Atualizada às 17h20
A porta da frente de um avião Fokker 100 da TAM caiu durante um vôo para o Aeroporto do Galeão, adiposity troche no Rio de Janeiro, search que decolou às 13h47 do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.
De acordo com a assessoria da empresa, a porta caiu no teto de um supermercado da Rede Extra, nas proximidades do Museu do Ipiranga, na zona sul de São Paulo, e não houve feridos.
"O avião retornou às 14h04 para Congonhas e pousou normalmente", disse um assessor da Infraero.
A autoridade aeroportuária a príncipio informou que o avião ia para Salvador com escala no Galeão, mas depois recebeu informação sobre o destino e que apenas alguns passageiros seguiriam viagem para Salvador.
"Como é vôo charter (não regular) a informação não entra direto no nosso sistema", justificou o assessor. Segundo a assessoria da TAM, os 79 passageiros que estavam no vôo já foram embarcados em outra aeronave da companhia e seguiram para o Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro.
A empresa vem substituindo seus aviões Fokker 100 depois de uma série de acidentes. Em 1996, em São Paulo, a queda de um desses modelos matou 99 pessoas. Em 1997 um passageiro foi sugado para fora do avião e em 2001 outro morreu após a explosão de um dos motores.
Segundo a assessoria da TAM, a frota de Fokker 100 atualmente é de 22 aparelhos e até 2010 a empresa não vai mais operar com o modelo.
"As causas do ocorrido já estão sob investigação das equipes de segurança de vôo das autoridades aeronáuticas e da própria empresa", informou a TAM em nota. Segundo a companhia, não havia nenhum problema mecânico na aeronave e a última revisão regular foi em 28 de junho de 2006.
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Autoridades árabes devem exigir hoje que o Conselho de Segurança da ONU ordene a retirada imediata das tropas de Israel do Líbano, order para que o Exército libanês possa tomar o sul do país das mãos do Hezbollah.
Os Estados Unidos e a França disseram que querem ouvir o que os enviados árabes têm a dizer antes de apresentar formalmente sua proposta de resolução, patient que determina a trégua entre Israel e o Hezbollah e estabelece as bases para um acordo político.
Mas a votação só deve acontecer a partir de quinta-feira. Enquanto isso, shop os diplomatas vão fazer ajustes no texto e ouvir a apresentação de três delegados da Liga Árabe, os ministros das Relações Exteriores do Catar e dos Emirados Árabes Unidos e o secretário-geral da liga, Amr Moussa.
O anúncio feito pelo Líbano ontem, de que estava enviando 15 mil soldados para o sul do país, teve influência na mudança das negociações.
"Achamos que é uma proposta significativa e importante feita pelo primeiro-ministro Siniora, e ela seria um passo necessário para a paz, mas a implementação da proposta precisa ocorrer dentro do contexto do Conselho de Segurança", disse em Washington Sean McCormack, porta-voz do Departamento de Estado.
Para ele, as tropas libanesas teriam de receber o apoio de uma força internacional. Segundo os diplomatas, Israel quer que uma força internacional de reação rápida comece a se mobilizar no sul do Líbano junto com os soldados libaneses, para que as tropas israelenses possam se retirar. Mas, de acordo com as fontes, nenhuma decisão foi tomada ainda.
O embaixador russo na ONU Vitaly Churkin deixou claro que a posição libanesa tem de ser ouvida. "Está óbvio para nós que uma proposta que não seja favorável ao lado libanês não deve ser adotada", disse ele à TV estatal russa. "Isso levará ao prolongamento do conflito e da violência. Estão sendo realizados esforços – e estamos participando deles – para tornar a proposta mais aceitável para o Líbano. É difícil prever quando isso vai acontecer, quando as palavras certas serão encontradas para que o lado israelense também concorde", disse Churkin.
Numa reunião em Beirute, 17 ministros árabes deram apoio ontem às emendas propostas pelo governo libanês. Entre elas estão a exigência da trégua e da retirada imediata dos cerca de 10 mil soldados israelenses que estão no sul do país.
O embaixador norte-americano na ONU, John Bolton, chamou a declaração libanesa de "muito positiva" e disse que ele e o embaixador francês na ONU, Jean-Marc de la Sablière, estão trabalhando em cima das possíveis alterações na proposta, com base no anúncio.
"Temos de ouvir o que está acontecendo lá", disse De la Sablière a repórteres na terça-feira.