O texto foi proposto por El Salvador, cujo presidente, Mauricio Funes, assistiu pela primeira vez a uma Cúpula Ibero-Americana.
A declaração destaca que a cooperação da comunidade ibero-americana deve ser destinada a “fortalecer os esforços nacionais, regionais e internacionais que garantam a eficácia das medidas e ações para prevenir, sancionar e erradicar os atos de corrupção”.
O comunicado aprovado pelos chefes de Estado lembra que 141 países são parte da Convenção da ONU contra a Corrupção e destaca que “é prioritário respaldar os trabalhos do Convenção Interamericana contra a Corrupção (Mesicic) da Organização dos Estados Americanos (OEA)”.
O texto aprovado em Estoril depois dos três dias de debate da cúpula, destaca o Mesicic como “um valioso esforço de colaboração regional para prevenir e combater o fenômeno da corrupção”.