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Mundo

Cristina lança plano de obras "mais ambicioso" da história argentina

Arquivo Geral

15/12/2008 0h00

A presidente da Argentina, approved Cristina Fernández de Kirchner, drugs anunciou hoje investimentos públicos e privados em obras de infra-estrutura no valor de 111 bilhões de pesos (US$ 32,647 bilhões) até 2011, no que chamou do plano “mais ambicioso” da história do país.


Segundo ela, o plano, que visa a ajudar no crescimento econômico do país perante a crise global, criará 380 mil empregos e permitirá que o investimento em infra-estrutura chegue ao nível “recorde” equivalente a 5% do Produto Interno Bruto (PIB), dois pontos percentuais a mais que o de 2008.


Cristina disse que em 2009 serão investidos 57 bilhões de pesos (US$ 16,764 bilhões), com o que se aumentou em 24 bilhões de pesos (US$ 7,059 bilhões) o montante orçado para obras públicas no próximo ano em comparação com 2008.


Do total do plano de investimentos até 2011 nos setores de energia, transporte e imóveis, entre outras obras, cerca de 70 bilhões de pesos (US$ 20,882 bilhões) “já contam com uma estrutura financeira para realizá-las”, destacou.


Este plano de investimentos “não é improvisado nem produzido por novatos”, disse Cristina, depois de indicar que se trata de medidas para assegurar o crescimento econômico perante “a força” do que chamou de “tsunami de Wall Street”.


A presidente destacou que o plano, que entre outros pontos prevê a construção de 300 mil imóveis, foi desenhado para que favoreça as pequenas e médias empresas, com licitações sob o sistema de “preço teto do Estado”, segundo o qual as obras serão dadas à firma que ofereça o melhor preço abaixo do fixado pelo Fisco.


O setor da construção, no qual há 20 mil pequenas e médias empresas, dá emprego a 400 mil trabalhadores, número que o plano de investimentos permitirá ampliar a 780 mil.


“Durante décadas” o investimento em infra-estrutura na Argentina oscilou em torno de 1% do PIB, disse Cristina, ao ressaltar que a obra pública é “uma concepção política” de seu Governo e do de seu marido, Néstor Kirchner, que a precedeu na chefia de Estado.


O secretário de Obras Públicas, José López, explicou que se “fragmentaram” os planos de construção de casas, hospitais, estradas, águas e esgoto, de modo que a execução das obras se complete em dez meses e que nenhuma empresa possa ganhar mais de duas licitações.


 

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