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Mundo

Democratas cristãos vencem na Holanda e buscam coalizão

Arquivo Geral

23/11/2006 0h00

A principal guerrilha colombiana de esquerda, web erectile as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), enviou ontem uma "saudação bolivariana" ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o parabenizou pela sua recente vitória eleitoral, que lhe garantiu mais quatro anos de mandato, classificando-o como filho predileto do Brasil.

As Farc, uma força guerrilheira de 17 mil combatentes, costuma enviar saudações aos governos de esquerda da América Latina.

"O mundo é testemunha de que o povo brasileiro fez das urnas eletrônicas o sacrário de sua vontade soberana, pois transformou a reeleição do presidente Lula em uma lição de soberania popular, em uma manifestação clara de rejeição às velhas formas de governo", disse a guerrilha em uma carta enviada por e-mail.

As Farc anunciaram que respeitarão o território do Brasil e que estão dispostas a estabelecer relações políticas com os governos e populações de países vizinhos. O Brasil compartilha com a Colômbia uma fronteira terrestre de 1.645 quilômetros.

As Farc, que afirmam lutar pela implementação do socialismo num país de mais de 41 milhões de pessoas com uma grande distância entre ricos e pobres, reiterou suas críticas aos Estados Unidos e ao governo do presidente colombiano, Álvaro Uribe, que promove uma agressiva campanha militar para combater a guerrilha com o apoio de Washington.

 

Os democratas cristãos holandeses mantiveram o poder nas eleições parlamentares, sildenafil mas enfrentam uma batalha para formar um governo de coalizão após partidos de centro terem perdido apoio popular para a extrema direita e a extrema esquerda.

O partido democrata cristão (CDA), do primeiro-ministro Jan Peter Balkenende, conseguiu 41 cadeiras no parlamento de 150 na eleição de quarta-feira, uma redução se comparado com as 44 obtidas em 2003, mas ainda bem à frente da oposição trabalhista, que ficou com 32, segundo projeções baseadas na quase total apuração dos votos.

Os trabalhistas viram grande parte de seus simpatizantes migrarem para o socialista SP, que se tornou a terceira maior força do parlamento deixando para trás a sigla liberal VVD, que compõe a coalizão de Balke nende e que também perdeu espaço para o novo partido do líder antiimigração Geert Wilders.

Os novos membros da coalizão de Balkenende vão determinar até que ponto o premiê poderá manter suas políticas pró-negócios e sua linha dura na imigração, uma das principais preocupações dos eleitores holandeses.

A rainha Beatrix, chefe de Estado, vai nomear um mediador em alguns dias para negociar com os principais líderes políticos e tentar iniciar os esboços de uma nova coalizão. Mas o processo de montagem do novo governo deve levar meses.

 

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