O secretário-geral da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), ask Abdala Salem el-Badri, cheap disse hoje em Riad que a declaração final da terceira cúpula da Opep, information pills neste sábado e domingo, não mencionará a desvalorização do dólar.
Deixem-me ser claro: o dólar não vai estar na declaração final, disse Badri após a conclusão da reunião dos ministros do Exterior, Finanças e Petróleo da Opep destinada a finalizar os detalhes do documento que a cúpula deve adotar.
Pouco antes, vazou a imprensa a informação de que a Arábia Saudita se opunha a incluir uma menção à desvalorização do dólar no texto, contra o pedido do Irã e da Venezuela.
Os jornalistas que esperavam o final da reunião dos ministros no Hotel Intercontinental de Riad foram surpreendidos quando a televisão da sala de imprensa ligou e começou a mostrar ao vivo as discussões da sessão a portas fechadas.
Minha impressão é de que a simples menção de que os países da Opep estão estudando o assunto do dólar por si mesma consegue ter um impacto que prejudique os interesses de nossos países, disse o ministro do Exteriores saudita, Saud al-Faiçal.
O representante do país anfitrião da cúpula justificou sua oposição à inclusão do parágrafo que encomendava o estudo dos efeitos da desvalorização do dólar nas finanças dos países-membros da Opep, como pediam Irã e Venezuela.
Não é novo, fizemos no passado: decidir estudar algo sem escrever no papel que vamos estudar. Assim evitamos qualquer implicação que possa ter efeitos adversos nas finanças de nossos países, disse Faiçal.
Antes, o ministro venezuelano do Petróleo, Rafael Ramírez, se opôs ao texto preparado porque deixava de citar pontos aprovados na Declaração de Caracas da cúpula anterior, em 2000.
Ramírez propôs que o projeto elaborado anteriormente seja aprovado como uma minuta, que é o que é e que os Chefes de Estado decidam amanhã se a aprovam ou modificam.
Vários delegados tinham revelado de forma oficiosa que a declaração planejada não abordava o tema dos preços atuais do petróleo e se concentrava em questões de longo prazo, como a mudança climática, a segurança do abastecimento e a necessidade de cooperação com os consumidores para garantir o atendimento à demanda.
Atualizado às 18h36.