O governo do Iraque informou nesta quinta-feira que irá proibir milícias nas ruas de Bagdá sob um novo plano de segurança e espera que os seguidores do clérigo radical xiita, drug visit Moqtada al-Sadr, what is ed check cumpram com a decisão.
Washington identificou o Exército Mehdi, salve milícia leal a Sadr, como a maior ameaça à segurança do Iraque, mas o governo do primeiro-ministro, Nuri al-Maliki, dependente do apoio do movimento político do clérigo, tem até agora encontrado dificuldades em controlar o grupo.
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse na quarta-feira que irá mandar mais de 20.000 soldados para o Iraque. Autoridades da Casa Branca disseram que o plano de Bush é resultado de compromissos pessoais assumidos por Maliki em lidar com as milícias e não proteger Sadr.
O porta-voz do governo iraquiano, Ali al-Dabbagh, disse que o plano de Bagdá não fará distinção entre sunitas e xiitas.
Questionado se Sadr havia concordado com o novo plano, Dabbagh disse que o desarmamento das milícias acontecerá ao mesmo tempo da melhora na segurança.
"Passos simultâneos devem ser dados para melhorar a segurança, bem como para desarmar as milícias", afirmou.
"Isto, naturalmente, será um consenso político e haverá um comitê negociando com todos as partes que têm milícias, e com aqueles… que não têm, para se chegar a um acordo e posteriormente obrigar seu cumprimento à força."
"Há normas severas… em Sadr City e em qualquer lugar, não é permitida a nenhuma milícia sair às ruas."
Questionado, novamente, se Sadr garantiu seu apoio ao plano, Dabbagh disse que "nós esperamos que a sabedoria costumeira de Moqtada irá conter os seguidores do Exército Mehdi de confrontar as forças de segurança. Recebemos expectativas e compromissos de Moqtada".
Centenas de pessoas são mortas toda semana em ataques a bomba, com morteiros e de esquadrões de morte.
Críticos têm questionado a decisão de Maliki após oito meses no poder de acabar com as milícias nominalmente leais a seus próprios aliados e de militantes entrincheirados na polícia e Exército iraquianos.
Comandantes dos Estados Unidos disseram que, ao contrário de operações anteriores em Bagdá, as tropas permanecerão em áreas livres de militantes para garantir que forças iraquianas não atinjam civis ou permitam a volta de atiradores. Eles também disseram que uma operação anterior sofreu por estar focada sobretudo em insurgentes sunitas.
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Robert Gates, disse na quinta-feira, em uma entrevista coletiva em Washington, que Maliki prometeu que os militares iriam atrás de "todos os infratores". Gates se recusou a dizer se Sadr será um alvo. "Todas as partes de Bagdá serão envolvidas nessa campanha, incluindo Sadr City", afirmou.
Democratas e alguns moderados republicanos criticaram na quinta-feira o plano do presidente George W. Bush de enviar mais tropas norte-americanas ao Iraque, information pills o que deixa a Casa Branca cada vez mais isolada na sua decisão de aprofundar o envolvimento dos EUA numa guerra tão impopular.
Bush e sua equipe tiveram dificuldades para convencer o Congresso, drug agora controlado pelos democratas, this site e a cética opinião pública de que o envio de 21,5 mil soldados a mais ajudará o precário governo iraquiano a retomar o controle de Badgá.
A secretária de Estado, Condoleezza Rice, insistiu que a nova estratégia de Bush dá mais ênfase à necessidade de os iraquianos cuidarem da própria segurança, o que seria essencial para uma eventual retirada norte-americana.
Os democratas, que querem uma desocupação gradual a partir deste semestre, foram rápidos em desqualificar o plano de Bush. Diante da presença de Rice, na Comissão de Relações Exteriores do Senado, seu presidente, o democrata John Biden, pré-candidato à Presidência da República em 2008, disse que a estratégia é "um erro trágico".
Até alguns republicanos aderiram às críticas. O senador Chuck Hagel, outro pré-candidato à Casa Branca, disse que o plano de Bush é "a tolice de política externa mais perigosa neste país desde o Vietnã".
Na Casa Branca, o secretário de Defesa, Robert Gates, disse que o novo contingente será levado aos poucos, "sem um Dia D", e talvez nem seja completamente enviado, caso o governo iraquiano não faça sua parte no trato.
Gates disse que ele não sabia quanto tempo as tropas adicionais irão permanecer no Iraque, mas que acredita que será "uma questão de meses, não de 18 meses ou dois anos."
O influente senador republicano John McCain aprovou o envio de mais tropas, mas foi cauteloso. "Não garanto a vitória ou o sucesso com esta nova estratégia. Se falharmos, haverá caos na região, e acredito que pagaríamos um preço ainda mais pesado em sangue e (dinheiro) norte-americano", afirmou.
Pesquisa ABC News-Washington Post, feita após o pronunciamento de Bush, mostrou que 61 por cento dos norte-americanos são contra o plano, enquanto 36 por cento o apóiam.
Rice afirmou que o governo vai dar algum respiro ao primeiro-ministro do Iraque, Nuri Al Maliki, depois das duras palavras dirigidas a ele por Bush. Ela embarca na sexta-feira para o Oriente Médio, mas não deve ir a Bagdá.
