parlamentar apóiam uma multa aos homens que contratarem prostitutas, 6% esperam que eles sejam presos, 3,6% que prestem serviços à comunidade, e 2,1% que tenham seus nomes publicados.