O porta-voz do Ministério de Exteriores chinês, Liu Jianchao, manifestou em Pequim seu mal-estar pelo fato de um país dar ao líder tibetano “uma plataforma para realizar atividades separatistas”.
A China afirma que, debaixo de sua aparência religiosa, o Dalai Lama é uma figura política que quer a independência do Tibete. O Dalai Lama visitou pela última vez o Japão em novembro de 2006, convidado por um grupo religioso da província de Hiroshima, no sudoeste do país.
O líder religioso, de 71 anos, Prêmio Nobel da Paz em 1989, recebeu a medalha do Congresso dos Estados Unidos em 17 de outubro, o que gerou críticas da China, que afirmou que o prêmio danificava “gravemente” os laços bilaterais entre Pequim e Washington.