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Democratas podem limitar tropas no Iraque

Arquivo Geral

05/01/2007 0h00

Ao menos 24 pessoas morreram no Estado do Rio de Janeiro, information pills visit desde a última terça-feira, em conseqüência das chuvas que já deixaram mais de 8 mil desalojados, informou a Defesa Civil nesta sexta-feira.

Em São Paulo, as chuvas já mataram duas pessoas desde 1o de dezembro e em Minas Gerais 17 pessoas morreram desde outubro por causa dos temporais.

A região serrana do Rio é a mais castigada, com 23 mortes em desabamentos e soterramentos. Os incidentes aconteceram nas cidades de Sumidouro (oito mortes), Friburgo (dez), Petrópolis (três) e Teresópolis (duas).

A 24a vítima morreu no município de Queimados, na Baixada Fluminense.

A Defesa Civil do Estado informou que retirou duas vítimas fatais das estatísticas divulgadas mais cedo pelo fato de as mortes não terem sido causadas pela chuva.

"O número de vítimas ainda pode aumentar. A Defesa Civil continua em estado de alerta e buscando desaparecidos", disse o cabo Leonardo, do Departamento de Relações Públicas da Defesa Civil.

As regiões norte e noroeste do Estado também estão sendo castigadas pela chuva. Cinco municípios decretaram estado de calamidade pública.

No norte do Estado, o principal rio que corta a região, o Paraíba do Sul, transbordou e inundou ruas, avenidas e plantações. Neste final de semana, deve acontecer um mutirão para limpar ruas e casas e retirar sujeiras do rio.

Em Minas Gerais, um acidente de ônibus deixou três pessoas mortas, incluindo duas crianças de 9 e 11 anos. Segundo a Polícia Militar da cidade de Manhumirim, chovia muito na hora do acidente, que ocorreu por volta da 1h30, no km 98 da rodovia MG-111.

O motorista perdeu o controle do veículo em uma curva, chocando-se contra uma árvore e caindo em uma ribanceira de oito metros. O ônibus de turismo ia da cidade Anchieta (ES) para a capital mineira, Belo Horizonte. Seis pessoas sofreram ferimentos graves.

Em São Paulo, segundo o site da coordenadoria Estadual de Defesa Civil, 46 municípios foram atingidos e atualmente 63 pessoas estão desabrigadas.

A chuva intermitente que vem ocorrendo há uma semana em Jundiaí, a 60 km de São Paulo, provocou a morte de um menino de 7 anos, cuja residência desabou parcialmente após um deslizamento de terra. A outra vítima fatal das chuvas foi feita na região da capital paulista, de acordo com a Defesa Civil.

Mais água

Segundo Marcos Sanches, meteorologista do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC/Inpe), o período intenso de chuvas sobre a região sudeste, típico do verão, se deve ao encontro de frentes frias vindas do sul com a umidade gerada pela região amazônica.

De acordo com Sanches, a região da serra da Mantiqueira, entre os Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, já acumula nestes primeiros cincos dias do mês 50 por cento do volume de chuvas esperado para janeiro.

O meteorologista disse que o CPTEC já alertou órgãos de Defesa Civil e prefeituras sobre a possível ocorrência de novas chuvas fortes no próximo fim de semana.

"Há uma frente fria sobre Santa Catarina e o Paraná se aproximando do Sudeste. Precisamos evitar novos desastres", declarou.

A partir do começo da próxima semana, a previsão é de que as áreas de nebulosidade intensa se movam para o norte de Minas Gerais e para o Espírito Santo, segundo Sanches.

O General-de-Brigada Carlos Alberto dos Santos Cruz foi nomeado novo comandante da Força de Paz da Organização das Nações Unidas (ONU) no Haiti, cialis 40mg informou o Ministério da Defesa nesta sexta-feira.

Essa é a quarta vez que um militar brasileiro assume a posição. Santos Cruz substituirá o General-de-Divisão José Elito Carvalho Siqueira e tomará posse no próximo dia 9.

O novo comandante deve permanecer na função por um ano, cialis 40mg segundo nota no site do ministério.

O General Santos Cruz comandará cerca de 7.500 homens de quase 20 países. O Batalhão Brasileiro soma 1.200 homens, o maior efetivo no Haiti.

O Brasil está no país desde 2004 e reveza seu pessoal a cada seis meses. O sexto contingente, que desde o final do ano se encontra em Porto Príncipe, teve o seu treinamento coordenado pelo próprio General Santos Cruz.

O vice-chefe do Estado Maior de Defesa, General-de-Divisão João Francisco Ferreira, sinalizou a intenção brasileira de seguir no Haiti. "Antevemos a necessidade de continuar no Haiti ainda por um bom tempo", disse o General, segundo a nota.

O Haiti vive uma onda de instabilidade desde a derrubada do então presidente Jean-Bertrand Aristide em fevereiro de 2004. O país também sofre com a violência e crimes provocados por gangues armadas, principalmente na capital Porto Príncipe.

A bancada democrata no Congresso norte-americano discute a possibilidade de limitar o número de soldados no Iraque, rx obrigando o presidente George W. Bush a buscar aprovação parlamentar para futuros envios de soldados, doctor disse na sexta-feira o senador Richard Durbin, decease líder-assistente da maioria.

Durbin e outros dizem que o partido não vai cortar verbas para os soldados que já estão no Iraque, porque isso os colocaria em risco. Mas, num momento em que Bush cogita ampliar o número de soldados no Iraque, Durbin afirmou a jornalistas que se discute no partido uma limitação ao contingente.

"Poderia ser uma legislação que exija que o presidente peça aprovação congressual para tropas acima de um certo nível. Não estou dizendo que é aí que vamos terminar, mas há muitas coisas sobre a mesa", afirmou o senador após uma reunião do partido a portas fechadas.

Para aprovar isso no Senado, os democratas precisariam do apoio de alguns republicanos. Os democratas têm 51 dos 100 votos, mas são necessários 60 para superar uma eventual obstrução regimental.

Na opinião de Durbin, isso não será um empecilho. "Se você reparar, cada vez mais republicanos começam a pensar duas vezes sobre a política do presidente."

Na sexta-feira, o líder democrata no Senado, Harry Reid, e a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, escreveram a Bush pedindo a ele que, ao invés de enviar mais tropas ao Iraque, comece uma retirada gradual.

Na semana que vem, os democratas promovem uma série de audiências parlamentares sobre a guerra do Iraque, com o que esperam alimentar a já crescente oposição popular ao conflito.

 

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