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Democrata Edwards lança candidatura à Presidência dos EUA

Arquivo Geral

28/12/2006 0h00

A Royal Dutch Shell declarou hoje comercialmente viáveis duas descobertas no bloco BS-4 na bacia de Santos. A Shell tinha até o fim do ano para decidir se devolveria o bloco à Agência Nacional de Petróleo (ANP) ou ficaria com ele. Agora a empresa continuará com as avaliações das descobertas e vai definir o conceito de desenvolvimento do bloco de águas profundas nos próximos meses.

"Mais trabalho é necessário para avaliar ainda mais as descobertas e definir um conceito de desenvolvimento do campo que seja considerado econômico", purchase troche disse John Haney, medicine vice-presidente de exploração e produção da Shell Brasil, em um comunicado.

O bloco BS-4 mostrou total de 1,6 bilhão de barris em reservas de petróleo bruto. O petróleo tem grau de 14 API e a cabeça do poço está em uma profundidade de 1.550 metros.

A maior parte do petróleo encontrado no Brasil é bruto e se localiza em grandes profundidades, o que torna mais cara a extração. A petrolífera afirmou ser cedo demais para dizer quando o projeto começaria a produzir.

A Shell é a operadora, com participação de 40%, enquanto a Petrobras é dona de outros 40% da concessão. A norte-americana Chevron tem uma fatia de 20%.

A Shell é uma das poucas empresas estrangeiras que produzem petróleo no Brasil e está em fase de desenvolvimento de outro bloco na bacia de Campos. A empresa também produz gás natural no campo de Merluza, junto da Petrobras.

As principais petrolíferas que operam na Argentina poderão construir em conjunto uma refinaria com custo aproximado de 2, viagra sale 3 bilhões de dólares, click com o objetivo de elevar a oferta local de óleo diesel, order informou o governo argentino hoje.

Os diretores das empresas reuniram-se com o ministro do Planejamento, Julio De Vido, e definiram a criação de uma comissão conjunta encarregada de avançar com o projeto, que não terá participação estatal.

As empresas participantes são Petrobras, R epsol-YPF, Panamerican Energy, Chevron e Esso, filial local da Exxon Mobil, afirmou Cristian Folgar, subsecretário de Combustíveis.
"É um grupo que vai liderar o projeto, que vai colocar a maior parte do dinheiro", disse Folgar. "A partir dos estudos que serão realizados agora se saberá a localização da refinaria e quanto ela irá produzir".

O representante do governo acrescentou que a constru ção deverá levar entre 2 anos e 2 anos e meio. "Com isso cobriremos o abastecimento de diesel com produção local. O projeto também permitirá exportações de derivados, com maior valor agregado que as vendas atuais de óleo bruto da Argentina", disse Folgar.

O democrata John Edwards lançou hoje, website like this num bairro de Nova Orleans ainda devastado pelo furacão Katrina, sua candidatura à Presidência dos Estados Unidos, propondo a redução da presença militar no Iraque, a restauração da liderança norte-americana no mundo e o fim da pobreza.

Edwards, candidato a vice-presidente em 2004, disse que os EUA devem liderar não só no terreno militar, mas por meio de uma "autoridade moral", que foi desgastada no governo republicano de George W. Bush. "Não costumávamos ser o país de Guantánamo e Abu Ghraib. Éramos a grande luz para o restante do mundo, e os Estados Unidos precisam ser essa luz novamente", disse Edwards, usando jeans, botas de trabalho e camisa com colarinho semi-aberto.

"Tivemos uma das equipes de política externa mais experientes da história, [o ex-secretário de Defesa Donald] Rumsfeld, [o vice-presidente Dick] Cheney, e eles foram um desastre absoluto". Edwards, 53 anos, é o terceiro democrata a entrar oficialmente na disputa pela indicação. Terá de disputar dinheiro e apoios com os favoritos Hillary Rodham Clinton e Barack Obama.

Até agora já formalizaram suas candidaturas o governador de Iowa, Tom Vilsack, e o deputado Dennis Kucinich. Vários outros postula ntes ainda podem aparecer. O ex-senador, que votou a favor da guerra do Iraque, mas agora admite ter errado, propôs que os EUA retirem entre 40 mil e 50 mil soldados do conflito.

Edwards lançou a candidatura no bairro do Ninth Ward, que havia sido apagado do mapa pelo Katrina no ano passado. Ali, as vítimas, a maioria pobres, ainda lutam para reconstruir suas casas. "Nova Orleans de muitas formas mostra as duas Américas das quais já falei no passado. Precisamos mostrar que a nação mais poderosa da Terra não ficará parada e deixará isso continuar."

Em 2004, quando disputou pela primeira vez a indicação, Edwards prometia defender "as pessoas comuns". Feito mais tarde candidato a vice de John Kerry, fez campanha pela redução das desigualdades entre "as duas Américas", a parte da população norte-americana que vive confortavelmente, e a outra que enfrenta dificuldades.

Ele propôs empregos, casas e medidas educacionais para tirar milhões de pessoas da pobreza nos próximos dez anos e erradicá-la nos próximos 30. Filho de um moleiro, primeira pessoa de sua família a ir à faculdade, Edwards tornou-se um dos mais bem-sucedidos e ricos advogados especializados em indenizações nos EUA, antes de entrar para a política, em 1998.

Deixou o Senado após um mandato de seis anos para tentar ser candidato a presidente. Entrou nas primárias como uma possível "cara nova". mas foi atropelado por outros candidatos.

Suas raízes sulistas, cresceu nas Carolinas do Norte e do Sul, podem ser interessantes para um partido que tenta ampliar seu apelo. Os últimos três presidentes democratas, Lyndon Johnson, do Texas, Jimmy Carter, da Geórgia, e Bill Clinton, do Arkansas, eram do Sul.

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