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Dean ganha força e se transforma em tempestade tropical, dizem meteorologostas americanos

Arquivo Geral

14/08/2007 0h00

A quarta depressão tropical da temporada de furacões do Atlântico Norte se transformou hoje na tempestade “Dean”, link em sua trajetória rumo às Antilhas Menores, about it informou o Centro Nacional de Furacões (NHC).


Em seu boletim de meio-dia, view o NHC, com sede em Miami, informou que o sistema se movimenta rumo a oeste com ventos máximos sustentados de 65 km/h. Espera-se que continue ganhando força nas próximas 24 horas.


O olho da tempestade estava localizado perto da latitude 11,7 graus norte e da longitude 39,4 graus oeste, cerca de 1.660 quilômetros a oeste-sudoeste das ilhas de Cabo Verde e 2.400 quilômetros ao leste das Antilhas Menores.


A tempestade movimenta-se rumo a oeste, a 37 km/h, e espera-se que mantenha esta trajetória nas próximas 24 horas.


Os meteorologistas informaram que, segundo as projeções do computador, a depressão, uma vez transformada em tempestade, poderia se tornar este fim de semana um furacão de categoria menor – 1 ou 2 na escala de intensidade de Saffir-Simpson, em um máximo de 5.


Se “Dean” mantiver sua trajetória atual, ameaçaria no fim de semana Porto Rico e as outras ilhas de Antilhas Menores.


Nesta temporada, que começou em 1º de junho e acaba em 31 de novembro, formaram-se três tempestades tropicais: “Andrea”, “Barry” e “Chantal”.


O professor de Ciências Atmosféricas da Universidade do Colorado William Gray afirmou na nova previsão de agosto que serão formados quinze tempestades e oito furacões, dos quais quatro devem ser intensos.


Os meteorologistas da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (Noaa) dos Estados Unidos, com sede em Washington, prevêem a formação de entre sete e nove furacões.


Três a cinco deles poderiam derivar em furacões de grande intensidade – categoria 3, 4 ou 5, as maiores na escala Saffir-Simpson.


A temporada de furacões na bacia atlântica, que entre agosto e outubro registra sua fase mais intensa, terá uma atividade ciclônica superior à normal, mas não será “hiperativa” como em 1995, 2004 e 2005.


Os cálculos de Gray, conhecido como o “Guru dos furacões”, indicam que há 68% de probabilidades de que um furacão de categoria maior seja observado este ano na costa dos Estados Unidos, contra os 52% da média histórica.

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