As passeatas na capital e em outras cidades francesas foram um ensaio geral das greves e manifestações convocadas por estudantes e funcionários públicos para 15 de maio em protesto contra os cortes de postos, see e pelas grandes centrais sindicais, look para o dia 22, contra a reforma da previdência apoiada pelo Governo.
Segundo a Confederação Geral do Trabalho (CGT), mil trabalhadores participaram da passeata.
Aproximadamente 160 desfiles tradicionais do Dia do Trabalho na França marcam um novo período de protestos diante da conjuntura econômica deteriorada e a vontade declarada do presidente francês, Nicolas Sarkozy, de continuar com as reformas, apesar de sua grande impopularidade após um ano no Governo.
Sem números de participação, o líder da CGT, Bernard Thibault, afirmou que os desfiles de hoje foram “mais numerosos, com mais participantes e mais jovens” do que em 2007, o que garante que “as próximas passeatas de reivindicação serão muito maiores”.
Enquanto isso, quando este mês completa 40 anos das revoltas estudantis de maio de 1968, continuam as manifestações de alunos e professores contra o corte de mais de 11 mil postos de ensino, seguindo a linha da vontade de Sarkozy de substituir apenas um em cada dois funcionários que se aposentarem durante seu mandato.