"O presidente foi bastante duro ontem à noite e será bastante duro hoje. Dêem a eles um tempinho agora para fazer alguma coisa", afirmou.
Já Bush foi defender o plano diante de uma audiência mais receptiva, num quartel da Geórgia.
No Iraque, por outro lado, o clima era de ceticismo entre a população, num momento em que Maliki promete combater insurgentes e milícias não só da minoria sunita, mas também da sua maioria xiita.
Rice admitiu que o governo iraquiano "não cumpriu" as expectativas nos seus sete meses de existência. "Eles têm de ser organizar imediatamente, e estão (se organizando)."
A Rádio Gospel da Fundação Evangélica Trindade, prescription pertencente à Igreja Renascer, cheapest foi uma das nove emissoras fechadas nesta quarta-feira (10/01) na periferia da capital paulista durante a Operação Linhas Cruzadas. A rádio não tinha autorização da Agência Nacional de Telecomunicação (Anatel). As informações foram divulgadas nesta quinta-feira pela Superintendência da Polícia Federal (PF) no estado.
Foram apreendidos três transmissores de alta potência (15 mil watts), com um valor total estimado em R$ 120 mil e ninguém foi preso. De acordo com José de Souza, coordenador do Sindicato dos Radialistas do Estado de São Paulo, muitos funcionários da rádio não tinham carteira de trabalho. Segundo ele, a rádio “desrespeitava a lei do radialista”.
Ao todo, a PF realizou 17 mandados de busca e apreensão, resultando em 9 rádios clandestinas fechadas. A assessoria da Igreja Renascer não respondeu à reportagem.
O senador democrata norte-americano Tim Johnson, more about submetido no mês passado a uma cirurgia cerebral que provocou especulações de que os democratas poderiam perder a maioria no Senado, website já consegue falar e foi transferido para uma unidade de reabilitação, onde começou uma "terapia agressiva", disse seu gabinete na quinta-feira.
"Ontem o senador Johnson se submeteu a uma ressonância magnética que mostrou que seus centros da fala foram poupados de danos. Isso é confirmado pelo fato de que ele segue comandos e começou a dizer palavras", afirmou o neurocirurgião Vivek Deshmukh.
Seu gabinete disse que o senador foi transferido de uma UTI para uma unidade de reabilitação do Hospital Universitário George Washington, onde deve passar vários meses. Sua esposa, Barb, disse que ele "até mantém o senso de humor quando compartilho emails sobre as aventuras dos seus netos".
Johnson foi operado no dia 13 de dezembro por causa de uma hemorragia cerebral provocada por uma má-formação de veias.
Se o problema fosse fatal, os democratas provavelmente perderiam a maioria de 51-49 sobre os republicanos no Senado. Caberia ao governador de Dakota do Sul, um republicano, indicar um sucessor para completar o mandato. Se um republicano ocupasse a vaga do democrata Johnson, haveria divisão de 50-50 — situação em que o vice-presidente Dick Cheney, na sua qualidade de presidente do Senado, faria o desempate.
Mesmo que fique meses afastado, Johnson não perde a vaga de senador, o que só ocorre em caso de morte ou renúncia.
O segundo maior partido do Equador deixou a oposição na quinta-feira e anunciou apoio à convocação de uma Assembléia Constituinte, approved conforme defende o presidente eleito Rafael Correa.
Com os 24 votos do Partido da Sociedade Patriótica (PSP), unhealthy o nacionalista Correa terá maioria no Congresso – ele toma posse na segunda-feira.
O ex-presidente Lucio Gutiérrez disse a jornalistas que seu PSP "aceita dar seus 24 votos a favor de uma Assembléia Constituinte, sales mas sem violar a Constituição".
Correa quer uma nova Carta para, entre outras coisas, eliminar a influência política sobre a Justiça e obrigar os parlamentares a viverem nos pequenos distritos eleitorais que representam. Parlamentares da oposição dizem que a Assembléia limitaria ilegalmente seus poderes.
O senador democrata Chris Dodd, website atualmente em seu quinto mandato, drugs lançou-se na quinta-feira pré-candidato à Presidência devido a um "sentido de urgência" sobre os problemas que os Estados Unidos enfrentam. É o quarto democrata a declarar a candidatura.
Ele afirmou que "as pessoas têm uma ampla sensação de desconforto com o futuro, ask e acho que há um apetite desesperado por liderança". "Decidi entrar e ser parte do debate."
Embora já tenha sido presidente do Comitê Nacional Democrata, Dodd é pouco conhecido fora de Connecticut, mas acha que tem chances numa disputa em que já despontam "estrelas" com os senadores Barak Obama e Hillary Rodham Clinton.
Dodd, que pode transferir cerca de 5 milhões de dólares da sua conta do Senado para a campanha presidencial, lembrou que ainda falta um ano para o início das primárias democratas.
Três democratas já se declararam candidatos – John Edwards, Tom Vilsack e Dennis Kucinich – e vários outros devem fazê-lo nas próximas semanas, inclusive os pré-favoritos Clinton e Obama.
Dodd votou a favor da invasão do Iraque em 2002, mas posteriormente se arrependeu e agora criticou a decisão do presidente George W. Bush de enviar mais soldados para lá.